Banheira deve ser colocada todos os dias, mesmo no inverno?

Sim, o banho ativa a circulação sangüínea, somente cuide que em dias muito frios, a água pelo amanhecer é gelada, não podendo ser oferecida dessa maneira, devendo temperá-la para que fique fria. Procure não oferecer o banho ao entardecer, para que ele se seque totalmente antes de dormir. O banho é um sinal de saúde.

Outra coisa, não esqueça de que após o banho você deve trocar a agua e que o tamanho da banheira deve ser proporcional ao tamanho da ave, eu aqui uso banheiras de aço inox que além de ser higiênicas são muito bonitas que você encontra em algumas lojas de artigos para aves.

fonte: http://ringneckbr.blogspot.com.br/search/label/Voc%C3%AA%20sabia%20%3F

Muda de Penas!

Passeriformes (Trinca-ferros, bicudos, curiós, coleiros, canários)
Revista pássaros número 54

Anatomia e fisiologia básicas
Torna-se necessário um conheci mento da estrutura e da função da pele e as penas aviárias quando se traba lha com problemas dermatológicos aviários. PeleA pele aviá ria (que consiste de epi derme e derme) é histologicamente semelhante à dos mamíferos, mas é relativamente fina. Ela não tem estru turas glandulares verdadeiras.

Glândulas Cutâneas
Existem quatro tipos de glândulas cutâneas verdadeiras nas aves:
> Glândulas de Meibomius palpebrais.
> Glândula uropigial.
> Glândulas do ouvido externo.
> Glândulas produto ras de muco ao redor do ânus.
> Glândula Uropigial – A glândula uropigial é uma glândula holócrina bilobada, localizada na base da cauda.

> À medida que as aves se limpam com o bico, elas espalham as secreções da glândula uropigial nas penas; essas secreções auxiliam na impermea bilidade à água e na supressão do cres cimento de microrganismos.

>Os papagaios sul-americanos e al guns outros psitacídeos não possuem glândula uropigial. Mancha Incubatória> Durante a estação reprodutiva, a maioria das espécies aviáris, desenvol ve uma mancha incubatória ou “chocatória” sobre o abdômen ventral. Nessa área, as penas ficam esparsas e a derme fica espessada e vascularizada para aumentar a produção de calor corporal para a incubação de ovos.

> A mancha incubatória pode ocorrer em um ou ambos os sexos, dependen do da espécie de ave. PenasOs folículos das penas são encontra dos na derme e podem se estender no subcutâneo. A estrutura lembra a dos folículos pilosos.

> As penas das aves são derivados epiteliais especializados que proporcionam vôo, impermeabilidade à água, flutuabilidade, isolamento e exibição para propósitos reprodutivos. As penas crescem em tratos no corpo, chamados de ptérilas; os tratos sem penas entre as ptérilas são chamados de aptérios.

> Existem sete tipos de penas: as de contorno, semiplumas, inferiores, inferiores com poeira, hipopenas, filoplumes e cerdas.
> As penas de contorno são as maiores e incluem as penas de vôo e a camada externa de empenamento do tronco.

> As semiplumes e as inferiores proporcionam um isolamento térmico.

>As penas inferiores com poeira (encontradas em muitas espécies de aves, incluindo os psitacídeos) eliminam 1 mm de grânulos de ceratina, substância pulverizada branca que auxilia na impermeabilidade à água.

A Muda

> Durante as mudas, as penas “velhas” são empurradas para fora pelo crescimento das penas novas. Após a emergência das penas “em agulha” ou “sangüíneas” novas, a polpa vascular se retrai para a base folicular. Só as penas inferiores com poeira crescem continuamente. A maioria das espécies de aves muda uma vez por ano após a estação reprodutiva.

> Algumas espécies mudam duas ou três vezes por ano; outras espécies mudam continuamente por todo o ano.

> A muda é influenciada pela exposição luminosa e controlada por hormônios. As aves mantidas dentro de casa podem não mostrar um padrão de muda regular.

> 0 crescimento das penas novas re sulta em um aumento na mobilização protéica e na taxa metabólica basal.

> 0 período de muda é fisicamente extenuante para as aves, e pode ser um período particularmente estressante para as aves com um plano nutricional fraco. As aves malnutridas podem não sofrer muda normal.

> Mostrou-se que uma restrição protéica dietética durante a muda nos pardais domésticos reduz a intensida de e a duração da muda.
> O ideal são alimentos nutritivos.

Cor das Penas
> A cor das penas nas aves é produzida tanto por pigmentos como pelo que se chama cor estrutural.
>As cores pigmentares incluem as melaninas, os carotenóides e as porfirinas.

>Os pigmentos carotênicos, que se ori ginam a partir de material vegetal, são encontrados em glóbulos de gordura nas penas. Eles são responsáveis pelas cores amarela, laranja e vermelha; es sas cores brilhantes vão mudar na plumagem das aves que não tiverem uma fonte dietética de carotenóides.

> As deficiências dietéticas que resul tam em pigmentação anormal das pe nas incluem as deficiências de lisina, ácido fólico, ferro, cloro e riboflavina.

Recomendações Básicas para Pele e Penas Saudáveis

1- A dieta deve conter boas fontes de carotenóides (como mangas, necta rinas e laranjas e legumes verde-escu ros (por exemplo, cenouras, abóboras, brócolis e agriões).

2- Não mantenha as aves na cozinha, pois os vapores da confecção de ali mentos podem recobrir as penas.

3- Use somente água nas penas em base rotineira. Evite uso de sprays contra ácaros e piolhos comerciais e de outros produtos que recobrem as penas.

VETERINÁRIA: Ana Roberta de Almeida

fonte: http://ringneckbr.blogspot.com.br/search/label/Voc%C3%AA%20sabia%20%3F

As Calopsitas – Criação

As calopsitas atingem sua maturidade sexual por volta dos 12 meses. Desta forma é desaconselhável a reprodução com menos idade.Um casal é formado pela própria escolha das aves. Ter um casal junto não significa obrigatoriamente que eles irão se reproduzir. Embora as chances sejam aumentadas elas não são absolutas.
Os casais se formam naturalmente. Após a fecundação da fêmea pelo macho ela irá colocar em média de 4 a 7 ovos no ninho . Não obrigatoriamente todos estarão fecundados. A fêmea coloca os ovos com um espaçamento de 1 a 2 dias ( em média ) entre eles. E da mesma forma os filhotes não nascerão todos ao mesmo tempo. Após a postura dos ovos os filhotes nascem em um período de 17 a 22 dias .

Normalmente os filhotes devem ser separados dos pais com 8 semanas de vida. A colocação de um ninho próprio para calopsitas ( vendido nas petshops ) fornece o estímulo necessário para a reprodução. Se possível é aconselhável colocar o ninho no lugar mais alto possível. Isto porque, desta forma, estaremos nos aproximando o mais possível do ambiente natural de nidificação na natureza onde as calopsitas criam os ninhos no alto das árvores.As calopsitas podem efetuar sua reprodução o ano inteiro mas é aconselhável deixar que tenham apenas 2 ou 3 ninhadas anuais. Há um grande desgaste dos pais no tratamento e cuidados dos ovos e filhotes levando-os a uma exaustão caso fiquem efetuando reproduções uma após a outra.Notar que nas épocas de procriação deve ser fornecido milho verde diariamente, sobretudo quando nascerem os filhotes. Procure fornecer também de forma regular ( dia sim , dia não ) as verduras ( vide o item Alimentação do site).

A alimentação dos pais também deve ser mais abundante, bem como a oferta de água disponível. Os criadores experientes aconselham deixar sempre à disposição das aves ‘banheiras’ com água , sobretudo nesta época. Os pais eventualmente procuram esta oferta extra de água até mesmo para auxiliar no nascimento dos filhotes, umedecendo os ovos .A aplicação de vitaminas também é efetuada por alguns criadores, bem como fornecimento de cálcio extra ( normalmente colocado na água das aves ).Porém aves saudáveis e bem alimentadas não têm a necessidade destes complementos. Para que a postura finalize basta que se retire o ninho. É aconselhável então a limpeza do ninho, deixando-o preparado para quando ocorrer a próxima época de postura. Os criadores limpam os ninhos e o desinfetam com álcool , deixando-o secar naturalmente.Tem-se observado que normalmente épocas secas tendem a fornecer menos ovos galados , mesmo embora os pais estejam saudáveis e sejam prolíficos.Os pais, na época da reprodução, podem ficar mais arredios ( mesmo se forem calopsitas mansas ) e mesmo agressivos. Isto é natural devido ao seu instinto básico de cuidado e proteção das crias. Sempre é bom lembrarmos disto ao tormarmos alguma bicada inesperada. É aconselhável deixar o ninho em um lugar tranqüilo , dando uma sensação um pouco maior de proteção.Por vezes é observado um comportamento diferente dos pais abrindo as asas e ameaçando bicar, tal qual uma águia preparada para atacar. Nestas épocas o simples barulho à noite pode ocarretar este comportamento. Se efetuarmos a alimentação dos filhotes na mão acabamos por amansá-los naturalmente.

Também é normal que os machos, nestes períodos, diminuam bastante o canto. A maioria simplesmente para de cantar. Na natureza o fato de permanecer em silêncio quando se está com filhotes acaba por ser um fator a mais na proteção das crias. Embora nossas aves estejam livres dos perigos naturais o comportamento dos pais permanece, por instinto.Porém para que possamos criar casais devemos efetuar a identificação do sexo das aves.

fonte: http://calopsitabr.blogspot.com.br/2008/12/as-calopsitas_28.html

Arara Canindé

Comprimento: 86 centímetros
Peso: 1.040 a 1.286 gramas
Longevidade: + 60 anos
Maturidade: 5 a 6 anos
Incubação: 28 dias
Postura: 1 a 3 ovos
Distribuição: Presente desde a Amazónia até o Paraná, sendo que antigamente chegava até Santa Catarina. Encontrada também do Panamá à Bolívia e Paraguai. É localmente comum na copa de florestas de galeria, várzeas com palmeiras (buritizais, babaçuais, etc.), interior e bordas de florestas altas. Migra em certas épocas do ano, em busca de alimento.
Não existe dimorfismo sexual. A fronte e a parte anterior da coroa têm cor esverdeada; a garganta e o bico têm cor negra; as auriculares, o peito e a parte inferior das asas são amarelas; o restante da plumagem tem cor azul-viva. Apresentam pele nua, nas faces, de cor branca e com pequenas penas negras, que formam riscas paralelas.
Vivem em casais ou em bandos de cerca de 20 indivíduos, nos quais os elementos de cada casal voam muito juntos. São aves muito ruidosas, o que pode ser uma fonte de irritação para a vizinhança. Durante os meses de Inverno, a maior parte das araras gosta de tomar banhos de chuveiro ou borrifador de plantas, certifique-se que as borrifa com água morna.
As araras não são as melhores imitadoras. É uma característica mais usual entre os papagaios cinzentos. No entanto, podem aprender a imitar muito bem a voz humana. Para que isso aconteça é necessária que estas aves tenham contacto com os seres humanos desde uma idade precoce. Embora as araras sejam excelentes voadoras, preferem frequentemente trepar e fazer acrobacias.
Proporcione a estas aves alimento especial para araras e papagaios. Dê-lhes regularmente frutos e bagas silvestres. Dê diariamente às aves algo para roer, como galhos de salgueiros frescos ou outros galhos de árvores de fruto.

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/arara-ararauna/

Canários Brancos: Acasalamentos que eu mais aconselho

Branco x Branco:
Todos os descendentes são brancos. Os descendentes deste casal, cruzo-os no segundo ano com amarelo portador de branco.
Branco x Amarelo portador de branco:
Descendentes amarelos portadores de branco e brancos recessivos.
Branco x Amarelo normal:
Todos os descendentes são amarelos, alguns são portadores de branco.
Atenção – Nunca devemos cruzar duas aves com excesso de plumagem, pois os descendentes terão problemas de plumagem (como o aparecimento de quistos).

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/canario-branco/

DOMESTICAÇÃO DE AVES

Importa desde já frisar que a domesticação de aves é um processo algo complexo e nem sempre bem sucedido. Para se proceder á domesticação de aves, o ideal será ter uma ave criada á mão, uma vez que está habituada á presença e contacto com o ser humano, e como tal somos vistos como os seus progenitores, dado que desde muito cedo se habituaram á nossa presença. Aqui a questão que se levanta é como ela vai interagir com os novos donos, dado que não está acostumada á presença dos mesmos e os elos emocionais e de afectividade que estabelecem com o seu criador / tratador, pelo que se recomenda que as mesmas sejam adquiridas numa idade entre 6 meses (pequeno porte) e 1 ano (grande porte), dado que será mais fácil a sua habituação a novas pessoas.Os elos de afectividade que a ave cria com os seus donos ou tratador, principalmente em aves adultas, podem dificultar a sua domesticação por outras pessoas. Normalmente em idade adulta, os machos são mais sociáveis que as fêmeas e aceitam melhor e interagem com praticamente todas as pessoas, ao passo que as fêmeas são mais restritivas pelo que interagem bem com uma ou outra pessoa mas muito dificilmente com todas as pessoas, ainda que estejam habituadas á presença da mesma. Este facto deve-se a componente sexual das aves que vêm nas pessoas, normalmente em apenas uma pessoa, como o seu parceiro sexual, pelo que desenvolve laços mais estreitos com a mesma e todos os outros são vistos como intrusos. Não sendo de estranhar que revelem alguma agressividade com os restantes membros da mesma família, por uma questão de ciúmes e de territorialidade.Na natureza, verifica-se especialmente na família dos psitacídeos que a maioria das aves quando perdem os seus parceiros acabam por sucumbir, ou na melhor das hipóteses e caso sobrevivam permanecem sozinhas pelo resto da vida, não criando laços com outras aves e nunca mais se reproduzindo (aves monógamas).

Este facto também se verifica no seu comportamento e interacção com o ser humano. Se as aves tiverem um laço muito forte com apenas uma pessoa, na falta da mesma, ela pode vir a morrer, ou na melhor das hipóteses mostrar bastante agressividade para com outras pessoas. Assim se pensar em comprar uma ave adulta domesticada, deverá ter este aspecto em atenção e ver como ela se comporta com outras pessoas que não o seu tratador ou proprietário.Um alternativo ás aves criadas ã mão, são aves jovens, dado que apesar de não terem ou de apenas terem poucos laços com a presença humana, não criaram ainda laços de afectividade ou de hierarquia com outras aves e ou meio envolvente.

Enquanto juvenis são facilmente domesticáveis, apesar de geralmente nunca serem tão sociáveis e dóceis como uma ave criada á mão.Um dos aspectos a ter em consideração entre uma ave criada á mão e uma ave nova domesticada, baseia-se no facto de a ave criada á mão se deixar tocar sem receio e permanecer na mão do seu dono sem qualquer receio, ao passo que a ave domesticada, nunca se sente tão á vontade e demonstra alguns receio. Note-se que esta diferença pode não existir ou ser detectável com o passar do tempo, dado que a ave domesticada pode-se habituar a esta interacção e perder o todo o seu receio.As aves capturadas na natureza também são possíveis de domesticar, no entanto trata-se de um processo longo, que poderá levar algumas semanas ou mesmo alguns meses, e nem sempre bem sucedido, pelo que deve ser persistente, muito paciente e nunca violento com a ave, caso contrário nunca a conseguirá domesticar.Deve em primeiro lugar conhecer bem a ave, para que possa em primeiro lugar ganhar a confiança da mesma e só posteriormente domestica-la.Assim deverá ter em consideração os seguintes fases que levarão á domesticação da sua ave :

1.: DEIXAR A AVE GANHAR AUTOCONFIANÇAO: Observar atenciosamente o comportamento da ave. Se esta se demonstrar amedrontada, poderá tornar-se agressiva. Por vezes alguns animais sofrem maus-tratos por parte dos antigos donos, pelo que a agressividade demonstrada inicialmente trata-se de um mecanismo de autodefesa.Há que ser paciente e esperar que ele se habitue ao novo lar assim como ás pessoas que com ele interagem. Só quando a ave deixar de mostrar receio e agressividade é que poderá passar á fase seguinte.

2.: GANHAR A CONFIANÇA: Para ganhar a confiança da sua ave terá que despender de bastante tempo para a mesma diariamente. Assim deverá: Aproximar-se da gaiola ou poleiro sem que esta o receie e se afaste, se tal acontecer, afaste-se um pouco até que a mesma se sinta completamente á vontade com a sua presença. Deverá falar com a mesma, com tom suave e carinhoso, para que a mesma não se assuste, e comece a assimilar algumas palavras que lhe transmita. Estes dois aspectos, serão cruciais para que se possa aproximar cada vez mais da ave e que a mesma se sinta á vontade com a sua presença, quando tal se verificar, deve sempre que se aproximar da ave de lhe dar um alimento que a mesma aprecie particularmente (Ex. Papagaios adoram amendoins) A próxima etapa é fazem com que a ave venha buscar a comida á sua mão, que só acontecerá quando tiver plena confiança e estiver acostumada á sua presença.

3.: CONTACTO FÍSICO Depois da ave perder todo o receio e ganhar confiança em si, há que procurar estabelecer o contacto físico com a mesma. Para tal deverá: Com um poleiro ou pau, colocar a meio do peito da ave, fazendo com que a mesma suba para este e dê uma volta com a mesma pela casa, de forma a que esta se habitue ao poleiro e ganhe equilíbrio para permanecer no mesmo. Deverá ser muito cuidadoso nesta etapa, evitando qualquer gesto brusco ou barulho anormal, pois a ave não se deve assustar, caso contrário poderá perder a confiança em sí. Uma vez acostumada a andar num poleiro consigo, deverá tentar o contacto físico com a mesma. Devendo aproximar a sua mão lateralmente muito cuidadosamente e lentamente, tentando-a acariciar na cabeça. Repetindo este procedimento até que a ave se acostume com o mesmo e se sinta completamente segura.

Depois destes primeiros contactos, deverá pegar na ave e coloca-la no seu ombro ou braço. No entanto esteja preparado porque eventualmente poderá levar uma ou outra bicada por parte da ave, no entanto deverá suportar a dor, sem fazer gestos bruscos ou agredir a ave, caso contrário irá deitar tudo a perder.

fonte: http://ringneckbr.blogspot.com.br/search/label/Voc%C3%AA%20sabia%20%3F

Pássaro Preto

O Pássaro Preto, cujo nome cientifico é Molothrus bonariensis, é um pássaro nativo do Brasil, sendo encontrado em praticamente todo o Brasil e também no Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. Em algumas localidades ele é conhecido como Chopim, Japu, Xexéu e Vira-bosta. O macho distingui-se da fêmea por ter um reflexo metálico azulado. É uma ave migratória, desaparecendo na época de inverno e reaparecendo no verão.

Eles são considerados como “parasitas”, pois tem o hábito de não fazer seu próprio ninho, preferindo por seus ovos no ninho de outras aves, para que estas criem seus filhotes. É comum ver pequenos pássaros tratando de filhotes de Pássaro Preto que geralmente são maiores, isto faz com que os “pais adotivos” tenham grande trabalho para tratar e criar os filhotes. Sempre é visto aos bandos, que pousam sobre os gramados e ali vão andando procurando sementes e insetos.

As aves desta espécie apresentam plumagem preta uniforme e muito brilhante. As penas da cabeça são estreitas e pontudas, o bico, também negro, é cônico e liso, com sulcos na base. Quando adultos apresentam alturas que variam de 21 a 25 cm de comprimento. A alimentação habitual é constituída de sementes, grãos de frutos, incluindo principalmente cocos do buriti.

A fêmea realiza um postura de 2 a 4 ovos que são cinza-azulados e com desenhos negros, estes ovos são incubados pela fêmea por um período de 14 dias. Na natureza vive em média 5 anos, já em cativeiro, se bem cuidados podem chegar até a 20 anos.

fonte: http://www.omundodasaves.com.br/passaro_preto.html

Criação de Canários Brancos

O canário branco subdivide-se em quatro tipos:
Brancos dominantes: Não é uma ave totalmente branca, apresenta uma incidência de lipócromo (pigmentos que definem as cores amarela e vermelha) nas bordas das penas das asas, cauda e encontros;
Albinos dominantes: As mesmas características dos brancos dominantes, só que têm olhos vermelhos;
Albino: As mesmas características dos brancos recessivos, só que estas aves têm os olhos vermelhos;
Branco recessivo: Ave com uma brancura imaculada, normalmente é uma raça de canários que cria facilmente, logo que lhe sejam dadas as condições necessárias.
Escolha dos reprodutores:
Em relação a esta característica, devemos ter o máximo cuidado em relação: plumagem, forma, brilho, cabeça, bico e olhos.
Plumagem:
Evitar comprar aves com excesso de plumagem, devem comprar aves, com uma plumagem bem aderente ao corpo.
Forma:
Evitar comprar aves muito grandes, tentar comprar aves com uma boa forma no poleiro.
Brilho:
Sabendo que o lipócromo é o item que corresponde a 55% da pontuação numa ficha de julgamento, temos de ter em conta este item. Logo quando adquirimos um canário branco, este convêm ser o mais branco possível.
Cabeça, bico e olhos:
Evitar comprar uma ave que tenha a cabeça pequena e achatada, bico comprido, olhos mal centrados e pequenos.

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/canario-branco/

COMO SABER SE SEU PÁSSARO ESTÁ DOENTE?

Os pássaros selvagens possuem um interesse primário e vital: se proteger dos predadores. Uma doença ou lesão os torna alvos muito mais fáceis. Assim, no curso da evolução, as aves “aprenderam” a disfarçar suas doenças. Por esta razão, quando um pássaro mostra sinais da doença, eles já estão doentes a algum tempo. É importante, por isso, aprender a reconhecer os sinais precoces de problemas.
Muitos proprietários lamentam, às vezes, mortes súbitas de suas aves, e se perguntam o porquê. Mas quando questionados sobre sinais ou sintomas específicos, a maioria admite mudanças, ainda que não soubessem que isso poderia indicar um problema. Por isso, é vital conhecer os hábitos e comportamento de seu pássaro, para saber quando ele esta agindo diferente. Também é vital olhar diariamente as fezes, de modo a detectar variações na cor, quantidade e consistência.
Deve-se sempre observar:
Mudanças no comportamento: pássaros independentes se tornam mais carentes, ou pássaros amorosos se tornam retraídos, ou um pássaro normalmente brincalhão perde interesse por seus brinquedos. Pássaros se tornam encorujados (com aparência de estarem “inflados”, com as penas eriçadas), com asas caídas, desatentos, abatidos, sonolentos (olhos fechando constantemente), ficam no fundo da gaiola ou sentados no poleiro, postura baixa no poleiro (quase horizontal).

Mudanças no conteúdo fecal: excrementos normais, em um psitacídeo, são fezes verdes com uratos branco ou creme e urina incolor, creme ou branca, na quantidade de 25 a 50 por dia. Se as fezes se tornarem pretas, aquosas, ou de qualquer outra cor sem que haja mudança na alimentação, ou se elas diminuírem muito em quantidade, é um problema. Mudanças na aparência e atitude: mudanças no apetite (perda ou aumento), maior ingestão de água, mudanças ou perda da voz, mudas prolongadas (com penas perdidas e não repostas), hábito de arrancar ou mastigar as penas (auto-mutilação). Cauda batendo (acompanhando a respiração), fraqueza, vacilos freqüentes da cabeça, olhos com aparência cansada, respiração ofegante e dificultosa ou mais forte que o normal, secreção ao redor das narinas ou olhos, barulhos ao respirar (chiados ou espirros), penas manchadas de marrom acima das narinas (sinal de nariz escorrendo), vômito, diarréia, cloaca suja, inchaços, desidratação, pés gelados.

Qualquer sinal de alteração no seu pássaro deve ser levado a sério, procurando-se um veterinário de aves rapidamente, pois as aves, após o desenvolvimento da doença, podem morrer rapidamente se não tiverem auxílio profissional.

fonte: http://ringneckbr.blogspot.com.br/search/label/Voc%C3%AA%20sabia%20%3F

Os Psitacídeos

Os Psitacídeos são aves, em geral, muito resistentes, e adaptam-se bem a qualquer clima, com preferências a ambientes com pouco frio, haja visto as regiões nas quais eles estão espalhados pelo mundo, que na maioria possui clima com predomínio de temperaturas quentes.

Podem viver nos mais variado tipos de vegetação: cerrado, caatinga, florestas. Porém preferem áreas próximas a rios e lagos.

São pássaros com grande habilidade para aprender a interagir com o meio em que vivem, em aprender a interagir com o meio em que vivem, especialmente, quando criados como pet´s (animais de companhia) pelo homem. Aprendem uma série de truques e brincadeiras, além de serem capazes de repetir assobios, palavras e frases. Há casos (como o do Papagaio do Congo Alex) em que associam nomes e cores a objetos.

Dentre as espécies mais hábeis para “falar” estão o brasileiro Papagaio-Verdadeiro (Amazona Aestiva) e o africano Papagaio do Congo (Psittacus erithacus erithacus). Além destes, geralmente as demais espécies também são capazes de assoviar e desenvolver algum tipo de interação com o ser humano, desde que ensinadas desde filhotes. O que também não exclui a possibilidade de aprender quando adultas.

Certa vez, um dos meus ring neck abriu o viveiro onde vivia, após recapturá-lo, amarrei a porta do viveiro com um arame (porém, muito fino) e no dia seguinte, ele cortara o arame e escapara da novamente. Outro dos meus Ring´s, observando o companheiro, que havia sido criado por mim desde filhote, buscar o alimento na minha mão passou a aproximar-se cada vez mais e a pegar o alimento da mesma forma. Uma das minhas calopsitas adultas aprendeu a assobiar ouvindo o ring neck e a mim. Então, posso afirmar, com certeza, que são inteligentes o bastante para aprender muitas coisas novas, mesmo quando adultos.

fonte: http://ringneckbr.blogspot.com.br/search/label/Voc%C3%AA%20sabia%20%3F