Jandaias


JANDAIAS AMARELAS (ARATINGA SOLSTITIALIS) | FOTOGRAFIA: FREDERICO LISBOA

Comprimento: 30 centímetros
Peso: 130 gramas
Longevidade: 30 anos
Maturidade: 2 a 3 anos
Incubação: 24 dias
Postura: 3 a 4 ovos
Jandaia amarela (Aratinga solstitialis): Cabeça amarela e laranja prolongando-se por toda a parte inferior e asas, misturado com algum verde na ponta das asas e rabo.
Jandaia verdadeira (Aratinga jandaya): Apenas com a cabeça e partes inferiores laranja, tendo o manto verde.
Não há diferenças externas aparentes entre machos e fêmeas, a certeza dos sexos apenas ser determinada através de um exame endoscópico.
As jandaias criadas pelo ser humano são extremamente dóceis e muito afectivas ao seu dono. Brincalhonas e dignas de boas habilidades.
Adoram roer objectos; por conseguinte, deve dar-lhes, galhos frescos de salgueiro, mas tenha em consideração que qualquer objecto quebrável que exista no aviário será efectivamente “transformado”.
São aves muito ruidosas, mas se criadas à mão tendem a ser um pouco menos barulhentas. Também gostam de tomar banhos, deve colocar diariamente no chão do aviário uma tina de cerâmica com água fresca, ou se preferir borrifa-los nos dias mais quentes.
Devem ser alimentados à base de uma mistura de sementes própria para aves de médio porte ou ração comercial adequada para estas aves, facilmente adquirida em lojas especializadas., bem como um sortido diário de frutos frescos e de vegetais.

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/aratinga/

Psitacídeos: Tudo o que Precisa Saber


PAPAGAIO ECLETUS (ECLECTUS RORATUS) JUVENIL | FOTOGRAFIA: FREDERICO LISBOA

Uma ave pode ser um excelente animal de estimação e companhia. Algumas espécies são capazes de imitar palavras e até mesmo frases do nosso vocabulário e até treinadas a acompanhar-nos. Na cabeça de muitos, as aves servem apenas para estar em exposição numa gaiola a emitir sons.
Perder uma ave de companhia pode ser uma experiência traumática, tal como a perda de um cão ou gato, embora seja, por muitos, considerado algo ridículo.
Tal assunto remete-nos para o tratamento veterinário de que qualquer amante de aves dispõe. A quem devemos recorrer quando temos uma ave doente? A um veterinário… mas será que este terá formação suficiente para me auxiliar? É sabido que o tratamento em medicina veterinária das aves é ainda bastante insuficiente. O médico veterinário que se debruça sobre esta especialidade, enfrenta um árduo caminho no que respeita a subsídios e formação técnica e académica.
No entanto, nos dias de hoje em dia a informação que quer veterinários, quer criadores dispõem, é muito mais abrangente que há uma dezena de anos atrás. Sabem como agir nos primeiros meses de vida das crias e têm resposta para um leque de questões: quando é que olhos e ouvidos se abrem; quando surgem as penas e quando começarão a voar.
Papagaio cinzento (Psittacus erithacus erithacus)
PAPAGAIO CINZENTO (PSITTACUS ERITHACUS ERITHACUS) | FOTOGRAFIA: FREDERICO LISBOA
Igualmente, também a nutrição dos animais evoluiu. São cada vez as dietas prontas disponíveis e as tabelas de dietas caseiras com produtos frescos, de forma a dar uma alimentação o mais completa possível ás aves.
As antigas dietas à base de sementes eram passíveis de causar problemas, devido ao excesso de vitaminas e proteínas e muitas aves sofriam de problemas renais. As actuais à base de sementes e rações corrigiram o problema e são muito mais seguras.
Os criadores de aves e os veterinários começam finalmente a trabalhar em conjunto, o que não se verificava há algum tempo atrás, pois devido à precariedade do serviço prestado os criadores optavam por tentar eles mesmos solucionar os seus problemas.
Mesmo assim, é compensador verificar um aumento significativo de profissionais com formação adequada, embora o seu universo ainda seja um pouco mais reduzido do que o desejável.
Neste artigo, vamos abordar assuntos específicos acerca de uma determinada família de aves: os psitacídeos.

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/psitacideos/

Arara Canindé


ARARA CANINDÉ (ARA ARARAUNA) | FOTOGRAFIA: FREDERICO LISBOA

Comprimento: 86 centímetros
Peso: 1.040 a 1.286 gramas
Longevidade: + 60 anos
Maturidade: 5 a 6 anos
Incubação: 28 dias
Postura: 1 a 3 ovos
Distribuição: Presente desde a Amazónia até o Paraná, sendo que antigamente chegava até Santa Catarina. Encontrada também do Panamá à Bolívia e Paraguai. É localmente comum na copa de florestas de galeria, várzeas com palmeiras (buritizais, babaçuais, etc.), interior e bordas de florestas altas. Migra em certas épocas do ano, em busca de alimento.
Não existe dimorfismo sexual. A fronte e a parte anterior da coroa têm cor esverdeada; a garganta e o bico têm cor negra; as auriculares, o peito e a parte inferior das asas são amarelas; o restante da plumagem tem cor azul-viva. Apresentam pele nua, nas faces, de cor branca e com pequenas penas negras, que formam riscas paralelas.
Vivem em casais ou em bandos de cerca de 20 indivíduos, nos quais os elementos de cada casal voam muito juntos. São aves muito ruidosas, o que pode ser uma fonte de irritação para a vizinhança. Durante os meses de Inverno, a maior parte das araras gosta de tomar banhos de chuveiro ou borrifador de plantas, certifique-se que as borrifa com água morna.
As araras não são as melhores imitadoras. É uma característica mais usual entre os papagaios cinzentos. No entanto, podem aprender a imitar muito bem a voz humana. Para que isso aconteça é necessária que estas aves tenham contacto com os seres humanos desde uma idade precoce. Embora as araras sejam excelentes voadoras, preferem frequentemente trepar e fazer acrobacias.
Proporcione a estas aves alimento especial para araras e papagaios. Dê-lhes regularmente frutos e bagas silvestres. Dê diariamente às aves algo para roer, como galhos de salgueiros frescos ou outros galhos de árvores de fruto.

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/arara-ararauna/