Adora se alimentar
de sementes e frutos no chão e no topo das árvores
como as outras aves da sua espécie. A alimentação
das Calopsitas deve ser composta de 20% de alpiste, 50%
de painço, 15% de arroz com casca, 10% de aveia
e 5% de girassol.
Pode-se oferecer
ração para cães, frutas e legumes
em pedaços além de verduras como couve, almeirão,
espinafre pelo menos duas a três vezes por semana.
Em dias alternados, oferecer milho verde, mas se houver
filhotes, passar a oferecer todos os dias. Os ossos de
siba também não devem ser esquecidos.
A Calopsita é atraente
por causa da sua crista que é diferente entre machos
e fêmeas. A dos machos costuma ser amarela, com a
cabeça amarela e na fêmea costuma ser cinza
amarelada e a cabeça cinza. Outra característica é uma
mancha vermelha circular nas laterais da face, mas são
sempre mais suaves nas fêmeas.
São
inúmeras as cores das Calopsitas. Muitas delas surgiram
a partir da fixação de mutações
feitas pelos criadores. As que são encontradas na
natureza, têm o corpo cinza com a borda das asas
brancas. Estas são consideradas as originais.
As outras cores
são arlequim, canela, cara branca, fulvo, lutino,
pérola, prata recessivo, prata dominante.
Reprodução
A reprodução
poderá ser feita a partir de 12 meses durante todo
o ano, mas é aconselhável tirar apenas duas
ou tres ninhadas por ano. Tem uma postura de quatro a sete
ovos com incubação de 17 a 22 dias. Os filhotes
devem ser separados dos pais com oito semanas de vida.
Já na
natureza, costuma se reproduzir nas épocas de chuvas,
até porque os alimentos aparecem mais fartamente.
Procura geralmente um eucalipto que esteja próximo
a água e faz seu ninho em algum buraco já existente
na árvore.