Conheça as principais raças americanas de galinha caipira e suas aptidões

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Todas têm a cor da pele amarela e os ovos com a cor da casca marrom

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A New Hampshire é uma ave de muita beleza e boa aptidão

As raças americanas são muito utilizadas em programas de melhoramento de plantel. Embora apresentem índices de produtividade menores em relação às marcas comerciais, elas se reproduzem. Isso permite ao avicultor obter várias gerações de aves sem perdas significativas de produtividade. Todas têm a cor da pele amarela e os ovos com a cor da casca marrom.

Rhode Island Red

Apresenta plumagem vermelho-escura. Trata-se de uma galinha de porte médio, excelente poedeira e produtora de carne. Chega a produzir até 260 ovos por ano, quando em sistema confinado. Quando é criada solta, ao ar livre, não ultrapassa de 160 a 200 ovos. A variedade da Rhode Island Red mais conhecida é a de crista de serra cor de rosa.

Plymouth Rock Barrada

Aves de porte médio e dupla aptidão, sendo boa para a produção de carne e de ovos. Conhecida como carijó, apresenta plumagem branco-acinzentada. É bastante utilizada em criações semi-intensivas e extensivas, sendo resistente às condições de solo encharcado. Existe também uma variedade com plumagem toda branca, conhecida como Plymouth Rock Branca.

New Hampshire

Foi obtida a partir da Rhode Island, e apresenta uma coloração mais clara e de maior brilho. É uma ave rústica e bastante popular por apresentar maturidade sexual precoce. Inicia a postura por volta da décima-oitava semana de vida. É uma ave de muita beleza e boa aptidão também para a produção de carne, sendo possível obter frangos de 1,600 kg, aos 90 dias.

Reprodução de Marrequinhos

fonte: http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/aves-peixes/avicultura/como-fazer-producao-dos-marrequinhos/

O rendimento médio da eclosão é de 72 %; 220 ovos produzidos, por ave, originam 172 marrequinhos

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Para que haja a reprodução dos marrequinhos é necessário ter em torno de um macho para cada quatro fêmeas, sendo que próximo ao início de produção, o plantel deverá ser transferido para um galpão de produção, sendo este provido de ninhos (um para cada quatro fêmeas) situado ao nível do solo, sendo que qualquer altura acima do piso tornaria difícil o acesso da fêmea ao mesmo.

Cada fêmea produz cerca de 220 ovos por ano, com um peso médio de 80 a 90 gramas. Os ovos devem ser colocados em recipientes adequados para tal, com o objetivo de minimizar as perdas, principalmente no que se refere a ovos quebrados e/ou trincados, e os mesmos deverão ser desinfetados após a coleta. 220 ovos produzidos, por ave, originam 172 marrequinhos. O rendimento médio da eclosão é de 72 %.

Incubação

A marreca não choca os seus ovos; portanto, os ovos devem ser incubados artificialmente.

O ovo incubável deve ser estocado a uma temperatura não superior a 23°C, pois temperatura acima deste limite possibilitam a retomada do desenvolvimento embrionário, o que é prejudicial, pois determina a mortalidade embrionária.

A estocagem não deve ser superior a sete dias.

O cuidado com o ovo incubável deve ser rigoroso, pois no momento de postura este ovo fecundado apresenta no seu interior um embrião com 256 células, este, sensível à variação de temperatura, batidas, movimentos bruscos e ao tempo de estocagem.

Pré – Criação

Os marrequinhos são muito sensíveis nos primeiros dias de vida, sendo necessária a criação em um local protegido, com fornecimento de calor. As instalações podem ser as mesmas utilizadas para a criação inicial de frango de corte, mas as mais adequadas são as instalações suspensas, com piso de tela plástica ou chapa perfurada de 15 x 15 mm, facilitando assim o escoamento dos dejetos. O galpão deve ser limpo e desinfetado antes de serem colocados os marrecos recém-nascidos.

A água deve ser servida em tubos de PVC com orifícios na parte superior e com circulação de água no seu interior.

Este local deve estar abrigado de influências externas de temperatura.

No Curso Criação de Marrecos, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, você encontrará diversas informações a respeito da produção de Marrequinhos. Especificidades como: Fase Inicial, Fase de Crescimento e Engorda, Doenças e Abate e Comercialização. Essas informações possibilitarão que você se torne um profissional de sucesso nesta área. A coordenação técnica deste trabalho ficou a cargo da Equipe Técnica da FUNPIVI – Fundação de Piscicultura Integrada do Vale do Itajaí e do Professor Dálcio Ricardo de Andrade da UENF – Universidade Estadual Norte Fluminense.

Manejo Alimentar de Codornas

fonte: http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/aves-peixes/avicultura/manejo-alimentar-da-sua-criacao-de-codornas/

Produzir ração na propriedade pode significar uma economia superior a 20% nos custos gerais de produção

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A partir de pesquisas desenvolvidas pela professora doutora Alice Eiko Murakami, foi possível perceber que as rações podem ser desenvolvidas com diferentes níveis de proteína e energia na fase inicial e na fase de produção. E foi concluído que, o desempenho das codornas na fase de postura não é influenciado pelos níveis de energia e proteína fornecidos na fase de crescimento, ou seja, a ração recomendada para a fase inicial será condicionada pelo custo econômico.

Na fase inicial, a conversão alimentar é melhor com rações de níveis mais elevados de energia metabolizável para não sofrer influências dos níveis de proteína. Na fase de postura, o aumento dos níveis de energia reduz linearmente o consumo de ração e melhora a conversão alimentar (kg de ração consumida/ dúzia de ovos produzida). Mas atenção, esse processo pode também diminuir, linearmente, a porcentagem de postura e o peso dos ovos.

De uma maneira geral, para a fase de crescimento, níveis elevados de energia metabolizável são recomendados. Já na fase de produção, níveis elevados de proteína bruta e energia não são necessários para garantir um bom desempenho.

Agora que você já sabe algumas particularidades da alimentação da sua criação de codornas, vamos lhe dar algumas dicas para a formulação de ração em sua propriedade:

Você deve estar atento aos seguintes aspectos básicos:

– conhecer as exigências nutricionais de cada fase da criação;
– ter pleno conhecimento das tabelas de composição nutricional dos alimentos, podendo assim lançar mão de substitutos, caso haja necessidade;
– possuir pleno conhecimento dos fatores econômicos envolvidos em todo o processo de produção da ração.

Você encotrará mais informações a respeito dos aspectos determinantes na viabilidade da ração na propriedade; e dos cuidados fundamentais no preparo da ração (marcha), no curso Codornas – Recria e Reprodução, elaborado pelo CPT – Centro de Produções e Técnicas.

Piquetes promovem menor custo de alimentação

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Para que não haja desgaste na área de pastagem, deve-se fazer um rodízio de piquetes

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O piquete, normalmente empregado no sistema semi-intensivo, pode também ser utilizado no sistema extensivo. A taxa de ocupação no primeiro deve ser de no mínimo um metro quadrado por ave, enquanto que para o sistema com a ave sendo criada solta, a taxa é de cinco metros quadrados .

O uso de piquetes atende às necessidades operacionais do negócio, pois acarreta redução dos custos com a alimentação. A manutenção é basicamente com os cuidados básicos com a fertilidade do solo, a escolha da forrageira mais adequada à região, o respeito à taxa de lotação e o tempo de permanência das aves no cercado.

Segundo o professor Dr. Luiz Fernando Teixeira Albino, coordenador técnico do curso Criação de Frango e Galinha Caipira, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, “para evitar que a área de pastagem se desgaste, é feita a rotatividade de piquetes, subdividindo a mesma em vários espaços”.

O cercado do piquete deve ser feito com tela de arame de no mínimo 1,5m de altura, com uma mureta de cinco centímetros junto ao solo, para impedir o contato da tela com o chão. Pode-se também utilizar materiais alternativos, como cercas de bambu, de madeira, alvenaria, ou até mesmo cercado de pau-a-pique ou de tramas de varas de marmelo, como é feito na região nordeste.

AVES Conceito Geral

fonte: http://www.todabiologia.com/zoologia/aves.htm

Características principais, reprodução, classificação, curiosidades, origem, habitat, alimentação, zoologia

Características das Aves:

– São animais vertebrados (presença de coluna vertebral segmentada);

– São bípedes (se movimentam na posição vertical, usando as extremidades inferiores para assentar no solo);

– São ovíparos (embrião se desenvolve dentro de um ovo, em ambiente externo e sem ligação com a mãe);

– São homeotérmicos (a temperatura corporal é mantida constante, mesmo com variação da temperatura do meio ambiente);

– Possuem o corpo coberto por penas;

– Possuem asas (grande parte das aves consegue voar com estas asas);

– Possuem bico (usado para pegar alimentos, quebrar, furar e até transportar);

– Possuem ossos pneumáticos (com presença de ar na parte interna, são ocos).

– As aves não possuem a capacidade de urinar, pois não possuem bexiga para armazenar a urina. Quando consomem líquidos, principalmente água, estes vão para o intestino (local da absorção). As impurezas se transformam em urato, que saem junto com as fezes.

Origem

De acordo com estudos paleontológicos recentes, utilizando fósseis, as aves tem origem no Período Jurássico. Elas evoluíram dos dinossauros terópodes, por volta de 150 milhões de anos atrás.

Habitat

As aves são encontradas em quase todas as partes do planeta. Mesmo em áreas com temperaturas extremas (desertos e pólos) podemos encotnrar algumas espécies adaptadas. Porém, a maior quantidade de aves habita regiões de floresas em função da grande disponibilidades de alimentos.

Alimentação

A alimentação das aves é bem variada. Algumas espécies são carnívoras (urubu, gavião, águia), porém a maioria das aves se alimenta de frutos, grãos e sementes. Já os pinguins, por exemplo, possuem alimentação baseada no consumo de peixes.

Reprodução

As aves possuem reprodução interna. A fêmea possui um ovário, enquanto o macho libera espermatozoides através dos dois testículos. A fecundação é interna e as fêmeas põem ovos que são cobertos por uma casca calcária.

Você sabia?

– Nem todas as aves podem voar. Pinguins, avestruzes e quivis são aves não voadoras. A anatomia do corpo destas aves não permite que elas consigam sair do solo.

– O ramo da Biologia que estuda as aves é chamado de Ornitologia.

– É comemorado em 5 de outubro o Dia da Ave.

Classificação Científica das Aves

Reino: Animalia

Subreino: Metazoa

Filo: Chordata

Subfilo: Vertebrata

Infrafilo: Gnathostomata

Superclasse: Tetrapoda

Classe: Aves

Exemplos de espécies de aves conhecidas:

– Águia

– Arara

– Avestruz

– Beija-flor

– Bem-te-vi

– Canário

– Cegonha

– Cisne

– Coruja

– Ema

– Galinha

– Garça

– Gavião

– Marreco

– Papagaio

– Pato

– Peru

– Pinguim

– Pombo

– Sabiá

– Tucano

– Urubu

Aves – vertebrados homeotermos com corpo coberto por penas

fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos3/bioaves.php

As aves (latim científico: Aves) constituem uma classe de animais vertebrados, tetrápodes, endotérmicos, ovíparos, caracterizados principalmente por possuírem penas, apêndices locomotores anteriores modificados em asas, bico córneo e ossos pneumáticos. São reconhecidas aproximadamente 9.000 espécies de aves no mundo.

As aves conquistaram o meio terrestre de modo muito mais eficiente que os répteis. A principal característica que permitiu essa conquista foi, sem dúvida, a homeotermia, a capacidade de manter a temperatura corporal relativamente constante à custa de uma alta taxa metabólica gerada pela intensa combustão de alimento energético nas células.

Essa característica permitiu às aves, juntamente com os mamíferos, a invasão de qualquer ambiente terrestre, inclusive os permanentemente gelados, até então não ocupados pelos outros vertebrados.

As aves variam muito em seu tamanho, dos minúsculos beija-flores a espécies de grande porte como o avestruz e a ema. Note que todos os pássaros são aves, mas nem todas as aves são pássaros.

Avestruz

Os pássaros estão incluidos na ordem Passeriformes, constituindo a ordem mais rica, ou seja, com maior número de espécies dentro do grupo das aves.

Enquanto a maioria das aves são caracterizadas pelo vôo, as ratitas não podem voar ou apresentam vôo limitado, uma característica considerada secundária, ou seja, adquirida por espécies “novas” a partir de ancestrais que conseguiam voar.

Muitas outras espécies, particularmente as insulares, também perderam essa habilidade. As espécies não-voadoras incluem o pinguim, avestruz, quivi, e o extinto dodo. Aves não-voadoras são especialmente vulneráveis à extinção por conta da ação antrópica direta (destruição e fragmentação do habitat, poluição etc.) ou indireta (introdução de animais/plantas exóticos, mamíferos em particular).

Pinguin

A circulação

Uma característica que favorece a homeotermia nas aves é a existência de um coração totalmente dividido em quatro cavidades: dois átrios e dois ventrículos.

Não ocorre mistura de sangues. A metade direita (átrio e ventrículo direitos) trabalha exclusivamente com sangue pobre em oxigênio, encaminhando-o aos pulmões para oxigenação. A metade esquerda trabalha apenas com sangue rico em oxigênio. O ventrículo esquerdo, de parede musculosa, bombeia o sangue para a artéria aorta. Assim, a todo o momento, os tecidos recebem sangue ricamente oxigenado, o que garante a manutenção constante de altas taxas metabólicas. Esse fato, associado aos mecanismos de regulação térmica, favorece a sobrevivência em qualquer tipo de ambiente. A circulação é dupla e completa.

A respiração: pulmões e sacos aéreos

O sistema respiratório também contribui para a manutenção da homeotermia. Embora os pulmões sejam pequenos, existem sacos aéreos, ramificações pulmonares membranosas que penetram por entre algumas vísceras e mesmo no interior de cavidades de ossos longos.

A movimentação constante de ar dos pulmões para os sacos aéreos e destes para os pulmões permite um suprimento renovado de oxigênio para os tecidos, o que contribui para a manutenção de elevadas taxas metabólicas.

A pele das aves é seca, não-dotada de glândulas e rica em queratina que, em alguns locais do corpo, se organiza na forma de placa, garras, bico córneo e é constituinte fundamental das pernas.

As aves não têm glândulas na pele. No entanto, há uma exceção: a glândula uropigial (ou uropigiana), localizada na porção dorsal da cauda e cuja secreção oleosa lubrificante é espalhada pela ave, com o bico, nas penas. Essa adaptação impede o encharcamento das penas em aves aquáticas e ajuda a entender por que as aves não se molham, mesmo que fiquem desprotegidas durante uma chuva.

Exclusividade das aves: corpo coberto por penas

Digestão e excreção em aves

As aves consomem os mais variados tipos de alimentos: frutos, néctar, sementes, insetos, vermes, crustáceos, moluscos, peixes e outros pequenos vertebrados. Elas possuem um sistema digestivo completo, composto de boca, faringe, esôfago, papo, proventrículo, moela, intestino, cloaca e órgãos anexos (fígado e pâncreas).

Ao serem engolidos os alimentos passam pela faringe, pelo esôfago e vão para o papo, cuja função é armazenar e amolecer os alimentos. Daí eles vão para o proventrículo, que é o estômago químico das aves, onde sofrem a ação de sucos digestivos e começam a ser digeridos. Passam então para a moela (estômago mecânico) que tem paredes grossas e musculosas, onde os alimentos são triturados.

Finalmente atingem o intestino, onde as substâncias nutritivas são absorvidas pelo organismo. Os restos não aproveitados transformam-se em fezes.

As aves possuem uma bolsa única, a cloaca, onde desembocam as partes finais do sistema digestivo, urinário e reprodutor e que se abre para o exterior. Por essa bolsa eles eliminam as fezes e a urina e também põem os ovos.

É Esta a Ave Mais Esquiva do Mundo?

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Já mais pessoas escalaram o Evereste e foram ao espaço, do que aquelas que viram esta ave, cuja descoberta é comparada ao Santo Graal. Palavra de especialista.

A ave Laterallus tuerosi, na imagem (uma das muito raras fotografias da mesma) tem como único habitat um lago, no Peru, e passa a grande maioria do seu tempo escondida entre a vegetação, o que a torna extremamente rara de observar, ao ponto de muitos a considerarem a ave mais esquiva do mundo.

“Já mais pessoas escalaram o Evereste e foram ao espaço, do que aquelas que viram esta magnífica criatura. Para mim, encontrá-la foi o equivalente, em termos ornitológicos, à descoberta do Santo Graal. Para ser sincero, nunca esperei ver esta ave na minha vida, muito menos ter a oportunidade de a fotografar” afirmou Mike Parr, vice-presidente da American Bird Conservancy.

A Laterallus tuerosi está classificada pela IUCN como espécie ameaçada, cujas maiores ameaças provém da perda de habitat e poluição, mas também com os bloqueios dos rios provocados por barragens e pela invasão de trutas, que está a diminuir a quantidade de peixes nativos dos quais esta ave se alimenta.
Além da Laterallus tuerosi, o lago é também o único habitat no mundo para a ave Podiceps taczanowskii (criticamente ameaçada) e para o sapo gigante Batrachophrynus macrostomus (ameaçado).

TRINCA FERRO – Alimentação

Os Trinca Ferros são animais onívoros. Isso significa que seu aparelho digestivo está adaptadado para se alimentar com diferentes fontes (frutas, verduras, legumes, sementes e pequenos insetos). Há algumas maneiras principais de se alimentar um Trinca e nós vamos apresentá-las aqui.

RAÇÕES FARELADAS, SEMENTES, FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS:

Até pouco tempo atrás, era o tipo de alimentação mais usado pelos trinqueiros. Estes produtos são facilmente encontrados em casas para animais e são compostos basicamente de 1) Farelos, 2) insetos e frutas ressecados e 3) Algumas sementes.

Caso o criador deseje utilizar as rações fareladas, ele deve complementar a alimentação do Trinca com frutas, verduras e legumes. Neste caso recomenda-se os seguintes itens:

Frutas: Maçã, Pêra, Banana, Melão, Manga, Kiwi, Goiaba. (ATENÇÃO: Cuidado com Laranja e Mamão, pois soltam o intestino do Trinca)

Legumes: Berinjela, Cenoura (Ralada), Beterraba (Ralada), Pepino, Chuchu, Jiló, Pimentão e Milho Verde;

Verduras: Sempre as verduras escuras: Escarola, Couve, Talo da Couve, Chicória e Repolho Roxo.

Para atender às necessidades de proteína do Trinca Ferro, o criador deve oferecer larvas de tenébrio e grilos ao pássaro. Estes insetos podem ser encontradas em sites especializados.

Caso o criador queira oferecer sementes ao Trinca Ferro, ele pode dar Alpiste, Paiço (comum, verde, vermelho e preto), Senha, Aveia, Arroz com Casca, Cânhamo e Girassol. Muita atenção para o seguinte: Cânhamo e o Girassol devem ser dados somente de vez em quando, em pequenas proporções, pois são sementes bastante oleosas. Se forem dadas com freqüência, deixarão a ave obesa e atacarão seu fígado. Arroz com casca pode ser deixado de lado, pois também não são muito boas para o fígado do Trinca.

A grande questão que envolve tudo isso é o equilíbrio nutricional. Caso seu Trinca Ferro goste de um destes itens, ele pode se alimentar exclusivamente deste seu alimento preferido (e deixar o resto de lado). Isso pode causar um desequilíbrio nutricional que pode, inclusive, levá-lo a adoecer.

Um outro problema ocasionado por esta alimentação tão diversificada é a manutenção destes itens: como todos estes alimentos são perecíveis, o criador terá de aumentar em muito seu cuidado (para que não se estraguem na gaiola).

Por último, há a questão dos agrotóxicos. Nós, seres humanos, não sentimos tanto os efeitos destes produtos, mas os pássaros tem um metabolismo muito diferente e seu tamanho é incomparavelmente menor que o nosso. Desta forma, as doses de agrotóxicos presentes nas frutas, verduras e legumes podem ser letais para as aves. O criador deve estar atento a isto.

RAÇÕES EXTRUSADAS:

As rações extrusadas são relativamente novas no mercado, mas seus benefícios já estão sendo relacionados pelos criadores. Vejamos alguns deles:

Com as extrusadas, o criador não precisa se preocupar com o equilíbrio nutricional do pássaro. Cada partícula de ração contém todos os elementos que a ave necessita para ter uma boa constituição alimentar. Mesmo que o pássaro faça seleção entre as cores da ração (ex: come as bolinhas “verdes” e deixa as “vermelhas” de lado), não haverá problema nenhum; pois os nutrientes presentes em cada uma das partículas são iguais.

Neste caso, o criador não deve fazer das frutas, legumes e verduras a base da constituição alimentar de seus Trincas (mas pode oferecê-los somente 2 ou 3 vezes por semana, para agradar ao pássaro).

Também com as extrusadas o ambiente do pássaro fica mais limpo, diminuindo as chances da ave contrair doenças. O criador não precisa dispensar o cuidado que teria de ser dado se estivesse oferecendo alimentos perecíveis diariamente.

Quanto ao transporte e a manutenção das rações, há mais benefícios. Elas são engarrafadas ou empacotadas dentro dos laboratórios fabricantes (o que diminui em muito o risco de qualquer tipo de contaminação).

Um dos problemas da utilização das rações é o seu preço. Por mais que elas sejam fabricadas por diferentes empresas (com diferentes preços) elas certamente são mais caras do que as frutas e sementes.

Uma outra dificuldade é o acesso: nem todas as cidades do Brasil contam com lojas e petshops que recebem estas rações. Também as empresas que vendem produtos para aves por internet não conseguem atender a todas as cidades do país.

Há ainda uma outra dificuldade: uma das grandes barreiras que os criadores encontram para utilizar as rações é mesmo a aderência por parte dos pássaros. Alguns dos pássaros têm muita dificuldade em pegar a ração (o que desanima seus donos, que acabam desistindo de utilizar as extrusadas).

De qualquer forma, quem for aderir à alimentação à base de rações extrusadas deve procurar as marcas Alcon (Ração “Alcon Club”), Megazoo (Ração “O-20″) e Nutrópica (Ração “Pássaros Brasileiros”). Essas são marcas facilmente encontradas no mercado e que gozam de credibilidade.

UMA DICA SOBRE ALIMENTAÇÃO: Lembre-se de oferecer abundância de alimentos macios quando o Trinca estiver passando pelo período da muda de bico, pois ele não vai poder fazer força para quebrar e triturar alimentos.

fonte: http://www.ocoleiro.com/trincaferro/alimentacao-4/

TRINCA FERRO: Aprontando o macho

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Para aprontar um trinca-ferro é fácil, a sua época de canto vai de julho a dezembro, alguns cantam ate o final de fevereiro mas normalmente a maioria entra na muda em janeiro e fevereiro.

– Não deixe o trinca fazer muda próximo de fêmeas e outros machos que estejam cantando;

– Após a muda, procure deixar o trinca em local atraente, um local bem aberto e variar de local, para ele não acostumar com o prego (só cantar neste local);

– Dê sempre banho de sol pela manhã;

– Passeie bastante com ele pela manhã (ajudará ele a abrir e cantar em qualquer lugar) ao chegar em casa coloque-o em um voador, deixando-o durante todo o dia para o mesmo se exercitar. Repita este procedimento sempre que puder, durante vários dias; (na verdade o trinca quando em casa é para ficar no voador, o certo é você ter uma gaiola de passeio “pode ser a de torneio” para leva-lo nela ao sair de casa);

– Quando sentir que o pássaro está aprontando, (cantando com mais desenvoltura), é a hora de enfemar.

” O Trinca que não aceita fêmea neste ponto deve estar no seu máximo. Lembrando que os maiores campeões são bem manuseados na fêmea ” Muito bem enfemados “.

Como preparar meu Trinca-Ferro para Torneio ou Baderna?

Isso é um processo muito simples, porem muito demorado.

Quando seu Trinca-Ferro sair de muda você deve começar a esquentar ele devagar.

Lembre-se que você tem que começar a fazer o manejo apenas depois da muda, por volta de 30 a 60 dias após ter finalizado a muda.

E como faço isso?

Você deve levar ele todos os dias pela manhã para um passeio. Deixe ele tomar banho de sol e de banheira, leve o trinca no mato, dê muita fruta, legumes e verduras. Depois de um tempo você verá que ele está começando a esquentar. Alguns aprontam simplesmente parados em casa, mas não são todos.

Evite de dar pepino e pimenta enquanto o Trinca-Ferro não está quente.

Como saber se o Pixarro está esquentando, ele vai dar sinal?

No meu caso, tenho dois, um fica agitado e o outro fica chiando como se tivesse macheando.

Continue com o manejo até ele dar os primeiro cantos.

Quando chegar a época, eles vão estar mais do que prontos para torneios e rodas de badernas. Quando quente, o Trinca-Ferro estará cantando alto, então ele pode escutar outro Trinca-Ferro, se ele não responder é porque não está na hora dele ou ele não tem fibra(não canta vendo ou escutando outro), mas não desista, afaste-o um pouco e tente novamente outro dia.

Lembrando que não se pode colocar um Trinca-Ferro quente muito perto do outro Trinca-Ferro(mesmo sem se verem), pois se o um estiver cantando muito alto, o seu vai ficar calado, coloque sempre de longe e com o passar dos dias, você vai aproximando, e se ele não cantar, afaste novamente.

Caso você não tenha outro em casa e alguém não tenha outro trinca ferro, você pode fazer o download do canto aqui.

Não podemos afirmar que o seu Trinca-Ferro tem fibra, mas com este manuseio você consegue um bom desempenho.

Enfemando seu Trinca-Ferro em um mês.

– Caso o seu trinca aceite fêmea, procure aproximá-lo da fêmea, sem se verem, pelo menos durante uma a duas semanas ( 7 a 15 dias ), recomendo 15 dias ( duas semanas );

– Passados os 15 dias, comece a mostrar a fêmea de vez em quando pela manhã, e deixe passar mais uma semana assim ( 7 dias );

– Passados os 7 dias, deixem eles dormir próximos um do outro, em um local onde o macho só veja a fêmea pela janelinha da capa (sem colar a gaiola, pois se a fêmea não aceitar eles podem brigar e o macho pode perder a ordem e tudo ir por água a baixo, tendo de repetir tudo novamente). afaste eles ao amanhecer do dia seguinte, de forma que ele só ouça o piado da fêmea durante todo o dia;

– Após esses cuidados, caso deseje participar de rodas, badernas ou torneios: dois dias antes, deixe ele cantando e vendo ela de longe, já na noite anterior ao torneio, procure deixar o trinca dormir ao lado da fêmea, e leve ela junto até o local para deixar ele travado(sem cantar). Obs: na noite anterior deixe o trinca em local tranquilo, onde ninguém ligue a luz ou faça barulho durante a madrugada.

Com o tempo todo este manuseio será fácil, você vai perceber quando a fêmea chama, ele responde e vice versa. Há casos de não aceitação do macho ou da fêmea um pelo outro.

fonte: http://www.ocoleiro.com/trincaferro/aprontando-o-macho/

TRINCA FERRO: Como anilhar

A anilha é o sistema mais seguro utilizado para a identificação de pássaros no mundo inteiro, tanto dos criados em cativeiro como dos que vivem livres na natureza.

Veja abaixo como usar a anilha para anilhar seu pássaro, filhote ou adulto:

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1- Segure a ave com os três dedos da frente juntos e insira a anilha, é importante que as unhas estejam cortadas, cuidado para não cortar o bulbo.

2- Na junta da pata é o ponto crucial, você pode utilizar uma vaselina, azeite ou óleo para que a anilha escorregue melhor.

3- Coloque o dedo traseiro para traz, voltado para dentro da pata, nunca para fora.

4- Deslize a anilha até o final, no ponto que a unha passe totalmente pela anilha e o dedo fique totalmente livre.

OBS: Você deve fazer tudo com delicadeza e não utilizar de força bruta. Nunca force a entrada da anilha em uma ave, você pode quebrar a pata, os dedos ou até matar o pássaro.

Com 3 a 5 dias os filhotes devem ser anilhados, estes dias variam de espécie para espécie. A anilha era feita de alumínio, hoje ela é feita de aço inox e contém dados referentes ao pássaro, assim como: número de registro da ave no Ibama, a sigla Sispass, e o Estado onde foi feito o registro (sem esses dados não haveria condições de saber a procedência do pássaro, só os criadores registrados podem adquirir as anilhas que são individuais), sendo a Capri a atual empresa responsável pela fabricação e fornecimento das mesmas.

As anilhas devem ser colocadas na perna direita do pássaro e permanecerá pelo resto de sua vida; cuidado para não deixar passar a época de anilhar as aves, passando este período a anilha não passa e se forçar pode quebrar o dedo ou até mesmo a pata da ave, por este motivo recomenda-se ter um livro para anotações e controle sobre a criação.

A anilha atual é fechada e não permite falsificação da identidade do pássaro.

fonte: http://www.ocoleiro.com/trincaferro/alimentacao-3/