Arara Canindé

Comprimento: 86 centímetros
Peso: 1.040 a 1.286 gramas
Longevidade: + 60 anos
Maturidade: 5 a 6 anos
Incubação: 28 dias
Postura: 1 a 3 ovos
Distribuição: Presente desde a Amazónia até o Paraná, sendo que antigamente chegava até Santa Catarina. Encontrada também do Panamá à Bolívia e Paraguai. É localmente comum na copa de florestas de galeria, várzeas com palmeiras (buritizais, babaçuais, etc.), interior e bordas de florestas altas. Migra em certas épocas do ano, em busca de alimento.
Não existe dimorfismo sexual. A fronte e a parte anterior da coroa têm cor esverdeada; a garganta e o bico têm cor negra; as auriculares, o peito e a parte inferior das asas são amarelas; o restante da plumagem tem cor azul-viva. Apresentam pele nua, nas faces, de cor branca e com pequenas penas negras, que formam riscas paralelas.
Vivem em casais ou em bandos de cerca de 20 indivíduos, nos quais os elementos de cada casal voam muito juntos. São aves muito ruidosas, o que pode ser uma fonte de irritação para a vizinhança. Durante os meses de Inverno, a maior parte das araras gosta de tomar banhos de chuveiro ou borrifador de plantas, certifique-se que as borrifa com água morna.
As araras não são as melhores imitadoras. É uma característica mais usual entre os papagaios cinzentos. No entanto, podem aprender a imitar muito bem a voz humana. Para que isso aconteça é necessária que estas aves tenham contacto com os seres humanos desde uma idade precoce. Embora as araras sejam excelentes voadoras, preferem frequentemente trepar e fazer acrobacias.
Proporcione a estas aves alimento especial para araras e papagaios. Dê-lhes regularmente frutos e bagas silvestres. Dê diariamente às aves algo para roer, como galhos de salgueiros frescos ou outros galhos de árvores de fruto.

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/arara-ararauna/

Canários Brancos: Acasalamentos que eu mais aconselho

Branco x Branco:
Todos os descendentes são brancos. Os descendentes deste casal, cruzo-os no segundo ano com amarelo portador de branco.
Branco x Amarelo portador de branco:
Descendentes amarelos portadores de branco e brancos recessivos.
Branco x Amarelo normal:
Todos os descendentes são amarelos, alguns são portadores de branco.
Atenção – Nunca devemos cruzar duas aves com excesso de plumagem, pois os descendentes terão problemas de plumagem (como o aparecimento de quistos).

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/canario-branco/

DOMESTICAÇÃO DE AVES

Importa desde já frisar que a domesticação de aves é um processo algo complexo e nem sempre bem sucedido. Para se proceder á domesticação de aves, o ideal será ter uma ave criada á mão, uma vez que está habituada á presença e contacto com o ser humano, e como tal somos vistos como os seus progenitores, dado que desde muito cedo se habituaram á nossa presença. Aqui a questão que se levanta é como ela vai interagir com os novos donos, dado que não está acostumada á presença dos mesmos e os elos emocionais e de afectividade que estabelecem com o seu criador / tratador, pelo que se recomenda que as mesmas sejam adquiridas numa idade entre 6 meses (pequeno porte) e 1 ano (grande porte), dado que será mais fácil a sua habituação a novas pessoas.Os elos de afectividade que a ave cria com os seus donos ou tratador, principalmente em aves adultas, podem dificultar a sua domesticação por outras pessoas. Normalmente em idade adulta, os machos são mais sociáveis que as fêmeas e aceitam melhor e interagem com praticamente todas as pessoas, ao passo que as fêmeas são mais restritivas pelo que interagem bem com uma ou outra pessoa mas muito dificilmente com todas as pessoas, ainda que estejam habituadas á presença da mesma. Este facto deve-se a componente sexual das aves que vêm nas pessoas, normalmente em apenas uma pessoa, como o seu parceiro sexual, pelo que desenvolve laços mais estreitos com a mesma e todos os outros são vistos como intrusos. Não sendo de estranhar que revelem alguma agressividade com os restantes membros da mesma família, por uma questão de ciúmes e de territorialidade.Na natureza, verifica-se especialmente na família dos psitacídeos que a maioria das aves quando perdem os seus parceiros acabam por sucumbir, ou na melhor das hipóteses e caso sobrevivam permanecem sozinhas pelo resto da vida, não criando laços com outras aves e nunca mais se reproduzindo (aves monógamas).

Este facto também se verifica no seu comportamento e interacção com o ser humano. Se as aves tiverem um laço muito forte com apenas uma pessoa, na falta da mesma, ela pode vir a morrer, ou na melhor das hipóteses mostrar bastante agressividade para com outras pessoas. Assim se pensar em comprar uma ave adulta domesticada, deverá ter este aspecto em atenção e ver como ela se comporta com outras pessoas que não o seu tratador ou proprietário.Um alternativo ás aves criadas ã mão, são aves jovens, dado que apesar de não terem ou de apenas terem poucos laços com a presença humana, não criaram ainda laços de afectividade ou de hierarquia com outras aves e ou meio envolvente.

Enquanto juvenis são facilmente domesticáveis, apesar de geralmente nunca serem tão sociáveis e dóceis como uma ave criada á mão.Um dos aspectos a ter em consideração entre uma ave criada á mão e uma ave nova domesticada, baseia-se no facto de a ave criada á mão se deixar tocar sem receio e permanecer na mão do seu dono sem qualquer receio, ao passo que a ave domesticada, nunca se sente tão á vontade e demonstra alguns receio. Note-se que esta diferença pode não existir ou ser detectável com o passar do tempo, dado que a ave domesticada pode-se habituar a esta interacção e perder o todo o seu receio.As aves capturadas na natureza também são possíveis de domesticar, no entanto trata-se de um processo longo, que poderá levar algumas semanas ou mesmo alguns meses, e nem sempre bem sucedido, pelo que deve ser persistente, muito paciente e nunca violento com a ave, caso contrário nunca a conseguirá domesticar.Deve em primeiro lugar conhecer bem a ave, para que possa em primeiro lugar ganhar a confiança da mesma e só posteriormente domestica-la.Assim deverá ter em consideração os seguintes fases que levarão á domesticação da sua ave :

1.: DEIXAR A AVE GANHAR AUTOCONFIANÇAO: Observar atenciosamente o comportamento da ave. Se esta se demonstrar amedrontada, poderá tornar-se agressiva. Por vezes alguns animais sofrem maus-tratos por parte dos antigos donos, pelo que a agressividade demonstrada inicialmente trata-se de um mecanismo de autodefesa.Há que ser paciente e esperar que ele se habitue ao novo lar assim como ás pessoas que com ele interagem. Só quando a ave deixar de mostrar receio e agressividade é que poderá passar á fase seguinte.

2.: GANHAR A CONFIANÇA: Para ganhar a confiança da sua ave terá que despender de bastante tempo para a mesma diariamente. Assim deverá: Aproximar-se da gaiola ou poleiro sem que esta o receie e se afaste, se tal acontecer, afaste-se um pouco até que a mesma se sinta completamente á vontade com a sua presença. Deverá falar com a mesma, com tom suave e carinhoso, para que a mesma não se assuste, e comece a assimilar algumas palavras que lhe transmita. Estes dois aspectos, serão cruciais para que se possa aproximar cada vez mais da ave e que a mesma se sinta á vontade com a sua presença, quando tal se verificar, deve sempre que se aproximar da ave de lhe dar um alimento que a mesma aprecie particularmente (Ex. Papagaios adoram amendoins) A próxima etapa é fazem com que a ave venha buscar a comida á sua mão, que só acontecerá quando tiver plena confiança e estiver acostumada á sua presença.

3.: CONTACTO FÍSICO Depois da ave perder todo o receio e ganhar confiança em si, há que procurar estabelecer o contacto físico com a mesma. Para tal deverá: Com um poleiro ou pau, colocar a meio do peito da ave, fazendo com que a mesma suba para este e dê uma volta com a mesma pela casa, de forma a que esta se habitue ao poleiro e ganhe equilíbrio para permanecer no mesmo. Deverá ser muito cuidadoso nesta etapa, evitando qualquer gesto brusco ou barulho anormal, pois a ave não se deve assustar, caso contrário poderá perder a confiança em sí. Uma vez acostumada a andar num poleiro consigo, deverá tentar o contacto físico com a mesma. Devendo aproximar a sua mão lateralmente muito cuidadosamente e lentamente, tentando-a acariciar na cabeça. Repetindo este procedimento até que a ave se acostume com o mesmo e se sinta completamente segura.

Depois destes primeiros contactos, deverá pegar na ave e coloca-la no seu ombro ou braço. No entanto esteja preparado porque eventualmente poderá levar uma ou outra bicada por parte da ave, no entanto deverá suportar a dor, sem fazer gestos bruscos ou agredir a ave, caso contrário irá deitar tudo a perder.

fonte: http://ringneckbr.blogspot.com.br/search/label/Voc%C3%AA%20sabia%20%3F

Pássaro Preto

O Pássaro Preto, cujo nome cientifico é Molothrus bonariensis, é um pássaro nativo do Brasil, sendo encontrado em praticamente todo o Brasil e também no Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. Em algumas localidades ele é conhecido como Chopim, Japu, Xexéu e Vira-bosta. O macho distingui-se da fêmea por ter um reflexo metálico azulado. É uma ave migratória, desaparecendo na época de inverno e reaparecendo no verão.

Eles são considerados como “parasitas”, pois tem o hábito de não fazer seu próprio ninho, preferindo por seus ovos no ninho de outras aves, para que estas criem seus filhotes. É comum ver pequenos pássaros tratando de filhotes de Pássaro Preto que geralmente são maiores, isto faz com que os “pais adotivos” tenham grande trabalho para tratar e criar os filhotes. Sempre é visto aos bandos, que pousam sobre os gramados e ali vão andando procurando sementes e insetos.

As aves desta espécie apresentam plumagem preta uniforme e muito brilhante. As penas da cabeça são estreitas e pontudas, o bico, também negro, é cônico e liso, com sulcos na base. Quando adultos apresentam alturas que variam de 21 a 25 cm de comprimento. A alimentação habitual é constituída de sementes, grãos de frutos, incluindo principalmente cocos do buriti.

A fêmea realiza um postura de 2 a 4 ovos que são cinza-azulados e com desenhos negros, estes ovos são incubados pela fêmea por um período de 14 dias. Na natureza vive em média 5 anos, já em cativeiro, se bem cuidados podem chegar até a 20 anos.

fonte: http://www.omundodasaves.com.br/passaro_preto.html

Criação de Canários Brancos

O canário branco subdivide-se em quatro tipos:
Brancos dominantes: Não é uma ave totalmente branca, apresenta uma incidência de lipócromo (pigmentos que definem as cores amarela e vermelha) nas bordas das penas das asas, cauda e encontros;
Albinos dominantes: As mesmas características dos brancos dominantes, só que têm olhos vermelhos;
Albino: As mesmas características dos brancos recessivos, só que estas aves têm os olhos vermelhos;
Branco recessivo: Ave com uma brancura imaculada, normalmente é uma raça de canários que cria facilmente, logo que lhe sejam dadas as condições necessárias.
Escolha dos reprodutores:
Em relação a esta característica, devemos ter o máximo cuidado em relação: plumagem, forma, brilho, cabeça, bico e olhos.
Plumagem:
Evitar comprar aves com excesso de plumagem, devem comprar aves, com uma plumagem bem aderente ao corpo.
Forma:
Evitar comprar aves muito grandes, tentar comprar aves com uma boa forma no poleiro.
Brilho:
Sabendo que o lipócromo é o item que corresponde a 55% da pontuação numa ficha de julgamento, temos de ter em conta este item. Logo quando adquirimos um canário branco, este convêm ser o mais branco possível.
Cabeça, bico e olhos:
Evitar comprar uma ave que tenha a cabeça pequena e achatada, bico comprido, olhos mal centrados e pequenos.

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/canario-branco/

COMO SABER SE SEU PÁSSARO ESTÁ DOENTE?

Os pássaros selvagens possuem um interesse primário e vital: se proteger dos predadores. Uma doença ou lesão os torna alvos muito mais fáceis. Assim, no curso da evolução, as aves “aprenderam” a disfarçar suas doenças. Por esta razão, quando um pássaro mostra sinais da doença, eles já estão doentes a algum tempo. É importante, por isso, aprender a reconhecer os sinais precoces de problemas.
Muitos proprietários lamentam, às vezes, mortes súbitas de suas aves, e se perguntam o porquê. Mas quando questionados sobre sinais ou sintomas específicos, a maioria admite mudanças, ainda que não soubessem que isso poderia indicar um problema. Por isso, é vital conhecer os hábitos e comportamento de seu pássaro, para saber quando ele esta agindo diferente. Também é vital olhar diariamente as fezes, de modo a detectar variações na cor, quantidade e consistência.
Deve-se sempre observar:
Mudanças no comportamento: pássaros independentes se tornam mais carentes, ou pássaros amorosos se tornam retraídos, ou um pássaro normalmente brincalhão perde interesse por seus brinquedos. Pássaros se tornam encorujados (com aparência de estarem “inflados”, com as penas eriçadas), com asas caídas, desatentos, abatidos, sonolentos (olhos fechando constantemente), ficam no fundo da gaiola ou sentados no poleiro, postura baixa no poleiro (quase horizontal).

Mudanças no conteúdo fecal: excrementos normais, em um psitacídeo, são fezes verdes com uratos branco ou creme e urina incolor, creme ou branca, na quantidade de 25 a 50 por dia. Se as fezes se tornarem pretas, aquosas, ou de qualquer outra cor sem que haja mudança na alimentação, ou se elas diminuírem muito em quantidade, é um problema. Mudanças na aparência e atitude: mudanças no apetite (perda ou aumento), maior ingestão de água, mudanças ou perda da voz, mudas prolongadas (com penas perdidas e não repostas), hábito de arrancar ou mastigar as penas (auto-mutilação). Cauda batendo (acompanhando a respiração), fraqueza, vacilos freqüentes da cabeça, olhos com aparência cansada, respiração ofegante e dificultosa ou mais forte que o normal, secreção ao redor das narinas ou olhos, barulhos ao respirar (chiados ou espirros), penas manchadas de marrom acima das narinas (sinal de nariz escorrendo), vômito, diarréia, cloaca suja, inchaços, desidratação, pés gelados.

Qualquer sinal de alteração no seu pássaro deve ser levado a sério, procurando-se um veterinário de aves rapidamente, pois as aves, após o desenvolvimento da doença, podem morrer rapidamente se não tiverem auxílio profissional.

fonte: http://ringneckbr.blogspot.com.br/search/label/Voc%C3%AA%20sabia%20%3F

Os Psitacídeos

Os Psitacídeos são aves, em geral, muito resistentes, e adaptam-se bem a qualquer clima, com preferências a ambientes com pouco frio, haja visto as regiões nas quais eles estão espalhados pelo mundo, que na maioria possui clima com predomínio de temperaturas quentes.

Podem viver nos mais variado tipos de vegetação: cerrado, caatinga, florestas. Porém preferem áreas próximas a rios e lagos.

São pássaros com grande habilidade para aprender a interagir com o meio em que vivem, em aprender a interagir com o meio em que vivem, especialmente, quando criados como pet´s (animais de companhia) pelo homem. Aprendem uma série de truques e brincadeiras, além de serem capazes de repetir assobios, palavras e frases. Há casos (como o do Papagaio do Congo Alex) em que associam nomes e cores a objetos.

Dentre as espécies mais hábeis para “falar” estão o brasileiro Papagaio-Verdadeiro (Amazona Aestiva) e o africano Papagaio do Congo (Psittacus erithacus erithacus). Além destes, geralmente as demais espécies também são capazes de assoviar e desenvolver algum tipo de interação com o ser humano, desde que ensinadas desde filhotes. O que também não exclui a possibilidade de aprender quando adultas.

Certa vez, um dos meus ring neck abriu o viveiro onde vivia, após recapturá-lo, amarrei a porta do viveiro com um arame (porém, muito fino) e no dia seguinte, ele cortara o arame e escapara da novamente. Outro dos meus Ring´s, observando o companheiro, que havia sido criado por mim desde filhote, buscar o alimento na minha mão passou a aproximar-se cada vez mais e a pegar o alimento da mesma forma. Uma das minhas calopsitas adultas aprendeu a assobiar ouvindo o ring neck e a mim. Então, posso afirmar, com certeza, que são inteligentes o bastante para aprender muitas coisas novas, mesmo quando adultos.

fonte: http://ringneckbr.blogspot.com.br/search/label/Voc%C3%AA%20sabia%20%3F

ENSINANANDO SUA AVE A FALAR

Geralmente as aves só aprendem a falar por volta de um ano de idade. Antes disso, ficam apenas “balbuciando” alguns sons. A primeira dica é fazer com que sua ave participe constantemente da movimentação da sua casa. Como resultado, seu animal certamente falará mais rapidamente.Segundo estudiosos, há várias técnicas para ensinar sua ave a falar. Uma delas, e acredita-se que seja uma das mais antigas, é a da repetição de palavras e frases.

Está comprovado que a ave aprende a falar, mas fora de contexto, pois esse método não estimula a capacidade de associação da ave.Quer saber mais? A seguir, mostraremos as novas tendências e métodos para que sua ave fale cada vez mais e melhor:Método de Contextualização: é simples de aplicar e exige bem pouco dos donos. Consiste somente em associar frases, palavras, objetos ou pessoas em um contexto. Por exemplo: ao ver sua ave de manhã, diga “bom dia”. Na hora de dar a comida, diga “vamos comer”. Você também pode mostrar algum objeto para o animal e falar a palavra que o representa.

A ave aprenderá primeiro as palavras que despertarem mais interesse e não aquelas repetidas com maior freqüência.Método da família: costuma surtir efeito rapidamente e também é um método muito simples.

A técnica consiste em colocar a ave no centro das ações da casa, participando ativamente da rotina da família. Através das observações feitas pela ave, ela certamente irá fazer associações e aprenderá muitas palavras e frases.Model/Rival: esse método já exige um pouco mais de dedicação dos donos e em geral é realizado com o auxílio de duas pessoas (Rival: disputa pela atenção da ave). Esse processo serve para a ave aprender o nome de objetos e de suas cores e formatos.

O exercício-modelo abaixo, aplicado por Irene Pepperberg, ajudará você a praticar essa técnica com sua ave:1) Duas pessoas deverão sentar em frente à ave, de modo que se crie um triângulo;2) A pessoa “X” segura uma pequena bola na frente da ave e da pessoa “Y” e pergunta para a pessoa “Y”: “O que é isso?”;3) A pessoa “Y” olha com atenção a bola, olha para a ave e responde: “bola”;4) A pessoa “X” entrega a bola à pessoa “Y” e diz: “muito bem”;5) Esse exercício deverá ser repetido e revezado pelos dois participantes, por 10 minutos e mais de uma vez ao dia;6) Deve-se simular também o erro. Veja o exemplo: repita o exercício mencionado acima, só que a pessoa “Y”, em vez de responder corretamente “bola”, irá responder qualquer outra coisa.

Então, a pessoa “X” dirá enfaticamente “NÃO” e não dará a bola para a pessoa “Y”, até que ela acerte o nome do objeto. Para cada 10 minutos de treino, faça um minuto de simulação de erro.7) Quando a ave acertar, entregue o objeto e ofereça a ela uma recompensa. Que tal um pedaço do seu alimento favorito?

fonte: http://ringneckbr.blogspot.com.br/search/label/Voc%C3%AA%20sabia%20%3F

Anilhamento!

Para identificar as aves, o sistema mais prático e seguro, consiste na colocação de anilhas nas pernas dos filhotes. A anilha é um anel de alumínio, fechado e inviolável, no qual está gravado as siglas da Federação e da Sociedade que as emitiu, o ano do nascimento, o número de ordem e o número do criador. Esta anilha é a identidade do pássaro, pois não sairá mais de sua perna, acompanhando-o por toda a vida. Os pássaros para serem apresentados em exposições e concursos oficiais devem portar obrigatoriamente anilhas.

As anilhas são colocadas nos Ringneck, com poucos dias de vida, de 4 a 10 dias, mas sempre tendo-se em conta o desenvolvimento de suas pernas, evitando-se que a operação seja traumatizante no caso de grande desenvolvimento ou que o pássaro a perca, se a manobra for realizada muito cedo.

O anilhamento é um processo delicado e às vezes é difícil, para o principiante. Deve ser feito sobre uma mesa forrada com papel, pois ao se pegar os filhotes nas mãos, é comum que os mesmos defequem.
Para anilhar, toma-se o filhote com a mão esquerda, e com a direita o anel. Passa-se a anilha pelos três dedos anteriores, deslizando-se até o início da articulação. Segura-se a ponta desses dedos e deslocase a anilha através do dedo posterior, que deve estar no mesmo sentido da perna, fazendo com que o anel passe para a perna. Em seguida liberta-se o dedo posterior, desenganchando-o da anilha. Essa operação pode ser facilitada, untando-se os pés dos filhotes com vaselina ou outro lubrificante neutro.

fonte: http://ringneckbr.blogspot.com.br/search/label/Voc%C3%AA%20sabia%20%3F

Genética Básica dos Ring Necks

Introdução

Esta parte do site pode parecer mais chata e “pesada” mas a intenção aqui é simplesmente tentar esclarecer de forma básica como funciona a herança genética na espécie. Com um pouco de paciência e estudo, muito poderá se conquistar em termos de conhecimento nesta área.

Para produzir as várias mutações e cores do Ringneck, o criador tem que entender de genética. A genética vai proporcionar um conhecimento de como os gens são herdados pelos filhotes de um dado casal de pássaros e como determinados indivíduos devem ser acasalados a fim de maximizar o número/qualidade das cores no ninho.
Existem 3 modos de transmissão de características hereditárias:

==> Ligado ao Sexo (ex.: Lutino, Canela)
==> Recessivo (ex.: Azul, Turquesa Azul)
==> Dominante: Dominância Incompleta (ex.: Cobalto e Malva) & Dominância Verdadeira (ex.: Verde-Cinza)

Os modos de herança genética (Ligado ao Sexo, Recessivo e Dominante) podem ser combinados em pássaros atravéz de acasalamentos a fim de produzir novas cores. Veja alguns exemplos:
1) Cinza: é uma combinação de gens, que é produzido atravéz do Verde-Cinza (dominante) e Azul (recessivo). Logo, Cinza = Verde-Cinza + Azul;
2) Silver: combina um gen ligado ao sexo com um recessivo e um dominante para produzir esta cor. Logo, Silver = Canela (ligado ao sexo) + Verde-Cinza (dominante) + Azul (recessivo).
Dos exemplos acima se conclui que Cinza e Silver são, na verdade, somente nomes aleatórios que expressam o visual exterior do pássaro. Porém, é importante compreender que na realidade, geneticamente o Cinza é um pássaro Verde-Cinza Azul e o Silver é um pássaro Canela Cinza, ou melhor, Canela Verde-Cinza Azul.
Existem inúmeros outros exemplos que podem ser dados. Quando se compreende como cada cor é formada, todo o processo da genética fica mais fácil de entender.

Tipos de mutações e cores

==> Mutações primárias: são as que ocorrem espontâneamente, não se pode produzir. Existem atualmente no Ringneck em torno de 50.

Como exemplo, Lutino, Verde-Cinza, Azul, Canela, Pallid, Turquesa, Violeta, etc.

==> Combinação de cores/mutações: junta-se num só pássaro, gens de outras cores/mutações para formar novas cores. Existem atualmente mais de 340 combinações. Alguns exemplos são:

> Recessivo + Ligado ao Sexo: Albino (Azul + ino); Creamino (Turquesa Azul + ino); Skyblue (Azul + Canela)
> Recessivo + Dominante: Cinza (Azul + Verde-Cinza)
> Recessivo + Dominante + Ligado ao Sexo: Silver (Azul + Verde-Cinza + Canela)

Atenção: As cores que são produzidas através da combinação de mutações (Albino, Creamino, Cinza, Skyblue, Silver, etc) não são conseguidas por acasalamentos diretos entre as cores que a compõem mas sim pelo uso de portadores. Exemplo: acasalando-se um macho Azul com uma fêmea Canela, não se consegue criar um filhote Skyblue na primeira geração. Deste acasalamento, nascerão filhotes machos Azul/canela (Azul portador de canela) e um macho desses acasalado com uma fêmea Canela (preferencialmente Canela/azul) produzirá filhotes Skyblue (existem também outras possibilidades para se chegar a esta mutação). Com as outras combinações de cores citadas acima acontece de forma similar.

Observações:

– Fêmeas não podem ser portadoras de mutações Sexo Ligadas (ino, canela, etc)
– Mutações Dominantes (verde-cinza, etc) não podem ser portadas;

AREAMENTO DE MUTAÇÕES RECESSIVAS:

Macho Portador x Fêmea Normal

Macho Normal x Fêmea Portadora
produz:

25% Macho Normal

25% Macho Portador

25% Fêmea Normal

25% Fêmea Portador

Macho Mutação x Fêmea Normal

Macho Normal x Fêmea Mutação

produz:

50% Macho Portador

50% Fêmea Portadora

Macho Portador x Fêmea Portadora

produz:

25% Macho Portador

12.5% Macho Normal

12.5% Macho Mutação

25% Fêmea Portadora

12.5% Fêmea Normal

12.5% Fêmea Mutação

Macho Mutação x Fêmea Mutação

produz:

50% Macho Mutação

50% Fêmea Mutação

PAREAMENTO DE MUTAÇÕES LIGADAS AO SEXO:

Macho Portador x Fêmea Normal produz:

25% Macho Normal

25% Macho Portador

25% Fêmea Mutação

25% Fêmea Normal

Macho Mutação x Fêmea Normal

produz:

50% Macho Portador

50% Fêmea Mutação

Macho Normal x Fêmea Mutação

produz:

50% Macho Portador
50% Fêmea Normal

Macho Portador x Fêmea Mutação produz:

25% Macho Mutação

25% Macho Portador

25% Fêmea Mutação

25% Fêmea Normal

Macho Mutação x Fêmea Mutação produz:

50% Macho Mutação

50% Fêmea Mutação

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fonte: http://www.omundodasaves.com.br/genetica_basica.html