Codorna Americana – características e criação

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As codornas americanas, em sua fase adulta, podem chegar a pesar até 500 gramas

A Codorna Americana, também conhecida como Bob White, é originária dos Estados Unidos e é uma excelente poedeira. Costuma ter pelo menos duas ninhadas ao ano e produzir cerca de 300 ovos. Apesar de ter origem nos Estados Unidos, a codorna americana é muito vendida no Brasil, isso acontece por sua grande facilidade em se adaptar ao clima tropical do nosso país.

As Codornas Americanas, em sua fase adulta, podem chegar a pesar até 500 gramas. Sua carne é muito saborosa e tem alcançado lugar de destaque no mercado brasileiro, devido ao sucesso de produção dessa codorna.

O corpo da Codorna Americana se diferencia das demais por ser marrom, com algumas manchas brancas ou pretas salpicadas. Essa característica é predominante tanto em machos como em fêmeas.

A alimentação da Codorna Americana é basicamente à base milho, trigo e grãos em geral, porém, ela costuma se alimentar, também, de alguns insetos e ervas daninhas.

No período de acasalamento, as Codornas Americanas costumam se agrupar em grandes quantidades, formando casais reprodutores. Estes casais incubam os ninhos e se essa incubação ocorrer de fato, os filhotes nascem após a eclosão dos ovos, em 24 horas. Os filhotes são bem pequenos e precisam ser aquecidos por alguns dias até crescerem um pouco mais.

Para investir em uma criação de Codornas Americanas você deverá, em primeiro lugar, decidir quanto quer produzir em ovos, para depois ter uma quantidade certa de codornas que deve ter para iniciar a sua produção.

Em seguida, deverá planejar o criatório para o número de codornas iniciais e para o quanto você pretende recriar. O criatório deve ser equipado com bebedouros e comedouros suficientes para que sua criação fique sempre bem instalada. A localização do criatório, o tipo de telhado e piso, e o espaço para a incubação são também fatores importantes para o sucesso de sua produção.

Coccidiose aviária: causa, sintomas e controle da doença

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A coccidiose aviária afeta o aparelho digestivo das aves, mais especificamente o intestino e o ceco, e causa diarreia com muco ou sangue, além de outros sintomas

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Motivo de grande preocupação de muitos avicultores, a coccidiose aviária é causada por um protozoário do gênero Eimeria, que se subdivide em sete espécies, a saber: E. acervulina, E. maxima, E. tenella, E. brunetti, E. necatrix, E. mitis e E. praecox. A contaminação ocorre quando a ave – geralmente a galinha doméstica (Gallus gallus), ingere oocistos presentes na cama do aviário, nas rações e na água. Como gera grave impacto na produtividade das aves, medidas de controle devem ser tomadas o quanto antes para evitar maiores danos.

Diarreia e perda de apetite são os sintomas mais comuns

A doença pode se manifestar de duas formas: a coccidiose intestinal e a coccidiose cecal. Ambas afetam o aparelho digestivo das aves, mais especificamente o intestino e o ceco. Os sintomas mais comunas são: diarreia com muco ou sangue, desidratação, anemia, perda de apetite, penas eriçadas, despigmentação da pele, apatia, prostração e, nos casos mais graves, morte.

A confirmação da doença se dá por meio de exame laboratorial

Para confirmar se o aviário foi acometido pela coccidiose, deve ser feito um exame laboratorial, após necropsia de algumas galinhas e coleta do material para microscopia. Ou ainda pode ser feito um exame do trato intestinal das aves, por meio da raspagem do muco intestinal, para observação ao microscópio.

A aplicação de vacinas e o uso de anticoccidianos é o melhor meio de controle da doença

O controle preventivo é o melhor meio de evitar a doença no aviário. Para isso, o avicultor deve adotar programas de controle da coccidiose aviária, por meio de anticoccidianos e vacinas, nos primeiros dias de vida das aves.

Biosseguridade e manejo adequado das camas do aviário são excelentes medidas de controle

Da mesma forma, a biosseguridade adotada na granja pode evitar que a doença seja disseminada por todo o aviário. Além do manejo adequado das camas do aviário, que diminui consideravelmente a probabilidade de oocistos no criatório.

Dicas para o controle da coccidiose aviária:

A cama do aviário deve possuir ótimo poder de absorção e deve apresentar cerca de 7 a 12 cm de espessura;
Os galpões de criação das aves devem possuir boa ventilação, para o arejamento do ambiente e a redução da umidade local;
A diminuição da densidade de aves por galpão reduz a umidade do ambiente, bem como o acúmulo de fezes na cama;
A manutenção adequada dos nebulizadores e dos bebedouros evita o vazamento de água na cama do aviário e, consequentemente, reduz a umidade ambiente.
Por Andréa Oliveira.

Fontes: EHow e Infoescola.

Codorna Chinesa – como criar

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As codornas chinesas filhotes dependem dos pais para se alimentarem até a quarta semana de vida. Passado esse período, elas conseguem sobreviver sem tantos cuidados

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A codorna chinesa é uma espécie que tem sido muito encontrada no mercado atualmente. Trata-se de uma ave dócil e fácil de criar, e de tamanho pequeno, medindo aproximadamente de 11 a 13 centímetros.

Como criar

As codornas chinesas podem ser criadas tanto em áreas abertas quanto em viveiros. Essa espécie costuma gostar de muito espaço para se movimentar livremente, portanto, separe um espaço equipado com bebedouros e comedouros e que permita também essa movimentação. Mas, cuidado com o tamanho do bebedouro que implantará em seu viveiro, por se tratar de ave pequena a chance de afogamento é bem grande.

A alimentação dessas aves pode ser à base de sementes e pedaços de verduras. As codornas chinesas costumam criar durante boa parte do ano. Geralmente, as fêmeas não chocam seus ovos, colocam-os em buracos por um período de 16 a 18 dias e, em seguida, nascem codornas precoces que necessitam de cuidados especiais. As codornas precoces ficam dependentes dos pais para se alimentarem por aproximadamente quatro semanas, após esse período conseguem sobreviver sem tantos cuidados. Esses filhotes devem ser alimentados com uma dieta rica em proteínas.

Como montar seu criatório de codornas chinesas

1º Passo: A primeira providência a ser tomada é procurar fornecedores confiáveis para a compra das codornas chinesas.

2º Passo: Monte seu criatório com bastante espaço para as aves se movimentarem, com bebedouros de tamanho pequeno, comedouros e telas de proteção bem apertadas, para que as codornas filhotes não fujam. O teto do viveiro deve ser coberto.

3º Passo: A troca da água dos bebedouros deve ser feita diariamente.

4º Passo: Alimente a codorna filhote com bastante proteína. Às aves mais velhas, dê sementes, verduras e frutas. Deixe a comida exposta constantemente.

Para diferenciar uma codorna fêmea de uma codorna macho, você deverá observar uma coloração diferenciada que só existe em machos. São manchas pretas e brancas localizadas no pescoço.

Criação de codornas – comercialização e aspectos econômicos

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Confira os custos médios para a implantação de uma granja de codornas

O criador localizado em regiões de fraca produção raramente terá problemas para escoar os seus produtos e obterá um preço justo por eles. Comercializar diretamente com o consumidor é questão que exige uma avaliação caso a caso. Seguramente, o corte do intermediário promoverá um ganho substancialmente maior na atividade. Esta é quase uma condição para os pequenos criadores. Evidentemente que o volume produzido e o potencial de absorção de produção do mercado local serão fatores que influenciarão as estratégias de comercialização.

São potenciais pontos de venda e, ou compradores: supermercados, bares, padarias e restaurantes, hotéis, bufês e salgadeiras, ferias livres e varejões. O consumo de ovos e carne de codorna tem aumentado em regiões turísticas, especialmente no litoral.

O mercado dos produtos oriundos da coturnicultura é muito diferenciado de região para região. Em locais onde a atividade é pequena ou inexistente, há mercado para comercialização do ovo no varejo com preços superiores a 300% do valor praticado no atacado de um grande centro produtor. A solução para quem está em uma região de alta produção é a exportação dos ovos in natura ou processados. Um controle rígido de qualidade e o conhecimento por parte do criador das principais características e vantagens dos produtos (carne e ovos), em relação às demais alternativas disponíveis no mercado, podem se constituir em fatores de estímulo ao consumo.

A quantidade de colesterol nos ovos de codorna ainda é motivo de dúvida para muita gente. Ovos de codorna possuem 72,7 miligramas de colesterol por grama de gordura, enquanto os ovos de galinha possuem 63,0 miligramas de colesterol por grama de gordura. Fornecem 15,8 calorias e apresentam grande riqueza vitamínica, com destaque para as vitaminas A, D, E, complexo B, além da vitamina C, inexistente em ovos de galinha.

Para fazer o processamento do ovo, lembre-se de que os ovos com mais de 3 ou 4 dias após a postura serão descascados mais facilmente, minimizando as perdas. Coloque os ovos na panela de tamanho adequado, já com a água, e a grade vazada instalada. Quando a água estiver morna, faça movimentos circulares de vai e vem na alça da grade durante 5 minutos, para que ocorra o deslocamento da gema mais para o interior e centro do ovo. Esta prática também diminuirá as perdas no descascamento e melhorará a aparência final do produto. Deixe os ovos em água fervente por 3 a 5 minutos. Faça o resfriamento com água fria e leve os ovos para a descascadora. Uma descascadora mecanizada pode ser improvisada com sucesso, utilizando-se um motor de batedeira de bolo.

A casca dos ovos de codorna é menos resistente que a dos ovos de galinha. Só não ocorre extravasamento do albume porque a membrana interna é mais espessa e resistente. Ao chegar na máquina, os ovos já terão toda a casca praticamente quebrada pela fervura e movimentação.

Os ovos descascados serão novamente lavados em água potável e finalmente envasados nos recipientes adequados. A salmoura será preparada utilizando-se 30 gramas de sal e 5 gramas de ácido cítrico comercial (adquirido em farmácias), por litro de água (recomendação do Instituto de Tecnologia de Alimentos de Campinas). Os ovos devem ficar totalmente embebidos na salmoura. Todo o procedimento deve transcorrer na mais completa higiene, nunca utilizando as mãos para manipular os ovos já descascados. A água utilizada para preparar a salmoura deve ser filtrada e preferencialmente fervida. Nestas condições, os ovos podem permanecer até 30 dias em geladeira. Para uso semanal, apenas o sal é suficiente para conservação em geladeira.

Marrecos: fase inicial da criação

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Na fase inicial, por serem ainda muito sensíveis, os marrecos precisam ser criados em um local protegido

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A fase inicial é caracterizada pelo período que vai desde o 1º até o 21° dia de vida dos animais. Este período pode ser dividido em duas etapas: a pré-criação, que vai do 1º dia até o 5º ou 7º (1ª semana) e o período restante até o 21º dia.

Pré – criação

Os marrequinhos são muito sensíveis nos primeiros dias de vida, sendo necessária a criação em um local protegido e com fornecimento de calor. As instalações podem ser as mesmas utilizadas para a criação inicial de frango de corte, mas as mais adequadas são as instalações suspensas, com piso de tela plástica ou chapa perfurada de 15 x 15mm, facilitando assim o escoamento dos dejetos. O galpão deve ser limpo e desinfetado, antes de receberem os marrecos recém-nascidos.

Este local deve estar abrigado de influências externas de temperatura. A água deve ser servida em tubos de PVC com orifícios na parte superior e com circulação de água no seu interior.

A temperatura utilizada neste sistema deve ficar em torno de 32ºC. Esta temperatura é obtida por meio do aquecimento com gás combustível, permitindo uma maior uniformidade da temperatura. A utilização de energia elétrica, para fornecimento de calor, apresenta o risco de uma eventual falta de energia, o que pode levar à mortalidade, ou mesmo fraco desenvolvimento pela não manutenção da temperatura adequada.

A ração oferecida deverá ser farelada, visto que, nestes primeiros dias, os marrequinhos não conseguem engolir a ração na forma de “pellet”.

Exigências nutricionais para o período de pré-criação

Matéria seca: 86,75%
Proteína digestível: 17%
Fibra: 2,90%
Gordura: 3,66%
Energia Metabolizável: 3.060Kcal
Cálcio: 0,82%
Dálcio Ricardo de Andrade, coordenador do Curso Criação de Marrecos, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, ressalta que o sistema de pré-criação, na maioria dos casos, é feito pela empresa que produz os marrequinhos, pois a utilização de um sistema de aquecimento tornaria muito oneroso o processo de criação para os produtores. Nestas condições, a venda é feita quando as aves atingem a idade de 5-7 dias, pois a partir desta idade em diante torna-se desnecessário o sistema de aquecimento.

6º – 7º até 21º dia de Vida

Após o 6º ou 7º dia de vida, os marrequinhos podem ficar em um pátio ao ar livre, onde se habituarão com o clima natural. Com 15 dias de idade, podem ser colocados em viveiros de água, mas com profundidades não superiores à sua altura. Nesta fase, não são exigidos cuidados especiais.

A densidade de criação deve ser de:

do 7º ao14º dia, 15 a 16 aves/m²
do 15º ao 21º, 7 a 8 aves/m²

Fase de crescimento e engorda de marrecos

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Os comedouros utilizados podem ser simples, de madeira, com o cuidado de que todas as aves possam se alimentar simultaneamente2016112904

Nas fase de crescimento e engorda, não há necessidade de instalações adequadas como na fase de criação inicial, visto que pela sua rusticidade o marreco não precisa de um abrigo. Apenas há necessidade que a ração oferecida aos animais tenha alguma proteção contra chuva, pois a ração molhada poderia fermentar e se deteriorar, causando problemas para a ave que a ingerisse.

Nas fase de crescimento e engorda, deve ser oferecida em torno de 140g/dia:

Exigências nutricionais para a fase de crescimento e engorda

Matéria seca: 86,65%
Proteína digestível: 12,67%
Fibra: 4,87%
Gordura: 3,63%
Energia Metabolizável: 3.100kcal
Cálcio: 0,89%
Fósforo: 0,62%
A lotação no período de crescimento deverá ficar em torno de 6 a 7 aves/m2 e na engorda, de 3 a 4 aves/m2, sendo já neste período necessária a existência da canaleta para as aves terem acesso à água.

Os comedouros utilizados podem ser simples, de madeira, com o cuidado de que todas as aves possam se alimentar simultaneamente, evitando, assim, a desuniformidade do plantel. Calcula-se a proporção de dois centímetros lineares de comedouro por marreco. Considera-se, ainda, que o marreco não possui inglúvio e que, portanto, a ingestão de ração em cada vez que acessa o comedouro é pequena, sendo que o mesmo retorna diversas vezes ao comedouro para sua satisfação alimentar diária.

Durante a fase de crescimento e engorda, há chances de os marrecos adquirirem doenças como:

Salmonelose – apresenta inapetência, febre, fraqueza, diarreia, desequilíbrio, mortalidade, aumento do tamanho do fígado e do baço. Apresenta ainda alterações no ovário, apresentando óvulos cistícios, descoloridos e disformes.

Micotoxicose – é um quadro de curso subclínico, onde a indicação da presença da toxina do fungo resume-se apenas em um crescimento retardado, perda do apetite, ou apetite reduzido, diminuindo, assim, a ingestão de ração. O fígado está sempre aumentado de tamanho e pode aparecer hemorragias internas.

Após a etapa de crescimento e engorda, os marrecos passam pelo processo de abatimento e comercialização. Dálcio Ricardo de Andrade, coordenador do Curso Criação de Marrecos, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, diz que o abate dos marrecos é bastante simples. Convém lembrar que, abatendo o marreco em torno de 50 dias, com 2,8kg de peso, a retirada das penas é mais fácil.

Atualmente, não existe uma grande firma integradora, como ocorre com o frango; portanto, a venda dos marrecos abatidos deve ser feita diretamente aos consumidores e comercializando a produção a restaurantes.

Criação de patos no Brasil

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É uma ave resistente, de simples manejo e se adapta com facilidade aos diversos climas e regiões

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A criação de patos no Brasil sempre foi muito popular. Isso porque são aves rústicas, resistentes e seus ovos muito nutritivos, são bastante comercializados. E é claro que em criação de aves ornamentais eles também não podem faltar. Suas penas, que variam de cores dependendo da raça, podem ser utilizadas na confecção de objetos de adorno. Assim como matrizes e reprodutores são vendidos por bons preços em feiras ou exposição de aves.

O pato é uma ave anseriforme, da família dos anatídeos. Todas as raças de pato domésticos, conhecido cientificamente como Anas platyrhynchos descendem do pato selvagem, originário da América do Sul. Nas criações destinadas ao abate, a raça preferida pelos produtores é a crioula, que se divide em quatro tipos de cores: branca, preta, azulada e cinza. No entanto, ela pode perfeitamente servir às criações destinadas ao ornamento.

E independente das cores, os patos domésticos são facilmente caracterizados por possuírem a cabeça grande e a coroa coberta de penas deitadas, que podem se levantar formando um topete quando o macho fica irritado. A lateral da cabeça é coberta por uma espécie de verruga, chamada também de carúnculas. Seu corpo é comprido e largo, apresentando o peito cheio e redondo, pescoço e bico curtos, este último com a ponta virada para baixo. Possui ainda asas grandes. Fortes e com muita pena. O pato crioulo é mais pesado que seu antecessor selvagem. Quando se aproxima de um ano de idade para de crescer e continua a ganhar peso. Um macho adulto pode atingir o peso de 4,5 quilos, enquanto as fêmeas alcançam cerca de 3,5 quilos.

Mas há ainda outras raças de patos que podem ser criados em cativeiro. Entretanto são espécies selvagens que vivem em diversas regiões do país, principalmente no Pantanal Mato-grossense. Para que uma criação de patos selvagens dê bons resultados reprodutivos, o criador deverá construir as instalações imitando, ao máximo, o ambiente natural em que vive o animal. Nesse caso, é necessário cortar as penas de uma das asas de cada ave para que não fujam para a natureza.

O CPT – Centro de Produções Técnicas, oferece vários cursos na área de Avicultura que ensinarão como iniciar uma criação, como ter cuidados com os filhotes, além de reprodução e alimentação das aves. Confira!

Cria, Recria e Engorda de Faisões

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O clima do Brasil é muito propício para a reprodução dessa espécie

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Existem em todo o mundo aproximadamente 50 espécies de faisões, sendo que, deste total, em torno de 46 são criadas em cativeiro. Seu nome foi dado em homenagem ao Rio Fases, na Rússia. Os faisões se adaptam aos mais variados climas. São originários do Tibete e da Índia, mas ao ser levado à Europa e aos Estados Unidos, para ser usado como caça, é que sua criação se proliferou. O clima do Brasil é muito propício para a reprodução dessa espécie, aqui são encontradas cerca de 2.900 das 9.000 espécies existentes na América do Sul.

Cria

A fase de cria vai do nascimento até o décimo segundo dia. Durante essa etapa, as aves são colocadas dentro dos galpões, protegidas por um círculo de madeira. Em cada galpão são colocados três círculos, que devem ter três metros de diâmetro e cinquenta centímetros de altura e irá estocar 500 faisões destinados à engorda para o abate. Mil e quinhentas aves operadas, que mais adiante serão soltas, é a capacidade dessas salas. Ou seiscentas aves, no caso de faisões que não foram operados, e que serão comercializados para a caça. Devem ser colocados, ainda, oito comedouros e oito bebedouros alternados.

Recria

A fase de recria vai do 12º dia até o 45º, quando as janelas do galpão são abertas e os faisões têm acesso também ao pasto exterior. No décimo segundo dia de vida, o cercado de madeira é retirado e os faisões ficam com livre acesso a todo o galpão. Essas madeiras serão usadas em outra sala que irá receber novos faisões.

Engorda

A fase de engorda vai do quadragésimo quinto dia até o abate, para os faisões de corte. Com quarenta e cinco dias, as aves têm acesso à área externa da granja. Ficam à vontade para entrarem e saírem a hora que desejarem. No início, elas ficam com um pouco de receio, mas depois que saem, elas preferem ficar mais ao ar livre que dentro do galpão. Com esse manejo, é possível manter a mesma quantidade de aves que vinha sendo criada por galpão, pois, embora as aves fiquem maiores, a densidade de criação diminui. Existe mais espaço para os faisões se desenvolverem.

Segundo João Batista de Oliveira, coordenador do Curso Criação de Faisões Ornamentais e de Corte, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, “somente aos noventa dias torna-se possível visualizar as diferenças morfológicas entre machos e fêmeas. Mas isso não é tão importante, pois ambos são criados para o abate ou caça.” Você encontrará mais informações a respeito da criação de faisões em nosso Curso CPT, confira!

Matéria desenvolvida por meio da sugestão da Merques Zacarias.

Conheça as principais raças americanas de galinha caipira e suas aptidões

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Todas têm a cor da pele amarela e os ovos com a cor da casca marrom

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A New Hampshire é uma ave de muita beleza e boa aptidão

As raças americanas são muito utilizadas em programas de melhoramento de plantel. Embora apresentem índices de produtividade menores em relação às marcas comerciais, elas se reproduzem. Isso permite ao avicultor obter várias gerações de aves sem perdas significativas de produtividade. Todas têm a cor da pele amarela e os ovos com a cor da casca marrom.

Rhode Island Red

Apresenta plumagem vermelho-escura. Trata-se de uma galinha de porte médio, excelente poedeira e produtora de carne. Chega a produzir até 260 ovos por ano, quando em sistema confinado. Quando é criada solta, ao ar livre, não ultrapassa de 160 a 200 ovos. A variedade da Rhode Island Red mais conhecida é a de crista de serra cor de rosa.

Plymouth Rock Barrada

Aves de porte médio e dupla aptidão, sendo boa para a produção de carne e de ovos. Conhecida como carijó, apresenta plumagem branco-acinzentada. É bastante utilizada em criações semi-intensivas e extensivas, sendo resistente às condições de solo encharcado. Existe também uma variedade com plumagem toda branca, conhecida como Plymouth Rock Branca.

New Hampshire

Foi obtida a partir da Rhode Island, e apresenta uma coloração mais clara e de maior brilho. É uma ave rústica e bastante popular por apresentar maturidade sexual precoce. Inicia a postura por volta da décima-oitava semana de vida. É uma ave de muita beleza e boa aptidão também para a produção de carne, sendo possível obter frangos de 1,600 kg, aos 90 dias.

Reprodução de Marrequinhos

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O rendimento médio da eclosão é de 72 %; 220 ovos produzidos, por ave, originam 172 marrequinhos

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Para que haja a reprodução dos marrequinhos é necessário ter em torno de um macho para cada quatro fêmeas, sendo que próximo ao início de produção, o plantel deverá ser transferido para um galpão de produção, sendo este provido de ninhos (um para cada quatro fêmeas) situado ao nível do solo, sendo que qualquer altura acima do piso tornaria difícil o acesso da fêmea ao mesmo.

Cada fêmea produz cerca de 220 ovos por ano, com um peso médio de 80 a 90 gramas. Os ovos devem ser colocados em recipientes adequados para tal, com o objetivo de minimizar as perdas, principalmente no que se refere a ovos quebrados e/ou trincados, e os mesmos deverão ser desinfetados após a coleta. 220 ovos produzidos, por ave, originam 172 marrequinhos. O rendimento médio da eclosão é de 72 %.

Incubação

A marreca não choca os seus ovos; portanto, os ovos devem ser incubados artificialmente.

O ovo incubável deve ser estocado a uma temperatura não superior a 23°C, pois temperatura acima deste limite possibilitam a retomada do desenvolvimento embrionário, o que é prejudicial, pois determina a mortalidade embrionária.

A estocagem não deve ser superior a sete dias.

O cuidado com o ovo incubável deve ser rigoroso, pois no momento de postura este ovo fecundado apresenta no seu interior um embrião com 256 células, este, sensível à variação de temperatura, batidas, movimentos bruscos e ao tempo de estocagem.

Pré – Criação

Os marrequinhos são muito sensíveis nos primeiros dias de vida, sendo necessária a criação em um local protegido, com fornecimento de calor. As instalações podem ser as mesmas utilizadas para a criação inicial de frango de corte, mas as mais adequadas são as instalações suspensas, com piso de tela plástica ou chapa perfurada de 15 x 15 mm, facilitando assim o escoamento dos dejetos. O galpão deve ser limpo e desinfetado antes de serem colocados os marrecos recém-nascidos.

A água deve ser servida em tubos de PVC com orifícios na parte superior e com circulação de água no seu interior.

Este local deve estar abrigado de influências externas de temperatura.

No Curso Criação de Marrecos, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, você encontrará diversas informações a respeito da produção de Marrequinhos. Especificidades como: Fase Inicial, Fase de Crescimento e Engorda, Doenças e Abate e Comercialização. Essas informações possibilitarão que você se torne um profissional de sucesso nesta área. A coordenação técnica deste trabalho ficou a cargo da Equipe Técnica da FUNPIVI – Fundação de Piscicultura Integrada do Vale do Itajaí e do Professor Dálcio Ricardo de Andrade da UENF – Universidade Estadual Norte Fluminense.