Saiba Tudo Sobre o Papagaio de Cara Roxa

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O Papagaio de Cara Roxa é uma ave da família Psittacidae, cujo nome científico é Amazona brasiliensis. A distribuição geográfica dessa espécie está desde o extremo sul do litoral do Estado de São Paulo ao extremo norte do litoral do Estado de Santa Catarina, região com últimos remanescentes contínuos de Floresta Atlântica. A maior população desta ave está localizada no litoral do Estado do Paraná, limite do Município de Guaraqueçaba com o Estado de São Paulo, parte dos municípios de Antonina, Morretes e em Matinhos e Guaratuba, além de grandes formações insulares na Baia de Paranaguá como as ilhas do Mel, Rasa da Cotinga, Rasa, das Peças e de Superaguí. No Estado de São Paulo se distribuem nos municípios de Peruíbe, Itanhaém, Iguape e Cananéia até a Ilha do Cardoso. E em Santa Catarina, a espécie foi registrada nos municípios de Itapoá e São Francisco do Sul. Seu habita é em restingas e matas de baixadas litorâneas, utiliza habitats adjacentes ao mangue e não penetra em matas altas usando matas mais abertas.

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O Papagaio de Cara Roxa não apresenta dimorfismo sexual, pesa de 400 a 450 gramas e mede 36 cm de comprimento. Seu bico é curvo, forte e afiado. Sua coloração é quase toda verde, tendo a fronte e vértice vermelho e, a garganta, regiões auriculares, bochechas e laterais do pescoço de cor arroxeada. Apresenta encontro avermelhado, primárias enegrecidas e secundárias verdes e azuis, cauda com larga faixa vermelha na parte inferior e extremidade amarela.

Alimentação do Papagaio de Cara Roxa
Ele alimenta-se de frutas, sementes, folhas, flores e néctar de pelo menos 68 espécies vegetais. Cerca de 40% destas espécies são endêmicas da floresta ombrófila densa das terras baixas, sendo os registros de consumo de frutas mais frequentes sendo o jerivá, araçá, mangue do mato e guanandi.

Reprodução do Papagaio de Cara Roxa
São aves monogâmicas e seu período reprodutivo ocorre geralmente entre setembro e março, podendo estende-se ao final do mês de abril caso haja a perda de ninhada. Nos meses de agosto e setembro os casais vão à procura de ninhos em potencial e costumam nidificar em ilhas. O papagaio aproveita ocos já existentes em árvores, ou escavados em árvores em decomposição por outras espécies e eventualmente podem utilizar bromélias arbóreas para a nidificação. Esses ninhos são encontrados em florestas arenosas, florestas inundadas sazonalmente e em florestas inundadas permanentemente.

Após a escolha da cavidade, a corte é iniciada pelo macho e no mês de outubro ocorre a cópula. A postura pode ser de até quatro ovos com intervalo médio de dois ou mais dias entre cada ovo. Após, ocorre um período de incubação que é realizado somente pela fêmea durante 27 a 30 dias. Os machos ficam responsáveis pela alimentação da fêmea e dos filhotes após a eclosão dos ovos. Aos 38 dias os filhotes já estão empenados, aos 44 dias já se parecem com aos pais e entre 55 e 60 dias os mesmos deixam os ninhos, no entanto ficam próximo dos pais.

Saiba Tudo Sobre o Papagaio Charão

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O Papagaio Charão é uma ave da família Psittacidae, cujo nome científico é Amazona pretrei, que significa “papagaio de Prêtre, da floresta Amazônica”. É popularmente conhecido como papagaio de peito roxo, charão, chorão, papagaio da serra e serrano. O Papagaio Charão ocorre no Brasil, Paraguai e norte da Argentina. No Brasil é encontrado do sul da Bahia e norte de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. Na Bahia sua ocorrência é citada para a Chapada Diamantina. Foi redescoberto recentemente no norte do estado do Espírito Santo. A ave é muito comum no estado de Santa Catarina. Existem registros nas regiões sul e sudeste. No Rio Grande do Sul existem poucos registros, sendo a maioria em unidades de conservação.

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O Charão é uma ave encontrada na floresta ombrófila mista, com predominância da Araucária angustifolia. Como esta formação florestal está bastante reduzida, a ave encontra-se em rápido e contínuo declínio populacional. Esta espécie é uma dos menores papagaios brasileiros. Apresenta 32 cm de comprimento e 280 g de massa corporal. Apresenta dimorfismo sexual. Os dois sexos têm cor predominante verde, e são diferenciados pela máscara vermelha e de algumas penas vermelhas da asa mais brilhantes no macho, sendo que indivíduos jovens apresentam pouco vermelho. As penas secundárias das asas e parte das primárias são azuis, sendo que as retrizes são verdes com a extremidade amarela. O círculo ao redor dos olhos é branco, o bico é curvo e afiado, as pernas e pés são cinza, a íris é alaranjada.

Reprodução do Papagaio Charão
Sua maturidade sexual se inicia aos 2 anos e o período reprodutivo varia entre setembro e janeiro. Sua nidificação é feita em cavidades de árvores. O declínio da oferta desse recurso em função da destruição e degradação dos ambientes florestais vem se transformando em fator de ameaça à sua conservação. Põe de 2 a 4 ovos, incubados por um período de 22 a 24 dias, e geralmente tem apenas uma ninhada por ano. Ambos os pais alimentam os filhotes.

Alimentação do Papagaio Charão
A dieta alimentar do Papagaio Charão é bastante diversificada, no entanto sua preferência alimentar é pelo consumo das sementes de Araucária. Quando está fora da estação da araucária, os charões utilizam em sua alimentação frutos, sementes, folhas e flores de dezenas de espécies de plantas nativas e algumas exóticas, destacando-se os frutos de guabiroba, cereja, sementes de camboatá-vermelho, canela, sementes e gemas florais de eucalipto, nêspera, pera, banana, mamão, coco verde e goiaba.

Saiba Tudo Sobre o Papagaio Moleiro

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O Papagaio Moleiro é uma ave da família Psittacidae, cujo nome científico é Amazona farinosa, que significa “Papagaio farinoso ou papagaio da floresta Amazônica borrifado com farinha”. Popularmente conhecido como Ajuruiçu, ajuruaçu, Juruaçu, curica, jeru, juru e juru açu. Pode ser encontrado nas regiões do México à Bolívia, sendo que no Brasil é encontrado no Mato Grosso, Leste do Pará, Maranhão, Bahia, leste de Minas Gerais e São Paulo. Seu habitat é nas Matas altas e densas tanto em seu interior como nas bordas.

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Espécie de grande porte mede em torno de 40 cm de comprimento, pesa em média 800 gramas, sendo considerado o maior papagaio brasileiro, estando entre os maiores do mundo. A espécie não apresenta dimorfismo sexual. Plumagem geral é verde, coberta por um pó branco muito fino (farinosa – origem de seu nome científico), boné geralmente amarelo, azul e vermelho, bico e anel perioftálmicos brancos, espelho alar vermelho e cauda longa com extremidade verde clara.

Sua personalidade é curiosa e extrovertida. Alguns indivíduos são mantidos em casa como um animal de estimação, podem se tornar muito dóceis e brincalhões. O Papagaio Moleiro não é muito bem conhecida pela imitação, embora saibamos que isso depende mais da questão em particular, seu caráter e predisposição do pássaro.

Alimentação do Papagaio Moleiro
Em cativeiro o Papagaio Moleiro deve ser alimentados com uma boa mistura de frutas e vegetais frescos e água fresca e potável. Ele prefere sementes mais gordurosas, como sementes de girassol e amendoim, mas não devem ser oferecidos com frequência pois a espécie é propensa a ter problemas de obesidade. Na natureza, alimentam-se de frutos, sementes, nozes, bagas, flores e brotos, que procuram no topo das árvores.

Reprodução do Papagaio Moleiro
É uma ave que tem dificuldade de se reproduzir em cativeiro. A maturidade sexual geralmente chegar aos 4 anos. Na natureza ele nidifica em buracos de árvores e saliências rochosos e em cativeiro em tronco de árvore oca ou caixa-ninho para grandes aves, com medidas aproximadas de 40 x 40 cm e altura de 60 a 70 cm. O orifício de entrada deve ter aproximadamente 10 a 12 cm de diâmetro.

Normalmente são postos de 3 a 4 ovos. Estes não são colocados no mesmo dia, pode haver intervalos de vários dias entre um ovo e outro, geralmente entre um a três dias de descanso. A fêmea tem a responsabilidade de incubar os ovos. O macho alimenta a fêmea através de regurgitação durante o período de incubação dos ovos, que dura cerca de 4 semanas. Após o nascimento dos filhotes, o macho tem a obrigação de alimenta-los. Aos 3 meses aproximadamente, os filhotes se tornam independentes dos pais, não necessitando receber alimentos destes.

Saiba Tudo Sobre o Papagaio Campeir

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O Papagaio Campeiro é uma ave da família Psittacidae, cujo nome científico é Amazona ochrocephala que significa “papagaio com a cabeça amarelo pálido, da floresta Amazônica”. É popularmente conhecido como papagaio de suriname, airuapara, ajuruapara e ajeruapara. A espécie pode ser encontrada no Brasil, nos Estados do Pará, Acre, Amazonas, Rondônia e norte do Mato Grosso. Encontrado também do México à Colômbia, Peru e Bolívia. Seu habitat é em florestas decíduas secas à beira de campo, floresta úmida, semiúmida, pântanos e buritizais.

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Ele mede 35 cm de comprimento, e pesa em torno de 405 a 460g. Não há dimorfismo sexual. A plumagem predominante é verde, mais pálido e amarelado no peito. Cabeça amarelada. A plumagem dos ombros são vermelhos. Cauda verde com bordas amareladas. Bico cor de chifre com laranja nas laterais da mandíbula superior. Íris laranja e pés cinza claro.

São aves de fácil domesticação, por isso são muito procuradas como animais de estimação. São inteligentes e perceptivas e reproduzem som em repetição, como por exemplo a fala humana, toque de telefone, campainha, etc.. Quando bem cuidados sua expectativa de vida chega aos 80 anos.
Seu habitat tem sido destruído aos poucos e sua ameaça de extinção tem sido pouco preocupante.

Alimentação do Papagaio Campeiro
Na natureza, alimentam-se de frutos, sementes, nozes, bagas, flores e brotos. Em cativeiro são oferecidos, além da ração comercial para psitacídeos, podem ser oferecidos frutos como mamão, banana, goiaba, coco fresco e laranja, sementes como painço e semente de girassol, vegetais como couve, mostarda e repolho.

Reprodução do Papagaio Campeiro
Eles são monogâmicos. Sua época de reprodução é de dezembro a maio. A maturidade sexual é atingida aos 3 anos de idade. Nidifica em buracos de cupinzeiros em árvores e ocos de palmeiras. Põem de 2 a 4 ovos que são incubados por 26 dias e os filhotes permanecem em média 60 dias no ninho até alçar o primeiro voo.

Saiba Tudo Sobre o Papagaio Galego

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O Papagaio Galego é uma ave da família Psittacidae, seu nome científico é Alipiopsitta xanthops, que significa “Papagaio de Alípio com a face amarela”. Popularmente conhecido por papagaio de barriga amarela, papagaio curraleiro, papagaio curau e papagaio goiaba. Trata-se de uma espécie endêmica de cerrado, mas não do Brasil. Possui distribuição ampla ocorrendo desde o sul do Piauí/Maranhão, passando por estados do centro-oeste como Tocantins, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul até o Norte de São Paulo e Bolívia. Seu habitat é no cerrado, cerradão, caatinga, matas de galeria e buritizais

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O Papagaio Galego corre risco de extinção por conta da escassez cada vez maior de áreas de cerrado no Brasil, que têm sido sistematicamente derrubadas para monoculturas. A perda de habitat devido à expansão da agricultura e pastagens cultivadas, principalmente nos cerrados dos planaltos do entorno e bordas do Pantanal representam graves ameaças a este Papagaio. A espécie não é das mais visadas comercialmente para o contrabando, porque está entre aquelas que não falam muito, no entanto sua plumagem é muito bonita.

É uma espécie bastante tímida e que não aprende facilmente a falar como o Papagaio Verdadeiro. É considerado muito arisco, quando detecta a presença de qualquer indivíduo, voa e pousa em locais de difícil acesso. Estes papagaios medem entre 25 a 27 cm de comprimento e pesam em torno de 300 gramas, possui uma plumagem verde clara, com barriga e cabeça de cor amarela, e bico é curvo rosado com uma mancha escura cor de chifre.

Alimentação do Papagaio Galego
Eles consomem frutos, sementes e flores presentes no seu habitat. As espécies vegetais mais consumidas da ave são Mimosa claussenii, Caryocar brasiliense, Leucaena leucocephala, qualea parviflora, Eriotheca pubescens e Pterodon emarginatus. Também consomem barro e casca de árvore.

Reprodução do Papagaio Galego
São aves monogâmicas, sendo que o Papagaio Galego se nidifica em fendas, buracos naturais nas árvores e também utiliza cupinzeiros abandonados. A fêmea bota em torno de 2 a 4 ovos, incubados por cerca de 28 dias. Pouco acostumado ao cativeiro tem assim dificultada a sua reprodução.

Saiba Tudo Sobre o Papagaio Cuiú Cuiú

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O Papagaio Cuiú Cuiú, cujo nome científico é Pionopsitta pileata, é popularmente conhecido como maitaca da cabeça vermelha, periquito grego e curica cuiú. Ele ocorre no leste do Paraguai, nordeste da Argentina e no Brasil, do estado da Bahia até o Rio Grande do Sul, vivendo em matas das serras da Mantiqueira, Mata Atlântica, Mata de Araucária e do cinturão litorâneo. O cuiú cuiú vive em bandos de até 50 indivíduos. É uma ave que se encontra ameaçada de extinção devido a caça predatória.

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Mede aproximadamente 22 cm de comprimento, pesa em média 120 g, é considerada uma ave pequena e que pode viver cerca de 30 anos. Sua plumagem é predominantemente verde, no ouvido a plumagem é roxo amarronzado, as pernas são verde amareladas e os pés cinzas. Bico cinza esverdeado vai tornando-se bege próximo a ponta. Íris castanho escuro. Há um dimorfismo sexual sutil, sendo que o macho possui uma plumagem vermelha na testa, no topo da cabeça e a região ao redor dos olhos. Já nas fêmeas, são verdes, sendo que na testa há penas azuis.

Alimentação do Cuiú Cuiú
Na natureza alimentam-se de frutos como a candeia, goiaba, o caqui, o cambuí, bagas, sementes, cascas fibrosas, e frutos dos gêneros Podocarpus e Myrciaria. Em cativeiro fornece-se mistura de sementes, frutas, verduras, legumes e ração comercial específica para psitacídeos.

Reprodução do Cuiú Cuiú
Os ninhos são feitos em troncos ocos e geralmente de difícil acesso. Os membros desta família vivem aos casais e permanecem assim a vida inteira. A fêmea bota de 3 a 4 ovos e somente a fêmea os chocam por 24 dias. O macho alimenta a fêmea durante todo o período de postura. Os filhotes são cuidados pela fêmea até completarem aproximadamente 20 dias, saindo do ninho com 52 a 54 dias, alimentando-se sozinho logo em seguida.

Saiba Tudo Sobre a Calopsita

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Com sua personalidade feliz e natureza calma, estes atraentes e pequenos papagaios com certeza irá te conquistar em pouco tempo, e o encherá de amor e atenção! A Calopsita, cujo nome científico é Nymphicus hollandicus, é um pássaro muito inteligente e curioso. Essas características fazem com que elas sejam facilmente domesticados e treinados. Junte isso com uma natureza muito delicada e você terá um animal de estimação que as crianças poderão ter e cuidar com segurança. Em seu habitat natural, o interior árido da Austrália, a Calopsita costuma viajar em bandos, sempre procurando os lugares que possuem seus alimentos. Ela pode ficar temporariamente na vegetação rasteira do deserto, mas sempre buscarão estar perto de uma fonte de água, como riachos e rios. Quando sua fonte de alimento acaba, elas vão seguir em frente e procurar novos lugares.

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Todas as Calopsitas são nativas da Austrália e vivem em regiões subtropicais e temperadas. Elas são encontradas na maior parte da Austrália, exceto nas áreas costeiras. São considerados parte da família das Cacatuas (Cacatuidae). Como membro desta família, exibem suas bonitas cristas eréteis, bem como suas colorações de penas e seus comportamentos de reprodução. Calopsitas jovens são mais finas e magras do que os adultos e não possuem todas as penas da cabeça. As aves jovens atingem o tamanho de adulto com cerca de 9 meses, embora elas começam a fazer a muda com cerca de seis meses, continuando a trocar de penas todos os anos.

Quando adulta pesará de 80 até 110 gramas, e terá cerca de 30 centímetros do bico à ponta da cauda. O adulto geralmente tem penas e bico mais escuros. As Calopsitas machos geralmente têm as penas da cabeça mais brilhantes e amareladas, e manchas na bochecha, bem como cristas maiores. A maioria das Calopsitas vivem de 12 a 14 anos, embora possam chegar a viver de até 25 anos.

É fácil de manter a boa saúde de uma Calopsita, pois elas são muito resistentes. No entanto, há sinais de doença de pássaros que você deve saber. Você deverá se preocupar com a saúde de suas Calopsitas se elas ficarem inativas, com as penas eriçadas, ou se mostrar quaisquer sinais de perda de peso. A perda de peso poderá ser rápida e fatal. Algumas das doenças e lesões comuns que as Calopsitas podem ter são asas ou pernas quebradas, cortes e feridas abertas, ficar com bicos e unhas grandes, dor nas patas, muda encruada, penas encravadas, perda de peso, insolação, choque, concussões, ovos atravessados, indigestão, doenças nos olhos, ácaros, lágrimas excessivas, resfriados, tumores, psitacose, coccidiose, bócio, bacterianas, aspergilose, conjuntivite, constipação, diarreia, artrite e reumatismo.

Preço da Calopsita
Você pode facilmente encontrar Calopsitas a venda na sua cor cinza silvestre, bem como em diversas outras mutações. As Calopsitas são um dos papagaios mais baratos para se comprar, portanto o preço da Calopsita é bem acessível, sendo encontrado por cerca de R$100,00. Logicamente existem preços bem maiores, como no caso de calopsitas mansas ou da Calopsita cara branca ou da Calopsita arlequim. O governo Australiano instituiu uma grande proibição sobre a exportação desses pássaros em 1994, portanto, todas as Calopsitas vendidas no Brasil devem ser criadas em cativeiro.

Gaiola Para Agapornis: Qual devo Comprar?

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Os Agapornis é conhecido como “pássaro do amor”, por isso não é aconselhável ter apenas um exemplar em casa, assim, ao ter mais de um pássaro, torna-se importante que a gaiola para Agapornis não seja pequena, devendo ter um bom tamanho para que a ave faça pequenos voos, estique as asas e consiga se movimentar com tranquilidade, sem que as penas do rabo fiquem encostando nas grades da gaiola, quando eles estão no poleiro. O tamanho ideal das gaiolas para Agapornis, considerando que você esteja querendo reproduzir, é de 80cm comprimento, 50cm de altura e 50cm de profundidade. Caso você queira manter mais pássaros, logicamente que a gaiola deverá ser maior.

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A gaiola, especialmente as usadas para a reprodução, devem ser retangulares, com locais adequados para colocar os potes de comida, água e a farinhada, e de preferência que estes potes fiquem do lado de fora da gaiola. Os poleiros devem ser de madeira e colocados de forma que não fiquem acima dos potes de comida, caso você use os potes dentro da gaiola. Dê preferência para as gaiolas que possuem grades removíveis no fundo, elas são mais higiênicas e melhores para o trato diário das aves. Os Agapornis gostam muito de tomar banho, por isso é importante colocar uma banheira para que eles possam se divertir, refrescar e ficar limpos. Veja estes modelos de gaiolas, basta clicar aqui.

Vale ressaltar que nunca deve-se colocar os Agapornis em gaiolas feitas de madeira, pois com certeza eles irão “comer” a madeira e acabarão fugindo. Outro detalhe importante é que eles são verdadeiros mestres da fuga, e conseguirão fugir facilmente caso a porta fique mal fechada. Veja também como escolher o melhor ninho para Agapornis.

Agapornis: Guia Completo de Criação e Reprodução Com Fotos

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Agapornis são ativos, alegres e muito bonitos. Estes pequenos “Papagaios de bolso” são muito intrigantes! O Agapornis vêm das regiões mais secas da África. Devido ao fatos deles terem evoluído a partir de um ambiente muito duro, eles são muito adequados para serem pássaros de estimação. Estes pequenos, charmosos, brilhantes e coloridos animais de estimação não só têm uma grande disposição, mas também são muito resistentes e fáceis de cuidar. Eles também serão bem fáceis de se cuidar. Eles também serão bem fáceis de se reproduzir em cativeiro, sendo comumente chamado de pássaro do amor.

1,Agapornis-Guia-Completo-de-Criação-e-Reprodução-Com-Fotos

Na natureza os Agapornis vivem em bandos. Eles, muitas vezes, formam um vínculo com um companheiro que se estende para toda a vida, mostrando uma grande lealdade e carinho com sua família. Se você demonstrar afeto com seus Agapornis, receberá a mesma lealdade de seus amiguinhos. Eles são muito sociais, seja com os donos ou então com outros Agapornis.

Existem nove espécies de Agapornis e todas elas são nativas do continente Africano, exceto uma. A exceção é o Agapornis Cana que vem da ilha de Madagascar. A maioria dos Agapornis vivem perto da linha do equador, onde habitam regiões de savana seca, contudo também temos uma exceção, o Agapornis Swinderniana, ele vive em florestas, porém está em vias de ser extinto.

1,Como-Reproduzir-o-Agapornis

O Agapornes é um papagaio pequeno e atarracado, medindo cerca de 13 a 17 cm. Eles têm um grande bico e uma cauda que pode ser redonda ou quadrada. Sua expectativa de vida é entre 10 a 12 anos, e alguns conseguem viver mais do que isso. Existem registro de Agapornis com 17 anos e várias pessoas já relataram aves que viveram mais tempo do que isso, chegando até aos 25 anos!

As diferentes espécies de Agapornis são identificáveis ​​por suas cores e marcas. Eles variam grandemente na sua coloração, e cada espécie tem as suas combinações únicas de cores. Aves mais jovens tem cores menos brilhantes e possuem a cor preta em seus bicos. A coloração das jovens aves se intensifica à medida que atingem a maturidade. Independentemente da espécie, Agapornis adultos são papagaios lindos.

Os tipos mais comuns e disponíveis de Agapornis para venda são o Roseicollis, os Personatas e os Fischeri. Existem muitas mutações de Agapornis que são lindas e que foram desenvolvidos a partir destes três grupos de aves, e tais mutações também podem ser facilmente encontradas. Muitas outras espécies e cores de Agapornes estão disponíveis, mas não podem ser tão facilmente encontrado. Os Agapornis também são pequenos papagaios razoavelmente baratos para comprar e manter.

Ninho de Agapornis: Qual o Melhor?

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Uma forma para aumentar as chances de ter sucesso na reprodução do Agapornis é fornecer para estes pássaros um bom ninho e material para que eles possam deixá-lo da forma que mais gostarem. Um bom ninho de Agapornis deverá ser uma caixa de madeira, com cerca de 25 cm de comprimento por 15 de altura. Para a fêmea preparar o ninho para Agapornis você deverá colocar folhas de palmeira, ramos de pinheiro, fibra de coco ou capim, todos devem estar secos quando forem deixados para a fêmea.

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Os Agapornis adoram construir ninhos, repetindo diversas o processo de arrumar e desarrumar o seu ninho, até que ele fique do gosto do casal. Na espécie Agapornis Roseicollis, normalmente será a fêmea a única encarregada de construí-lo, sendo possível vê-la pegando e carregando o material nas penas do rabo. Por isso é de fundamental importância deixar uma boa quantidade de materiais no fundo da gaiola, de forma que ela possa pegar o que precisar.

Assim que o filhote de agapone nasce, o criador deverá ficar atento com a alimentação dos pais, ela deverá ser reforçada, de forma que os recém nascidos possa receber uma ótima nutrição e consigam ganhar peso rapidamente. Outro ponto importante para criadores profissionais é a colocação da anilha, isso deve ser feito até o 8º dia de vida, caso contrário corre-se o risco delas não passarem mais na perna do pássaro.

A fêmea de Agapornis normalmente cria entre os meses de agosto a fevereiro, e depois entra na fase de mudança de penas, que é algo normal para os pássaros. Outra característica muito interessante dos Agapornis é seu trato com o filhote, pois eles são bastante protecionistas e cuidadosos, mesmo quando o filhote sai do ninho. O ninho de Agapornis também serve para que eles possam se proteger do frio e de correntes de vento, portanto é um item muito importante em uma criação. Também vale lembrar que quanto maior o ninho, melhor para os pássaros, pois eles ficarão mais “confortáveis”, especialmente após o nascimento dos filhotes. Veja alguns modelos de ninho para Agapornis clicando aqui.