Papagaio

Nome no Brasil:Papagaio
País de origem:Brasil

Tudo sobre Papagaio

Descrição

Existem diferentes espécies de Papagaio, dentre elas estão: Papagaio do Senegal, Papagaio do Mangue, Papagaio do Deo Congo/ Jaco, Papagaio Moleiro, Papagaio Ecletus e o Papagaio Verdadeiro, o mais comum e mais conhecido, geralmente.

O papagaio verdadeiro tem como principal diferença dos demais a coloração da cabeça, que é azul no topo e bochechas, amarela no topo e ao redor dos olhos. O bico e as narinas são escuros. A plumagem do corpo é verde, com penas vermelhas na asa e extremidades em azul escuro.

Essas aves têm uma beleza singular e atraem inúmeros olhares e pessoas interessadas. Porém, esse interesse começou a despertar a caça e o cativeiro ilegais, muito encontradas no chamado “mercado negro” de animais. Essa atividade não só maltrata os bichinhos como tende a levar à sua extinção. Por isso, se alguém quiser adquirir um exemplar de Papagaio , o mais indicado é procurar criadouros autorizados e certificados, de acordo com o IBAMA (Instituto Brasileiro de Animais e do Meio Ambiente).

Esse órgão, junto do Ministério do Meio Ambiente, acompanha todo o processo de compra e doação, assim como a atualização da carteira de vacinação do animal. Caso contrário, o ato de pegar um animal sem seguir as devidas regras é considerado crime ambiental grave e a consequência é uma multa elevada ou até prisão do dono.

Características

Conheça melhor as principais espécies de papagaios:

Papagaio Verdadeiro (foto)

Tamanho: 35 a 37 centímetros de comprimento
Cor: verde predominante, com manchas vermelhas, azuis ou amarelas
Expectativa de vida: mais de 60 anos

Esta ave habita mais a América do Sul, de onde é oriunda. Está presente na Bolívia, Argentina, Paraguai e no Brasil, em especial nos estados de Piauí, Pernambuco, Bahia e regiões como Sudeste e Sul.

É considerado um papagaio bastante falador, por isso é uma das aves mais procuradas como animal de estimação. Esta ave é brincalhona e cheia de energia, gosta de subir em poleiros, na grade da gaiola e não para quieta. Tem o hábito de roer madeira, portanto é recomendado que sempre tenha alguns ramos por perto. É bem barulhento.

Papagaio Ecletus

Tamanho: 35 centímetros de comprimento
Cor: macho é verde predominante; fêmea é vermelha predominante
Expectativa de vida: 60 anos

O Papagaio Ecletus é oriundo da Nova Guiné, Ilhas Salomão e Austrália. É conhecido pelo dimorfismo sexual: a fêmea é totalmente vermelha, com bico preto e o macho totalmente tem penas totalmente verdes e bico amarelo alaranjado.

Os papagaios Eclectus têm as asas e os músculos fortes, o que lhes ajuda e muito a caçar insetos. Voam acima do céu da floresta em pares ou grupos pequenos, fazendo ruídos altos e procurando pelo alimento. No pôr-do-sol, fazem vôos de exibição e se recolhem em grandes grupos, preparando-se para a noite. Membros desta espécie costumam emitir um grito quando se alimentam e quando se preparam para alçar voo.

Papagaio Moleiro

Tamanho: 38 a 40 cm de comprimento
Cor: verde; com dorso com tonalidade mais clara
Expectativa de vida: 50 a 80 anos

O Papagaio Moleiro pode estar presente desde o México até a Bolívia, além de estar presente no norte do Mato Grosso e leste do Pará. É a maior espécie do gênero Amazona, apresentando 40 cm de comprimento.

Possuem as características básicas de um papagaio, mas podem ser mais barulhentos em determinadas horas e menos agressivos. Vivem em bandos e interagem bem com outras aves, como araras. Também são monogâmicos e costumam ficar com o mesmo par a vida toda. Moleiros devem ser educados pelo dono para não adquirirem hábitos nocivos. Curiosos, tudo ao alcance pode ser um brinquedo a ser destruído.

Papagaio Deo Congo / Jaco

Tamanho: 40 cm de comprimento
Cor: plumagem cinza; cauda vermelha
Expectativa de vida: Pode atingir 70 anos

O Papagaio Deo Congo ou Jaco, também é conhecido como Papagaio Cinzento por ter a plumagem dessa cor. É considerado uma das espécies de papagaio mais inteligente, a média de QI é alta e isso exige mais de seus donos do que outras aves.

Simpático, afável, inteligente e muito conversador, é capaz de repetir uma enorme quantidade de palavras e sons. Não é ruidoso nem muito destruidor. Não adota necessariamente o dono que os escolheu, mas, um elemento da família, que pode ser alguém que de início nem mostrou grande interesse por ele. Entra em stress com muita facilidade, quando se sente marginalizados ou abandonados. Se isso acontece, não permite que ninguém se aproxime, fazendo muito ruído e abrindo as asas para afastar as pessoas.

Papagaio do Mangue

Tamanho: cerca de 35 cm de comprimento
Cor: verde; cabeça e bochechas amarelas
Expectativa de vida: aproximadamente 40 anos

O Papagaio do Mangue é encontrado na Colômbia, Venezuela, Guianas e Brasil, em especial nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná, em zonas de mata e manguezais. É predominantemente verde, mas sua cabeça pode ter manchas azuis ou amarelinhas.

É um pássaro falante. Não é uma espécie ameaçada de extinção, mas como muitas espécies de papagaio, também sofre com o tráfico de animais e perda de habitat. Podem ser vistos voando aos pares ou em bandos, a procura de frutas e sementes das quais se alimentam.

Papagaio do Senegal

Tamanho: 23 cm de comprimento
Cor: verde no dorso e nas asas; cabeça cinza-escuro
Expectativa de vida: 30 a 50 anos

O Papagaio do Senegal é oriundo da África Ocidental. Tem uma coloração diferente, seu corpo é verde limão e a cabeça, assim como o bico, têm predominância do cinza-escuro. Tem manchas amarelas ou laranjas no peitoral.

É um excelente papagaio para quem nunca teve um pássaro, não é muito dispendioso, nem destruidor e, acima de tudo, não é barulhento, como outros papagaios. É uma ave dócil se acostumada desde cedo com o contato humano. Quando adquirido muito jovem aprende a repetir algumas palavras, embora o seu vocabulário nunca seja tão extenso quanto o de outros pássaros. É, no entanto, uma ave que requer muita atenção, caso se sinta marginalizado ou abandonado, tende a entrar em stress e ter um comportamento estranho: foge das pessoas, fica muito quieto no poleiro ou foge para os cantos no chão da gaiola.

No geral, o corpo do papagaio tem:

Cabeça grande
Olhos médios, redondos e bem separados
Bico grande e forte, em forma de gancho
Asas largas e arredondadas
Cauda curta, de formato quadrado ou arredondado
Área em torno do olho é desprovida de pelos
A cor verde predomina em todos, apesar de as espécies variarem
Pés zilodáctilos, próprios para segurar objetos e escalar ambientes
Cuidados básico

Alguns cuidados com as aves devem ser diários, como a troca da água e a limpeza do viveiro. Os comedouros devem ser limpos regularmente para evitar a formação de bolor, causada por restos de alimentos. Muitas aves adoram se banhar e essa prática faz bem à saúde do animal. Este papagaio gosta muito de água, portanto uma boa dica é borrifar água em seu corpo nos dias mais quentes, para mantê-lo bem.

O uso de jornais deve ser evitado, por mais que seja prático para juntar as sujeiras do bichinho. Ele tem um cheiro e um tipo de material possivelmente tóxico à ave.

Esse animal precisa de uma gaiola grande, com bebedouro e comedouro, além de brinquedos para se entreter e gastar energia. É importante que o espaço onde ficar tenha pelo menos dois poleiros de madeira, proporcionais ao tamanho dos pés da ave. Esta costuma limpar o bico e lixar as unhas nesse tipo de material. Evite dar cordas e panos para o animal.

Se for criado solto é melhor cortar as asas do animal para evitar fugas. Se tiver crianças em casa e elas brincarem com o papagaio, peça a elas que lavem a mão sempre que interagirem com ele para evitar doenças.

Leve a ave pelo menos uma vez ou duas no ano, para fazer uma avaliação, mesmo que ele aparente estar saudável.
Alimentação

A ração para qualquer ave deve ser muito bem balanceada. Existe no mercado uma grande variedade de marcas e composições específicas para cada espécie. O armazenamento do alimento deve ser feito com cuidado mantendo as devidas condições de ventilação e higiene. O papagaio em cativeiro também deve ser alimentado com frutas.

Na natureza eles se alimentam de castanhas, frutas silvestres e sementes, principalmente de leguminosas. Em cativeiro podem comer uma maior variedade de alimentos, como legumes cozidos: lentilha, grão-de-bico, ervilha, milho verde macio. Podem comer também cereais, como aveia e proteína de soja.

Certos tipos de comida devem ser evitados, pois, apesar de famosos na alimentação das aves, podem prejudicá-las de forma considerável: abacate, beterraba e sementes oleaginosas, em especial as de girassol, que causam intoxicação e danos na região intestinal do bicho.

O Papagaio Ecletus, em especial, tem um trato digestivo diferente dos demais. Precisa de alimentos rico em fibras, como legumes e frutas, mas necessita da inclusão de carboidratos, como macarrão cozido (mas só inclua na dieta o que for recomendado pelo veterinário). Sementes e ração devem ser oferecidos com moderação e alimentos com corantes artificiais não são indicados.

Espaço para criação

A gaiola deve ter tamanho suficiente para movimentação do pássaro. Se os poleiros forem de madeira, devem ser trocados com frequencia, quando o animal os tiver roído. Não é resistente às variações climáticas, e por isso precisa de uma área coberta para dormir e se esconder do frio.

O papagaio, seja ele de qualquer espécie, é muito ativo e precisa de espaço para se divertir e movimentar-se. O ideal é ter um playground onde possa se exercitar pelo menos por uma hora diária. Se tiver como ficar solto em um espaço seguro durante algumas horas é o ideal. Só não deve ficar preso durante o dia todo em uma gaiola.

REPRODUÇÃO

O período reprodutivo do papagaio vai de setembro a fevereiro. A partir de 3 ou 4 anos de idade já estão aptos para acasalarem. É o macho quem escolhe a fêmea para a união. A fêmea bota entre 3 e 5 ovos, no período de 24 a 29 dias. Os filhotes deixam o ninho após 60 dias da eclosão dos ovos.

O macho corteja a fêmea e a alimenta durante todo o processo de reprodução.Essa espécie é extremamente fiel e não vai trocar o companheiro mesmo depois de morto. Fica solitário pelo resto da vida quando o perde e deixa de procriar, então.

SAÚDE

Os problemas de saúde mais comuns entre papagaios são: conjuntivite, pneumonia, sinusite, distúrbios no fígado, falta de nutrientes e consequente prejuízo do sistema imunológico.

Alguns sinais denotam boa saúde da ave:

Penas lisas e brilhantes
Narinas secas e olhos brilhantes
Come e bebe durante o dia
Emite sons
Ativa, alerta e sociável

Sinais de alerta:

Penas opacas e quebradiças
Sonolência excessiva
Bico, unhas e pés com escamação
Perda de apetite e peso
Chiado na respiração
Olhos vermelhos ou inchados, espirro ou tosse
Fezes com coloração diferente

fonte: http://canaldopet.ig.com.br/guia-bichos/passaros/papagaio/57a24d13c144e671ccdd91a3.html

Melro

Nome no Brasil:Melro
País de origem:Países da África, Ásia e Europa

Tudo sobre Melro

Descrição

Melro é um pássaro de pequeno porte, resistentes e com população muito grande, sendo encontrado em diversos locais do mundo. Países do continente africano, asiático e europeu estão estão entre os habitats dessa ave.

Em cada localidade presente o Melro é conhecido por uma determinada espécie, que mais de 100 ao todo. Na Europa, por exemplo, a maior parte das pessoas reconhecem o animal pelo Melro-Comum. Outros países contam com a maior presença do Melro Azul e do Melro Superbus, ambos chamam atenção pela bela aparência.

Na natureza costuma ser encontrado sempre em bandos. As estações do ano influenciam muito a vida desse animal, eles costumam migrar de acordo com as temperaturas. Sua aparência também muda de acordo com as épocas do ano, ficando com as penas mais escuras no frio e mais claras no calor.

Uma característica comum entre todas as espécies é o canto que parece mais um grito, sendo bastante estridente. Além disso os exemplares costumam ser bastante alegres, enérgicos e carismáticos. Em algumas espécies é muito fácil identificar o sexo do animal pelo fato da fêmea ter as penas mais opacas e manchas brancas na barriga.
Características

As características específicas de cada Melro dependem de sua espécie. O que possui menor tamanho é o Melro de Kenrick que possui 15 cm de comprimento. O maior dos 100 tipos existentes na natureza é o Nna Hill Myna.

Conheça as mais comuns e conhecidas:

Melro Superbus

Tamanho: 18 a 21 cm de comprimento
Temperamento: dócil, companheiro, agitado
Cor: verde, azul, violeta, preto, branco, vermelho/alaranjado
Expectativa de vida: 15 a 30 anos

É um pássaro de indiscutível beleza, com olhos amarelos. Se destaca pela cor das asas, cauda e dorso com aspecto metálico e reflexos verdes mesclados de azul e violeta. A cabeça é negra, a garganta e o colo azul-metálico forte. Possui uma franja branca no peito e nuca, e a parte do ventre em um tom próximo ao tijolo.

Melro-Preto

Tamanho: 23,5 a 29 cm de comprimento
Temperamento: territorialista, ágil e enérgico
Cor: preto/ castanho escuro
Expectativa de vida: 15 a 20 anos

A plumagem possui uma cor padrão, o macho adulto é totalmente perto, por exemplo. Já a fêmea possui peitoral castanho claro e costas castanho escuro. O bico e as pastas são de tamanho médio e de cor neutra.

Melro-Azul

Tamanho: 22 a 23 cm de comprimento
Temperamento: ágil, animado, canto estridente
Cor: azul metalizado
Expectativa de vida: 20 a 30 anos

Este pássaro possui uma coloração metalizada em suas penas, o que lhe confere aparência única. A plumagem no dorso, cabeça e parte traseira do corpo é azul. As asas são de tonalidade esverdeada. No pescoço, peito e barriga, a cor predominante é azul-púrpura brilhante. Os olhos são bem definidos, amarelos, com a íris marrom. A cauda é curta.
Cuidados básico

Não importa a espécie de Melro que você pensa em adquirir ou já adquiriu, o principal cuidado que deve ter é garantir que a gaiola estará de acordo com o tamanho e as necessidades do animal. Dependendo do passarinho ele precisará de uma companhia, por isso é preciso conhecer bastante suas características.

A higiene é outro ponto muito importante. O local onde o animal está deve ser limpado todos os dias, principalmente a bandeja com os dejetos. A comida e a água devem ser renovadas diariamente para evitar a criação de fungos e consequentemente doenças no animal.

Muitas aves adoram se banhar e essa prática faz bem à saúde do animal. Portanto, é recomendado deixar à disposição uma banheira com água sempre limpa, para que se refresque.
Alimentação

A alimentação ela precisa ser bastante variada. Os Melros costumam se alimentar de insetos e frutas quando estão na natureza, por isso a dieta precisa ser bastante balanceada para evitar a falta de vitaminas no organismo.

fonte: http://canaldopet.ig.com.br/guia-bichos/passaros/melro/59d6a35feef1c7463100001f.html

Manon

Nome no Brasil:Manon
País de origem:Ásia

Tudo sobre Manon

Descrição

Tamanho: 10 a 12 centímetros de comprimento
Escala de saúde (1 a 5): 4
Temperamento: dócil, controlado, amigável
Cor: marrom, variando do escuro ao bege
Expectativa de vida: 8 a 10 anos

Pássaro pequeno, da mesma família que o diamante. A cor predominante de seu corpo é marrom, que pode variar do escuro ao bege. As penas do corpo são frisadas e no papo forma uma espécie de colar, mais volumoso. A barriga é geralmente branca ou creme. Pode ter a cabeça marrom ou preta.

O Mano é uma ave originária da Ásia, pertencendo a família dos Estrildinos. Diferente do surgimento natural de muitas aves, essa nasceu graças à intervenção humana. Criadores japoneses realizaram diversos cruzamentos a partir da espécie silvestre Lonchura Striata, raríssima hoje em dia. Essa ave tinha aproximadamente 11 centímetros, habitava as regiões da Índia, China Meridional, Taiwan, sendo encontrado desde o Sul até Sumatra.

Após a seleção feita pelos criadores, o Lonchura Striata ganhou uma variedade doméstica, o Manon conhecido hoje. O seu nome tem origem francesa, moineau du Japon , que significa pardal do Japão. A nomenclatura brasileira deriva desse nome. No Japão, também é conhecido por Capuchino do Japão, na Inglaterra é chamado de Bengalese e nos Estados Unidos de Striated Finch.
Características

É uma ave dócil, de temperamento controlado, que pode conviver tranquilamente com outras espécies. Não é indicado deixá-lo fora da gaiola, pois pode fugir. Gosta de se empoleirar nas grades da gaiola. Não é possível distinguir o sexo desta ave pela aparência física. A principal característica de diferenciação é que os machos cantam e as fêmeas não. Este pássaro pode ser usado para chocar ovos de outras espécies.
Ave pacífica, adapta-se muito bem ao convívio com outras espécies. Cuidar do Manon é bem simples, bastante indicado para novos passarinheiros ou para quem quer começar a criação de outros “Finches” ou Diamantes, como o Diamante de Gould, o Mandarim, o Bavete e o Sparow, entre outros. Por ser sociável, é indicado mantê-lo em grupo ou pelo menos em pares. O Manon é um pássaro muito ativo e gosta de ficar indo pra lá e pra cá, assim como ficar grudado nas grades da gaiola.
Como a espécie não possui dismorfismo sexual entre machos e fêmeas, existe um método eficaz para identificar qual o gênero da ave. Basta colocar vários pássaros em uma grande gaiola ou viveiro. Como apenas os machos cantam, assim que estiverem no meio de seus semelhantes, eles irão emitir alguns sons curtos, abrindo levemente as asas e eriçando as penas da garganta e do peito, podendo observar todos que cantam. Outra forma é pegar o macho e colocá-lo em outra gaiola. Depois vá adicionando mais Manons, um de cada vez, e os pássaros que cantarem serão machos e as fêmeas ficarão quietas. Apesar do macho cantar, a espécie não uma ávida cantora como as outras aves. O som feito pelo macho é leve e baixa, geralmente apenas para cortejar a fêmea.

Para quem gosta de concursos de pássaros, os Manons são avaliados pelo aspecto, como qualidade da cor das penas, que deve ser intenda e bem definida, o porte e as proporções das cores do corpo, que não podem passar a impressão de uma ave gorda ou magra. E ssa espécie não entra com o canto em julgamento.

Uma das principais características dos Manons é o enorme instinto materno. Além disso, é uma espécie extremamente fértil, colocando ovos o ano inteiro. Como algumas aves não são “bons pais”, como o Diamante de Gold, Mandarins e Bavate de Cauda Longa, o Manon é usado como ama-seca desses filhotes. Eles irão chocar os ovos destas espécies como se fossem deles e não descuidarão um minuto. Mesmo se não estiver na época de reprodução, a ave costuma aceitar sem problemas os filhotes adotivos. É por causa dessa característica do Manon que várias espécies conseguiram se reproduzir em cativeiro.

Ainda sobre o instinto materno da espécie, é comum o macho revezar o choco com a fêmea. Interferências externas, como a abertura do ninho, não os atrapalha. O fato do macho também chocar os ovos surpreende as pessoas que possuem dois machos e não entendem quando os veem no ninho cuidado dos filhotes. Por esse motivo, acredita-se que aja uma possível homossexualidade, mas isso não procede, por na falta da mãe o pai assume a responsabilidade, como acontece com os humanos.

Características gerais do Manon:
Ave pequena e pouco cantora
Pode ter a cabeça marrom ou preta
As penas do corpo são frisadas
O papo forma uma espécie de colar, mais volumoso
A barriga é geralmente branca ou creme
Podem exibir apenas uma cor (monocolor), duas (bicolor) ou três (tricolor)
A existe em três cores básicas: o N egro-Marrom (m aioria das penas são negras ou marrons); o Mo ka (a usência parcial da cor negra, pode ser mais escuro ou mais claro); e Canela (a usência total da cor negra, deve ter um marrom avermelhado)
Há também a mistura dessas três cores, como o Manon Negro-cinza, Moka-cinza e Canela-cinza; e Pastel Negro-marron, Pastel Moka e Pastel Canela; ainda Arlequim Negro, Arlequim Moka e Arlequim Canela
Cuidados básico

Alguns cuidados com as aves devem ser diários, como a troca da água e a limpeza do viveiro. Os comedouros devem ser limpos regularmente para evitar a formação de bolor, causada por restos de alimentos. A gaiola e os poleiros também devem ser limpos regularmente, assim como a bandeja.

Muitas aves adoram se banhar e essa prática faz bem à saúde do animal. Portanto, é recomendado deixar à disposição uma banheira com água sempre limpa, para que se refresque. No caso do Manon, ele adora se banhar. Evite deixar a banheira com água quando há filhotes no ninho, pois eles podem cair e morrer afogados. Permita o banho de sol pela manhã.

Saúde
O Manon é uma ave bem resistente a doenças. Para evitar que o animal tenha problemas respiratórios, a gaiola deve ser mantida em local longe de correntes de ar. Uma enfermidade comum é a enterite, uma inflamação intestinal. Geralmente são causadas por bactérias ou protozoários e provocam diarreias fortes. Ela precisa ser tratada rapidamente para não levar a ave ao óbito.
Alimentação

A ração para qualquer ave deve ser muito bem balanceada. Existe no mercado uma grande variedade de marcas e composições específicas para cada espécie. O armazenamento do alimento deve ser feito com cuidado mantendo as devidas condições de ventilação e higiene. Além da ração (que pode ser a mesma do canário) e de sementes, esta espécie alimenta-se também de vegetais, como almeirão, couve, jiló. Apenas não é recomendado alface, pois é calmante e desestimula a ave.

Durante a época de muda das penas, é importante oferecer a farinhada duas vezes por semanas. Já no período reprodutivo, deve-se dar uma alimentação reforçada, principalmente com o fornecimento de farinhada a base de ovo.

Espaço para criação

A gaiola desta espécie deve ser ampla e com diversos poleiros, em níveis diferentes, já que a ave tem energia e gosta de saltar de galho em galho. O ideal são gaiolas de metal, pois são mais fáceis de limpar e evitam a proliferação de piolhos.
​Reprodução

O Manon é uma espécie muito fértil, botando ovos o ano inteiro. Ele costuma atingir a maturidade sexual cedo, mas é importante não permitir que a ave acasale antes dos 8 meses, pois os filhotes podem nascer pequenos e frágeis. A reprodução acontece até em gaiolas pequenas, mas um tamanho bom é 40 cm de comprimento por 30 cm de largura e 30 cm de altura. Após juntar o casal, eles levam de 5 a 7 dias para acasalarem e começar a botar os ovos. O ninho de madeira pode ter 15 cm de altura e 11 cm para os lados. Recomenda-se o fornecimento de palha seca, estopa ou barbante para a confecção do ninho a escolha do casal.

Demora-se cerca de 18 dias para chocar e os filhotes nasceram. Com 45 dias, em média, os pequenos Manons já estão comendo sozinhos e podem ser separados dos pais. A fêmea pode botar até 8 ovos por ninhada. Apesar de acasalarem o ano todo, é importante deixar um período de pelo menos 3 meses sem que eles choquem para descansarem.
Para que os Manons choquem ovos de outras espécies, basta esperar que o casal bote seus próprios ovos e adicionar os das outras aves. Eles não irão se incomodar e cuidarão como se fosse seus. Mas, antes de realizar tão escolha, dê uma chance para os pais verdadeiros cuidarem de seus filhotes, mas caso não ocorra, utilize os Manons para isso.

fonte: http://canaldopet.ig.com.br/guia-bichos/passaros/manon/57a24d19c144e671ccdd91c9.html

Jandaia

Nome no Brasil:Jandaia
País de origem:Brasil
Preço médio:Cerca de R$800,00

Tudo sobre Jandaia

Descrição

A Jandaia é um pássaro nativo do Brasil. Ela é conhecida como a ave símbolo do Nordeste, principalmente do Ceará. É uma homenagem para o estado escolher a Jandaia como representante. Na antiga tradição cearense, dizia-se que “Ceará”, na língua indígena, significa canto da Jandaia. Ela também já foi citada na literatura, como no romance Iracema de José de Alencar. Existem três tipos da espécie: Jandaia Amarela, Jandaia Verdadeira e Jandaia-da-testa-vermelha. As duas primeiras são mais comumente escolhidas por criadores.

A Jandaia Verdeira faz parte da família dos Psittacidae. Seu nome científico é Aratinga jandaya , que significa “periquito barulhento”. Seu habitat costuma ser vegetação da caatinga, savanas com árvores, clareiras e extremidades de florestas tropicais. A ave aprecia bastante as plantações de coco verde. É encontrado em todo o território brasileiro, mas principalmente no Nordeste, desde o norte de Goiás, passando pelo Piauí até o Maranhão, Ceará, Pernambuco e Alagoas. Essa espécie s ofre com a captura destinada ao comércio ilegal de animais silvestres.

A Jandaia Amarela pertence à família Psittacidae e seu nome científico, Aratinga solstitialis, significa “pássaro do verão”. É também conhecido por jandaia-sol, cacaué, nandaia, nhandaia, queci-queci e quijuba. Geralmente habita savanas, florestas secas com palmeiras e às vezes em áreas inundadas. É encontrada no norte do Brasil, em toda região amazônica, de Roraima até o Pará.

A Jandaia Amarela é muito demandada para cativeiro, até por isso, é considerada uma das espécies de aves em extinção. É pouco vista os limites de sua distribuição, então é considerada escassa, embora possa ser devido às migrações sazonais não serem bem documentadas.
Características

Conheça melhor as principais espécies de Jandaias:

Jandaia Verdadeira (foto):

Tamanho: 30 cm de comprimento
Cor: bem colorido, sendo que o verde é predominante
Expectativa de vida: 25 a 30 anos

Características físicas da ave:
Parente do papagaio, mas de porte um pouco menor
Pesa em torno de 130 gramas
A cabeça é amarela
Apenas a região frontal da cabeça, acima do bico e ao redor dos olhos são de coloração laranja
A barriga é laranja vibrante, praticamente vermelho
O corpo e as asas são verdes, podendo ter as pontas de algumas penas azuis
Ao redor dos olhos forma uma auréola vermelha
Os olhos são marrom-acinzentados
O bico é preto
Os pés são cinza
Não há diferenças externas aparentes entre machos e fêmeas
Os filhotes são semelhantes aos adultos, mas a cabeça é amarela clara com penas verdes espalhadas e com a íris é escura

É um animal curioso, brincalhão e que precisa de atenção do dono. Acostuma-se facilmente com o cuidador. Ave sociável e se adapta facilmente ao convívio humano. Bastante barulhento e emite guinchos altos. Não fala muito, mas pode aprender algumas palavras. Tem mais habilidade para aprender músicas e cantarola bastante. Costuma fazer mais barulho na parte da manhã e no fim da tarde. É receosa e grita muito a qualquer sinal estranho. Na natureza, vive em bandos. Voa rápido, mas próximo ao chão. É uma ave monogâmica.

Jandaia Amarela

Tamanho: 30 cm de comprimento
Cor: amarelo é a cor principal, com laranja e verde
Expectativa de vida: 30 anos

Características físicas da ave:
Pássaro de pequeno porte
É frequentemente confundida com um periquito
A plumagem, em geral, é amarela
A testa, laterais da cabeça, abdômen e inferior das costas é laranja
Parte da asa e do rabo é verde
O bico é todo preto
O círculo ao redor dos olhos é branco
A íris é marrom escuro
Os pés são cinza
O sexo das aves não pode ser determinado somente através das características externas
As Jandaias criadas pelo ser humano são extremamente dóceis e muito afetivas com o seu dono. Adapta-se bem ao convívio humano. Precisa de atenção e companhia para ser feliz, seja de pessoas ou outros pássaros. Estas aves são brincalhonas e dignas de boas habilidades. Adoram roer objetos. São aves muito ruidosas, mas, se criadas à mão, tendem a ser um pouco menos barulhentas. Também gostam de tomar banhos.
Cuidados básico

Alguns cuidados com as aves devem ser diários, como a troca da água e a limpeza do viveiro. Os comedouros devem ser limpos regularmente para evitar a formação de bolor, causada por restos de alimentos. Muitas aves adoram se banhar e essa prática faz bem à saúde do animal. Portanto, é recomendado deixar à disposição uma banheira com água sempre limpa, para que se refresque.

Não é indicado deixar a Jandaia sozinha por muito tempo, pois pode ficar estressada. Dependendo do nível, o animal chega a arrancar suas penas e unhas, causando sérios danos à saúde. Galhos verdes colocados em sua gaiola, para que brinque, são um meio de entretê-la.

Fique atento a alguns sinais dados pela ave que podem significar má saúde, por exemplo: penas opacas e quebradiças, descamação do bico e dos pés, chiado na respiração, espirros e tosse, secreção ocular ou nasal, perda de apetite, olhos inchados, fezes de outra cor e sonolência excessiva.

Alimentação

A ração para qualquer ave deve ser muito bem balanceada. Existe no mercado uma grande variedade de marcas e composições específicas para cada espécie. O armazenamento do alimento deve ser feito com cuidado mantendo as devidas condições de ventilação e higiene.

Além da ração própria para a espécie, é indicado dar à Jandaia Verdadeira frutas como maçã, uva e pêssego, castanhas e leguminosas, como milho verde. A Jandaia-Amarela pode se alimentar de pequenas sementes de frutas e legumes também. Ambas tem o bico adaptado para partir e triturar sementes duras.
Espaço para criação

A Jandaia precisa de um viveiro grande, para que possa voar. O poleiro deve ser grosso, pois a ave tem o hábito de bicar. Também é recomendada uma área coberta, para que se esconda do sol e da chuva.
Reprodução Jandaia Verdadeira

A maturidade sexual da ave se inicia aos dois anos de idade, e o período de reprodução vai de agosto a janeiro, sendo o mês de setembro a mais fértil. Na natureza, os ninhos são feitos em buracos de árvores, cupinzeiros e fendas de precipícios. No caso da criação em cativeiro, a Jandaia Verdadeira aceita vários tipos de ninhos e em diversas posições, mas coloque-os em um canto escuro e alto. Troncos de árvores ocas e caixas de madeira são as mais comuns. Sempre mantenha o interior bem seco forrando com serragem ou areia.

A fêmea põe de três a cinco ovos por ninhada, sendo que o intervalo de tempo entre a postura de um ovo e outro é de três dias. Apenas a fêmea choca, deixando o “berço” dos filhotes apenas para se alimentar ou pode ser alimentada pelo macho, em períodos breves na manha e ao entardecer. Os ovos são incubados por 25 dias. Por ano, o casal pode fazer até três posturas.

Pode acontecer de o macho rejeitar os ovos e destruí-los. Nesse caso, deve-se separar o macho, mas de forma que ele fique próximo da fêmea e longe do ninho. Após a eclosão, os filhotes são cuidados pelo casal por um período de oito semanas. Depois disso, permanecem com os pais por mais cinco semanas até aprenderem a voar e se alimentar.

Reprodução Jandaia Amarela

O amadurecimento sexual acontece aos dois anos. O período de reprodução vai de agosto a janeiro, sendo o mês de setembro o principal. A reprodução em cativeiro não é difícil. Primeiramente, deve-se unir um casal num viveiro, embora possam ser criados em colônia. Compre um ninho e coloquei dentro da gaiola. Espere para ver se o macho e a fêmea são compatíveis. Assim como os humanos, pode acontecer do casal não de dar bem e não acasalarem. Se ambos forem adultos e demorarem muito para reproduzir, o problema pode estar na incompatibilidade.

Apenas a fêmea choca os ovos. Ela nunca deixa o ninho, apenas para se alimentar ou então o macho leva comida até ela. A postura é de três a quatro ovos, por ninhada. Pode ocorreu até duas posturas por ano. Eles são incubados por 23 dias até eclodirem. É i mportante variar bastante a alimentação para que os filhotes tenham um bom crescimento. Saem do ninho após 09 a 10 semanas e depois levam um bom tempo ainda sendo alimentados pelos pais.

Alguns casais são inexperientes e podem acabar matando o primeiro filhote após nascer ou não sabem como alimentá-lo. Não ache que eles são maus pais, apenas precisam aprender como nós humanos. Dê uma segunda chance para acasalarem e terem mais filhotes.

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Faisão de Coleira

Nome no Brasil:Faisão de Coleira
País de origem:China e Japão

Tudo sobre Faisão de Coleira

Descrição

Tamanho: 90 centímetros de comprimento
Escala de saúde (1 a 5): 4
Temperamento: tímida, adapta-se à vida doméstica e adora cantar
Cor: marrom e bege, com manchas de vermelho, verde e pintas pretas
Expectativa de vida: 12 a 13 anos

Este é um pássaro selvagem e de grande porte. É uma ave de rica plumagem, com manchas pretas e brancas. A cabeça é preta e tem uma faixa vermelha que circunda os olhos. Além disso, o pássaro possui uma longa cauda listrada em preto e prateado.

O Faisão de Coleira , também chamado de Faisão Comum, é uma ave do gênero galiformes e sua estrutura é bem parecida com do perdiz, da codorna e da galinha. O nome é decorrente de um rio russo chamado “Phasis”, hoje rio Rion. Há 49 espécies de faisões, das quais 46 são criadas em cativeiro. Além das 160 variedades dessa ave.

Hoje em dia, o faisão é visto como um objeto de lucro: sua carne é considerada nobre, assim como o esterco, utilizado como fertilizante agrícola. Esse é um dos fatores que aumenta o risco de extinção da espécie, apesar de ainda estar longe de acabar. O abate é muito comum principalmente nos Estados Unidos – com registro de mais de 1 milhão de aves mortas por ano – e no Reino Unido.
Características

O Faisão de Coleira gosta de se empoleirar à noite em árvores, é um bom corredor, mas voa desajeitadamente. Quando ameaçado, costuma ficar imóvel, como se tivesse perdido seu instinto de auto-sobrevivência.

O macho, que normalmente é tranquilo, costuma ficar agressivo no fim do mês de março, pois esta é a época de acasalamento, onde ele cruza com várias fêmeas, mas não permanece com nenhuma. A fêmea, menos imponente em sua aparência física, é quem faz o ninho, no chão e com capim.

O Faisão não é um animal de estimação para ser afagado. Apesar de conviver com o homem há cerca de mil anos, ele preserva o instinto selvagem. Quando se diz que um faisão é manso, significa que ele não foge à aproximação humana.

Ele tem um sistema nervoso muito aguçado e fica estressado de forma fácil se não tiver o espaço respeitado. É sensível a alguns fatores, como: excesso de luz ou calor no viveiro, falta de alimentos, mudança drástica de ambiente ou ruídos altos e inesperados. Por isso, não é muito indicado para principiantes. É necessário saber lidar com essa ave.

Ave galiforme grande e arredondada
Pés divididos em três dedos, como de galinhas
Penas abundantes, mescladas entre cores bem variadas, como laranja, vinho, bege e tons de marrom
Bico pequeno e levemente inclinado para baixo
Olhos pequenos, redondos e bem separados
Cabeça pequena; parte vermelha parte outra cor
Asas curtas e arredondadas
Pescoço forma uma coleira branca
Pernas finas e curtas
Cauda longa e fina, dividida em três penas

Cuidados básico

Alguns cuidados com as aves devem ser diários, como a troca da água e a limpeza do viveiro. Os comedouros devem ser limpos regularmente para evitar a formação de bolor, causada por restos de alimentos.

Muitas aves adoram se banhar e essa prática faz bem à saúde do animal. Portanto, é recomendado deixar à disposição uma banheira com água sempre limpa, para que se refresque.

Como se estressa e assusta-se com facilidade, o ideal é deixar o viveiro dessa ave em um local tranquilo e sem movimento constante de pessoas. O desenvolvimento do Faisão pode ser prejudicado ao sentir-se ameaçado.

No geral essa ave é fácil de tratar e não exige muitos cuidados. Porém, como gosta de ciscar, é indicado dar vermífugo duas vezes ao ano para evitar problemas de saúde. O ideal é ministrar uma dose em fevereiro, antes da troca de penas, e outra em julho, antes da postura de ovos.

Não é recomendado misturar animais de diferentes idades e raças, porque a convivência costuma ser arriscada. No caso de canibalismo entre as aves, diminua a incidência de luz sobre o viveiro e é indicado colocar capim ou alguma verdura dependurados para distraí-los.

Por ser considerada uma ave ainda selvagem não precisa de vacinação.

Alimentação

A ração para qualquer ave deve ser muito bem balanceada. Existe no mercado uma grande variedade de marcas e composições específicas para cada espécie.

O armazenamento do alimento deve ser feito com cuidado mantendo as devidas condições de ventilação e higiene. O Faisão costuma se alimentar bicando frutinhas, além de grãos e insetos, responsáveis pela parcela de proteína necessária à saúde dessa ave. Gosta de milho, cevada e trigo, principalmente nas áreas rurais e quando está na natureza.

Deve evitar a ingestão de alface, pois a quantidade de fibras presentes nessa hortaliça provoca desinteira nas aves. Se for criada em cativeiro pode comer a mesma ração destinada a galinhas e codornas. Diariamente a ave deve ter três refeições.

Espaço para criação

O Faisão é um pássaro grande e que precisa de um amplo viveiro, para que possa se movimentar. É indicada gaiola bem alta, pois esta ave gosta de poleiros altos. As telhas devem ter caimento de chuva para fora do viveiro. Se possível, o piso deve ser de areia para que a ave possa ciscar.

Para a reprodução recomenda-se que o viveiro tenha um espaço nos fundos que proporcione sensação de privacidade à mãe. O de formato retangular é mais propício.

A construção do viveiro pode ser barateada se o dono optar por certos materiais. Sarrafos de madeira, tela de arame e telhas são bastante indicados para isso. É importante a ave ter espaço para se movimentar com facilidade, principalmente por conta da longa cauda. Também deve manter certa distância dos demais pássaros, para não se irritar.
REPRODUÇÃO

A reprodução do Faisão de Coleira ocorre entre agosto e janeiro. Pode acasalar depois de um ou dois anos de vida. O sexo do filhote é identificável a partir do terceiro mês.

Quando criadas em viveiros, as fêmeas têm dificuldade para chocar e não são as melhores mães. É necessário obter uma chocadeira para manter os ovos aquecidos desde a postura até a eclosão. O equipamento exato é facilmente encontrado no mercado e deve manter os filhotes quentinhos até criarem penas – o que leva de 40 a 60 dias para acontecer.

SAÚDE

Alguns sinais denotam boa saúde da ave:

Penas lisas e brilhantes
Narinas secas e olhos brilhantes
Come e bebe durante o dia
Emite sons
Ativa, alerta e sociável

Sinais de alerta:

Penas opacas e quebradiças
Sonolência excessiva
Bico, unhas e pés com escamação
Perda de apetite e peso
Chiado na respiração
Olhos vermelhos ou inchados, espirro ou tosse
Fezes com coloração diferente

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Diamante Mandarim

Nome no Brasil:Diamante Mandarim
País de origem:Austrália

Tudo sobre Diamante Mandarim

Descrição

Tamanho: 30 centímetros de comprimento
Escala de saúde (1 a 5): 4
Temperamento: companheira, inteligente, independente
Cor: cinza ou cor de zebra, mesclado com tons coloridos
Expectativa de vida: 8 anos

Este é um pássaro de porte pequeno. O Diamante Mandarim é forte, tem o bico curto e uma grande riqueza visual, com destaque para suas cores. As mais comuns são o cinza e a cor de zebra. O diamante mandarim é uma ave sedentária que vive em grupos muito numerosos fazendo ninhos normalmente em colônias. É uma ave que se adapta bem aos ambientes mais secos, tipo semidesérticos, pois consegue ficar muito tempo sem beber água.

O Diamante Mandarim é oriundo da Austrália, mas comum na Indonésia e no Timor Leste. Foi popular durante 100 anos por ser um dos principais pássaros de gaiola, considerado sedentário por não mudar muito de lugar.
Características

Em liberdade, ele constrói um ninho volumoso principalmente com ervas e em forma de garrafa, com entrada em forma de túnel. Daí provém, em parte, o costume que tem de utilizar diferentes materiais, como o pelo de coco, para tecer e dar resistência ao ninho. É um pássaro pequeno e forte, rápido nos movimentos e de caráter alegre.

Costuma ser sociável e vive em bando, não se adapta a viver sozinho. Mas costuma bicar um ao outro quando o local está superlotado. É comum se aproximar de quem cuida dele, apesar de não se tornar íntimo. N o geral, é uma ave de fácil criação e é indicada para criadores inexperientes.

Essa ave tem dimorfismo sexual, então o macho e a fêmea são facilmente identificados pela diferença na aparência de cada um. Além disso, pássaros do sexo masculino costumam cantar alto, enquanto entre elas é mais comum apenas ouvir piados.
As cores mais comuns são cinza ou cor de zebra; contém áreas distintamente coloridas; inclui tom arlequim, castanho-amarelado e branco
Macho: tem coroa, pescoço cinza claro; bochechas brancas cortadas por duas linhas verticais pretas e uma linha vermelha dos dois lados da cabeça; bico vermelho alaranjado
Fêmea: aparência similar, mas com menos cores; cabeça, garganta e parte superior do peito são cinzas; bico mais claro que do macho
Barriga branca
Dorso e asas cor preto mosqueado
Cauda larga e curta; preta e branca
Penas abundantes e brilhantes
Olhos pequenos, arredondados e bem separados
Bico pequeno e levemente inclinado para baixo
Pernas e pés finos
Cuidados básico

Muitas aves adoram se banhar e essa prática faz bem à saúde do animal. Portanto, é recomendado deixar à disposição uma banheira com água sempre limpa, para que se refresque.

Em situações adversas e de estresse, esta ave pode arrancar penas do corpo com frequência, o que costuma fazer também na falta de material para formar o ninho ou em gaiolas superpovoadas.

Alguns cuidados com as aves devem ser diários, como a troca da água e a limpeza do viveiro. Os comedouros devem ser limpos regularmente para evitar a formação de bolor, causada por restos de alimentos.

As unhas desse pássaro precisam ser cortadas regularmente, mas todo cuidado é pouco para não pegar na veia dele e feri-lo. Lojas específicas para animais vendem talco para conter o sangramento e cortadores próprios para aves.

Alimentação

A ração para qualquer ave deve ser muito bem balanceada. Existe no mercado uma grande variedade de marcas e composições específicas para cada espécie. O armazenamento do alimento deve ser feito com cuidado mantendo as devidas condições de ventilação e higiene.

É recomendado dar ao animal algumas sementes de frutas e também legumes, exceto alface, pois pode provocar disenteria. A aveia é indicada para soltar o intestino da ave, mas deve ser confirmada pelo veterinário.

Costuma se alimentar de sementes de grama encontradas pelo chão. É muito mais vegetariano que a maioria dos pássaros que comem isso. Também precisam de proteínas, como ovos e larvas de tenébrio. Barrinhas de semente, mel, frutas e vegetais são bastante benéficas para ele.

Se o casal de pássaros reproduzir, nos primeiros dias forneça alimentos moles e macios para eles, como cenoura ralada, ovo cozinho, pão molhado e verduras frescas.

Espaço para criação

Costuma habitar em áreas verdes, como gramas e arbustos, além de savanas secas, terras cultivadas, pastos e áreas abertas. Esta ave precisa de uma gaiola com pelo menos 60cm de comprimento, para criação de um pássaro ou um casal. É indicado que tenha poleiros de várias espessuras para exercitar os dedos.

Acostuma-se bem em aviários ou gaiolas, mas precisa da companhia de outros pássaros semelhantes.

Esse pássaro precisa de bastante espaço para se movimentar. Uma gaiola horizontal para que possa voar é mais indicada do que a vertical. O ideal é ficar em um local sem muita corrente de ar, mas bem ventilado. A iluminação deve ser boa, mas deve ficar longe de portas e janelas onde haja muita incidência de sol, para não superaquecer a ave.

Deve conter dois ou três poleiros de madeira maciça; galhos de árvores são bons substitutos e ainda ajudam a lixar e aparar as unhas do pássaro de forma natural. Ramos com bastantes folhas, grama alta ou junco tornam o espaço ainda mais agradável para ele.

Normalmente preferem lugares fechados para dormir à noite, como em cocos ou ninhos de madeira.

A reprodução desse pássaro só pode ocorrer depois de 9 meses de vida, a fim de evitar problemas para por os ovos e pais imaturos. Os ovos, que variam entre 4 e 6, eclodem entre 12 e 14 dias depois da cópula; macho e fêmea se revezam para chocá-los. Demora em torno de 4 semanas para os bebês deixarem o ninho e de 5 a 6 para se separarem completamente dos pais.

É comum acontecer mutações com esse pássaro e nascer com cores como branco, castanho, peito alaranjado ou preto e bico vermelho.

Saúde

Essa ave tem tendência a ter intestino preso. Para isso, alguns alimentos com fibras, como legumes e verduras são recomendados. Mas consulte um veterinário caso aconteça com o pássaro.

Alguns sinais denotam boa saúde da ave:
Penas lisas e brilhantes
Narinas secas e olhos brilhantes
Come e bebe durante o dia
Emite sons
Ativa, alerta e sociável

Sinais de alerta:
Penas opacas e quebradiças
Sonolência excessiva
Bico, unhas e pés com escamação
Perda de apetite e peso
Chiado na respiração
Olhos vermelhos ou inchados, espirro ou tosse
Fezes com coloração diferente

fonte: http://canaldopet.ig.com.br/guia-bichos/passaros/diamante-mandarim/57a24d1ac144e671ccdd91d1.html

Curió

Nome no Brasil:Curió
País de origem:América do Sul e Central

Tudo sobre Curió

Descrição

Tamanho: 14 centímetros de comprimento
Escala de saúde (1 a 5): 4
Temperamento: amigo, próximo do humano e belo cantor
Cor: preto, com uma mancha branca na asa e o peito vinho
Expectativa de vida: 20 a 30 anos

Este é um pássaro de pequeno porte. O Curió é marrom quando novo. Depois de completar 420 dias suas penas ficam pretas, com apenas uma pequena mancha branca na asa e sua barriga e seu peito ficam na cor vinho. Já a fêmea é marrom com um tom mais claro no peito, mesmo quando adulta.

Existem algumas versões sobre a origem do Curió. Uma delas diz que o pássaro foi trazido ao Brasil por navios que transportavam escravos de Angola e Gabão, pois gostavam muito da ave. Chegando aqui, a espécie se adaptou rapidamente ao clima e vegetação. Mas, a teoria mais concreta diz que o Curió é nativo do Brasil.
Em 1766, a espécie recebeu o nome científico por Linaeus de Oryzoborus angolensis. Mas, essa nomenclatura é equivocada, pois ele foi assimilado a uma ave de Angola com características parecidas. Atualmente, existe uma sinonímia : Sporophila angolensis.
Também conhecido por Avinha e Papa-Arroz, o Curió e pode ser encontrado no país todo, principalmente nas regiões litorâneas. Ele também é visto na Bolívia, Paraguai e outros países da América do Sul e Central. Existe parentes próximos dessa espécie na Nigéria e Califórnia, mas são diferente no canto e plumagem. Seu habitat natural são florestas subtropicais ou tropicais úmidas de baixa altitude e florestas secundárias altamente degradadas.
Foi encontrado, no Brasil, cerca de 128 tipos de cantos de Curiós diferentes, normalmente caracterizado pelas regiões que vivem. Alguns deles são: o Viteu (Bahia), o Vi Vi Te Teu (Pernambuco), o Vovo Yiviu (Alagoas), o canto Paracambi (Rio de Janeiro), o Catarina (Santa Catarina), o Timbira (Maranhão), o Praia Grande (Litoral de São Paulo) e o Mateiro (natural da ave). O canto mais difundido por todo o Brasil é o chamado Praia Grande. Ele é originário das praias paulistas, mas está extinto atualmente entre os exemplares selvagens. Por isso, os criadores brasileiros se preocupam em manter esse canto nas aves de cativeiro.
Subespécies do Curió:
Sporophila angolensis angolensis – encontrado no Centro, Nordeste, Sudeste até o Rio Grande do Sul, indo ao Paraguai, Uruguai e nordeste da Argentina.
Sporophila angolensis torridus – encontrado na Região Amazônica, Colômbia, Venezuela, Trinidad e Tobago, Guianas. É bastante semelhante ao Curió, mas o tamanho é menor.
O Curió é um animal protegido pelo IBAMA. Seu comércio é ilegal, mas não a criação.
Características

O nome Curió na língua tupi guarani significa “Amigo do Homem”, pois este pássaro gostava de viver perto da aldeia dos índios. Ele também é conhecido como Avinhado. Esta característica de se aproximar do ser humano, a sua elegância, a enorme capacidade de disputar, pelo canto, quem é o dominador do território e a enorme qualidade de seu canto, fez do curió um amigo muito estimado entre os criadores e amantes de pássaros em geral.
Na natureza, os Curiós machos aprender a cantar com o pai, então, na criação doméstica, ele precisa ficar próximo de um bom cantor ou CD de canto para desenvolver essa habilidade. Para o filhote ser ensinado, ele deve estar separado dos pais e de outros filhotes. Se tiver dois filhotes, coloque-os em gaiolas diferentes e sem se verem, mas próximo do pai, pois eles podem brigar ao se olharem e atrapalhar o aprendizado. Em cerca de seis meses o pássaro já estará cantando lindamente.
O Curió é um excelente imitador, por isso se ele conviver com outras espécies é bem possível que acabe cantando como elas, perdendo assim a pureza de suas notas musicais características. Se deseja que a ave aprenda a emitir seu verdadeiro som, ele deve ouvir apenas o canto do pai ainda filhote.
Pesa entre 11,4 e 14,5 gramas
O macho possui cabeça, peito, dorso, asas e cauda pretos
A asa tem uma pequena mancha
A barriga e o peito são na cor vinho
O bico é bastante robusto é utilizado para abrir sementes e apresenta uma mancha acinzentada na base da mandíbula
Tarsos e pés enegrecidos
A fêmea é marrom com um tom mais claro no peito, mesmo adulta
O filhote tem as penas marrom
Na natureza, pode viver de 8 a 10 anos
Cuidados básico

Alguns cuidados com as aves devem ser diários, como a troca da água e a limpeza do viveiro. Os comedouros devem ser limpos regularmente para evitar a formação de bolor, causada por restos de alimentos. Muitas aves adoram se banhar e essa prática az bem à saúde do animal. Portanto, é recomendado deixar à disposição uma banheira com água sempre limpa, para que se refresque. O Curió é uma ave conhecida pela higiene e limpeza do ninho.

A troca de pena e bico é feita no período de abril a junho (pode variar de acordo com a região que a ave vive). Nesse período, o pássaro está sujeito a contrair algumas doenças. Proteja a gaiola para evitar o vento, a mantenha limpa e alimente bem o Curió.

Saúde
O curió é uma ave saudável, mas existem umas doenças que podem ocorrer na ave, por exemplo:
Canibalismo: os pássaros bicam uns aos outros, comem pena, causando ferimento que podem levar à morte
Coccidiose: doenças parasitárias causadas por protozoários da ordem Coccidia.
Diarreia: no caso das aves, elas liberam líquidos constantemente
Gripe, coriza ou resfriado: o pássaro perde o apetite, para de cantar e está sempre sonolento
Sarna: causada por um parasita que deixa as pernas dos pássaros mais grossas e infeccionadas
Verminose: causada pela má higiene na gaiola, levando a diarreia e fraqueza
Alimentação

A ração para qualquer ave deve ser muito bem balanceada. Existe no mercado uma grande variedade de marcas e composições específicas para cada espécie. O armazenamento do alimento deve ser feito com cuidado mantendo as devidas condições de ventilação e higiene. O Curió também pode se alimentar de alguns insetos e de várias sementes, especialmente as de capim navalha.
No caso dos filhotes, deixe que a mãe os alimente. Não coloque a comida direto no ninho, mas dê ao casal e eles realizaram a tarefa. Tome cuidado ao dar frutas e verduras. T enha certeza de que não foi passado inseticida na plantação e se estão estragadas.
Espaço para criação

As gaiolas utilizadas para colocar o curió são gaiolas de madeira ou aço, porém as gaiolas de madeira são mais indicadas. O tamanho indicado é 45 cm de comprimento por 50 cm de altura. Lojas especializadas devem vender esse tamanho padronizado. O número da gaiola tem que ser no mínimo 4. O número 5 e 6 são as mais utilizadas.

Reprodução

Reproduzir o Curió em cativeiro não é difícil, basta recriar seu habitat. Para isso, é preciso colocar o casal em viveiros ou grandes gaiolas. Ponha-os em um local arejado, não muito escuro, sem mudanças bruscas de temperatura e receba raios solares pela manhã. No caso dos viveiros, coloque pequenas árvores e nos gaiolões alguns ramos de bucho, tudo para a fêmea construir o ninho. Na verdade, o “berço” dos filhotes pode ser encontrado em lojas especializadas.

Primeiramente, o casal deve ser colocado em gaiolas separas, mas próximas. Após cinco dias, junte-os na mesma gaiola e espere para cruzarem entre 1 ou 2 meses. Durante esse período, a fêmea irá preparar o ninho. Após o momento da gala, é recomendado separar as aves, pois a fêmea tende a ficar agressiva e machucar o macho. Existem gaiolas especiais para acasalamentos e evitam esse problema.

Ela põe dois a três ovos, que são chocados em torno de 12 dias. Após 10 a 14 dias, os filhotes saem do ninho, por isso, o “berço” deve ser colocado em um local baixo para as aves não caírem. Quando eles estiverem com 30 dias mais ou menos, já se alimentam sozinhos e você deve retirá-los da companhia dos pais. Coloque os filhotinho em gaiolões para voarem e se desenvolverem.
Fora do período reprodutivo, o Curió normalmente vive solitário ou aos pares, normalmente separado de outras espécies de pássaros, embora às vezes possa misturar-se a bandos.

fonte: http://canaldopet.ig.com.br/guia-bichos/passaros/curio/57a24d16c144e671ccdd91b7.html

Coleirinho

Nome no Brasil:Coleirinho
País de origem:Brasil

Tudo sobre Coleirinho

Descrição

Tamanho: 11 centímetros de comprimento
Escala de saúde (1 a 5): 4
Temperamento: amigável, adapta-se a vida doméstica e adora cantar
Cor: cinza-escuro, preto e branco
Expectativa de vida: 40 anos

Este é um pássaro de pequeno porte. Há bastante variação individual e regional de canto. A pelagem do macho é cinza-escura na parte de trás. O ventre é branco com uma mancha preta no pescoço em forma de coleira. A parte da frente é preta. A fêmea possui plumagem colorida só que mais acinzentada.
O Coleiro, popularmente conhecido como Coleirinho, também recebe outros nomes, como Coleirinha, Papa Capim, Papa Arroz, Coleiro Tuí Tuí e Papa-Mineiro (Paraíba) e G ola de Cruz (Bahia) . É uma ave brasileira e está bastante difundida em praticamente todo o país, com exceção da região Amazônica e Nordeste. Ele está presente em toda a parte do Centro Sul e em alguns países vizinhos, como Argentina, Paraguai, Uruguai e Peru. Devido ao crescente desmatamento, é possível cada vez mais essas aves nas regiões urbanas, sendo avistadas nos quintais das casas e nas ruas das cidades, à procura de alimento.

O Coleirinho vive principalmente na beirada das matas, pomares, pastos, brejos, capoeiras e praças das cidades, podendo viver em grupos de 6 a 20 indivíduos. Por ser um pássaro nativo, a criação da espécie é bastante difundida no Brasil. É provavelmente a primeira ave que todo passarinheiro teve quando jovem. Seu nome científico, Sporophila caerulescens, faz referência à alimentação, pois significa “ave azulada que tem gosto ou predileção por sementes”. Para quem deseja ter um exemplar, é necessário fazer o registro de sua criação para o IBAMA.

É conhecido três subespécies do coleirinho:
Sporophila caerulescens caerulescens: coleiro de gola e peito branco
Sporophila nigricollis nigricollis: cabeça preta e peito amarelo
Sporophila caerulescens hellmayri: gola e peito amarelo
Características

O coleirinho é tido como o pássaro mais sociável da fauna brasileira. Adora ser levado para passear pelo dono e é, geralmente, o primeiro pássaro que todo passarinheiro, ainda criança, teve. Por outro lado, é considerado um dos pássaros nativos de mais difícil reprodução em cativeiro, pois as fêmeas demoram a ceder ao instinto reprodutivo, sempre implicando com a presença dos machos.
Em ambientes domésticos, quanto mais o criador manuseá-lo e fizer carinho mais ele canta. Quanto mais dedicação o dono reserva ao Coleirinho, mais feliz ele será. Possui um fácil entrosamento e fica manso com um pouco de carinho. Aves canoras se desenvolvem melhor ao lado de seus irmãos. Sendo um animal pacífico, o Coleirinha adapta-se bem à vida em gaiolas e viveiros. Não fica agitado voando de um lado para outro, não se bate contra as grades e nem se machuca.

O canto da ave é melodioso, conquistando vários adeptos. Ele é classificado em dois tipos diferentes: Tuí-Tuí (ou Macaquinho) e o Grego, sendo o primeiro canto mais puro e melodioso, ou seja, mais valorizado. Alguns criadores levam seus exemplares para torneios de fibra, ou seja, se o coleirinho não estranha novos lugares, chega e já começa a cantar e suporta a pressão de outros coleiros cantando, então é um pássaro de fibra.

Os Coleiros machos apresentam o inconfundível colar branco e negro
Ao lado da garganta negra, existe uma espécie de bigode branco, que define a área sob o bico
A região do bico é amarelado ou levemente cinza esverdeado
O Coleiro fêmea é parda, tendo uma cor mais escura nas costas
Sob a luz é possível ver que ela possui um esboço do desenho da garganta do macho
Os filhotes nascem com a plumagem idêntica à fêmea, mas se for macho, com o tempo adquire as cores características
As fêmeas não são canoras
Possui mos­ca branca nas asas
Os olhos enegrecidos são circundados com pequenas penas claras, formando um gatinho
Cuidados básico

Alguns cuidados com as aves devem ser diários, como a troca da água e a limpeza do viveiro. Os comedouros devem ser limpos regularmente para evitar a formação de bolor, causada por restos de alimentos. Muitas aves adoram se banhar e essa prática faz bem à saúde do animal. Portanto, é recomendado deixar à disposição uma banheira com água sempre limpa, para que se refresque. Uma informação útil para os criadores é que eles devem ser pacientes e saberem aguardar o momento certo para obter sucesso na criação, devido às dificuldades de aceitação do macho pela fêmea.

A gaiola ideal para o Coleirinho é a número 3, no qual acomoda um casal. Esta espécie costuma fazer seu ninho em arbustos a árvores baixas, por isso, é aconselhável usar viveiros arborizados ou colocar areia e folhagens artificiais nas gaiolas comuns.
Alimentação

A ração para qualquer ave deve ser muito bem balanceada. Existe no mercado uma grande variedade de marcas e composições específicas para cada espécie. O armazenamento do alimento deve ser feito com cuidado mantendo as devidas condições de ventilação e higiene. O coleiro é um pássaro granívoro, não sendo grande apreciador de frutas e verduras. A base da alimentação é constituída por uma mistura de alpiste e outros grãos. Apreciam muito, como guloseimas, sementes de capim frescas, por exemplo, as de “pé de galinha”, colonião, braquiara, margoso, favorito, entre outros.
Espaço para criação

Para criar o coleiro, as características exigidas do local são as mesmas dos outros nativos: local bem iluminado, se possível com luz direta pela manhã, sem grandes variações de temperatura entre o dia e a noite e abrigado das fortes correntes de ar. Este pássaro pode ser reproduzido tanto em gaiolas como em viveiros, mas estes últimos são menos adequados por dificultarem o manejo de ovos e filhotes.
Apesar de ser uma espécie popular entre criadores, não é conhecido casos de reprodução em cativeiro com sucesso. A s fêmeas demoram a ceder ao instinto reprodutivo, sempre implicando com a presença dos machos. Mas quando acontece, as fêmeas colocam de 2 a 3 ovos, que são chocados durantes 13 dias. Após esse período, os filhotes nascem e ficam nos ninhos por mais 13 dias. Com 30 a 35 dias de vida os pássaros já estão aptos para comer sozinho. O período reprodutivo é geralmente de outro a fevereiro.
No caso da reprodução na natureza, a fêmea é territorialista. Quando está chocando, demarca uma área geográfica em torno do ninho e o casal não permite a presença de outras aves. É através do canto que o território é delimitado. No início, o ninho é construído pelo macho assim como o cantar para afastar outras espécies e as demais tarefas são da fêmea. Apesar de viver nas áreas abertas, procura árvores da borda das matas nos horários quentes do dia e nidifica em árvores e arbustos do contato mata/campo aberto.

Quando não estão na época da reprodução, contudo, podem ser vistos em pequenos grupos junto com os filhotes. Estão sempre à procura de alimentos, tipo semen­te de capim verde. Para isso, agar­ram-se aos finos talos dos cachos para poderem se alimentar; são especialistas nisso.

Por que ter um Coleirinho em casa?
É uma ave brasileira e bastante popular ao longo do país. É fácil de ser encontrada e os criadores o admiram. Seu canto é melodioso e gostoso de ouvir. Adora ser levado para passear pelo dono e é, geralmente, o primeiro pássaro que todo passarinheiro ainda jovem teve. Em ambientes domésticos, quanto mais o dono manuseá-lo e fizer carinho mais ele canta. Ele só precisa de dedicação e cuidados para ser feliz. Ele se entrosa fácil e fica manso com um pouco de carinho.

É um animal pacífico e se adapta bem a gaiolas e viveiros. Não fica agitado voando de um lado para outro, não se bate contra as grades e nem se machuca. Os cuidados não são simples: local bem iluminado, se possível com luz direta pela manhã, sem grandes variações de temperatura entre o dia e a noite e abrigado das fortes correntes de ar. Ele pode ser levado para competições de canto.

Por que não ter um Coleirinho em casa?
Por ser uma ave canora, ela vive bem melhor ao lado de seus irmãos. Dependendo do local que o dono mora e do espaço reservado para a criação da ave, ter mais espécies pode não ser uma opção. Deve-se levar isso em consideração no momento de escolher o Coleirinho.

A ave tem sérios problemas com a reprodução em cativeiro. A s fêmeas demoram a ceder ao instinto reprodutivo, sempre implicando com a presença dos machos. É bem difícil um criador conseguir criar filhotes de um casal. Se a intenção é essa, não é uma boa escolha essa espécie.

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