Pássaros voam até a Índia para cometer suicídio em massa

Jatinga é uma aldeia exuberante ao sul de Guwahati, na Ìndia. O local é uma zona de descanso para muitas espécies de aves migratórias.

Nas últimas décadas, entretanto, a região ficou famosa por um fenômeno bizarro: entre os meses de setembro e novembro, quase todas as noites, ao pôr-do-sol, centenas de pássaros se suicidam juntos.

Em uma faixa de terra de cerca de 1,5 km, uma porção de aves voa simultaneamente, como enorme nuvem escura, e se choca contra edifícios ou árvores a toda velocidade.

O mistério em torno do acontecimento é grande. “O mais intrigante é que muitas espécies diurnas aparecem no céu quando deveriam estar dormindo. Isso merece um estudo científico mais profundo”, afirmou Salim Ali, ornitólogo indiano.

Alguns pesquisadores alegam que os animais são perturbados pelas luzes noturnas e fazem vôos desgovernados. Outros acreditam que as forças eletromagnéticas de Jacinta exercem influência sobre os pássaros.

Registros históricos confirmam que, em 1905, isso já ocorria em Jacinta. Na época, os aldeões interpretaram o acontecimento como um presente dos deuses e traçaram os pássaros, com muito prazer, nas refeições.

fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/blog/contando-ninguem-acredita/passaros-voam-ate-a-india-para-cometer-suicidio-em-massa/

Para ficarem doidões, papagaios atacam plantações de papoulas

(divulgação/Wikimedia Commons)
Um bando de papagaios vem aterrorizando agricultores na Índia, de um jeito nada convencional. Durante os meses de março e abril, quando a colheita das papoulas é feita, as aves dão voos rasantes e pegam as sementes segundos depois que os trabalhadores cortam as vagens.

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Vídeos mostram os papagaios mordiscando as sementes nas árvores e depois dormindo ou até mesmo caindo de uma árvore.

Segundo os produtores, as aves causam uma diminuição da papoula colhida, o que gera uma repreensão por parte do governo indiano. O fenômeno, que começou em 2015, vem se intensificando ao longo dos anos.

“Normalmente, os papagaios fariam barulho quando estivessem em grupo. Mas essas aves ficaram tão espertas que elas não fazem nenhum som quando chegam aos campos”, explicou Sobharam Rathod, fazendeiro de papoula da cidade de Neemach que tem cerca de 10% de sua produção devorada pelas aves.

Fazendeiros tentaram estourar fogos de artifício, batendo tambores de metal e até atirar pedras para assustar os papagaios. “Às vezes, passamos horas no campo só para afastá-los”, disse outro agricultor.

Com Daily Record

fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/blog/contando-ninguem-acredita/para-ficarem-doidoes-papagaios-atacam-plantacoes-de-papoulas/

Canários, natural ou artificial

Renato Menezes Lima

Ficamos encantados ao observarmos a beleza e variedade de cores que os nossos encantadores canários apresentam.

As melaninas, com suas tonalidades diversas, a se mostrarem com mais ou menos intensidade, com mais ou menos oxidação, fatores específicos de cada tipo e variedade. E desafiador observar a forma como ela, a melanina, e depositada nas penas, formando desenhos de variadas formas, contínuos, interrompidos, largos, estreitos, em umas partes sim em outras não, a envoltura, desafiadora, pela necessidade em uns e ausência em outros pássaros. Até a ausência da melanina determina beleza, pois oferece oportunidade, ao belíssimo lipocromo de se mostrar, em sua maior ou menor intensidade e uniformidade de distribuição

Toda esta beleza e expressão e um fator natural, patrimônio genético desta magnífica ave, no seu processo de evolução.

Tudo que e natural e Divino.

Até que ponto, o homem, pode e deve interferir?

O trabalho de seleção e aprimoramento genético, a observação de mutações, o direcionamento de acasalamentos, os cuidados com a alimentação e higiene, são ações que podemos e devemos adotar, com a finalidade de facilitar toda esta explosão de cores e beleza.

A Canaricultura e Mundial, mas as atitudes individuais determinam a sua excelência, refletem o nosso comportamento, o Brasil e todos os seus Canaricultores são responsáveis pelo posicionamento neste todo.

As ações, buscando alterar o comportamento natural das melaninas e do lipocromo, com o uso de produtos que inibam ou intensifiquem suas manifestações, além das práticas mecânicas, devem ser coibidas, pois estão, quando usadas, desvirtuando resultados nos campeonatos. Não devemos, pois premiar o artificial em detrimento ao Natural. – Estamos otimistas em relação ao posicionamento, da FOB e OBJO, para coibir e punir a fraude, através de metodologia de detecção das mesmas (Ata da Reunião Técnica de juízes da OBJO – 10/11/2007- Publicada na Brasil Ornitológico n0 69). A Canaricultura agradece. – Já constatamos mudanças expressivas, no fenótipo de pássaros adquiridos, com o objetivo de melhoramento genético do plantel e que ao se realizar a muda natural, as características, pelas quais ele fora adquirido, não se expressarem como antes estavam.

Artificial, como se define, e tudo produzido pela arte ou pela indústria; não natural. Que não é espontâneo; forçado, fingido.

Os Clubes, em seus campeonatos, necessitam de assistência técnica, que possibilite a detecção da prática do artificial.

Um comportamento ético e essencial para que a Canaricultura possa evoluir e conquistar uma posição respeitável no cenário que ela abrange.

fonte: http://www.omundodasaves.com.br/canario_natural_artificial.html

Iluminação nos Criadouros

Arquivo editado em 09/05/2004
Revista SOAN 1999

Como Chefe da Divisão da Canaricultura do COF, tenho observado vários problemas nos diversos criadouros que tenho visitado, que frustram as expectativas de produção dos proprietários. Além dos aspectos: saúde dos reprodutores; alimentação adequada; superpopulação; limpeza; ventilação e ruídos pretendo falar sobre o fator iluminação.

Muitos criadores, por desconhecerem que o pássaro no hemisfério sul não faz a diferenciação entre inverno e verão pela temperatura ambiente e sim pelas durações do dia e da noite, fazem uso da iluminação artificial para atender às “suas necessidades” do que às dos seus pássaros.

Pelo desconforto diário de ter-se que levantar muito cedo para cuida-los, muitos criadores optam por fazer-lo após a volta do trabalho enebriando-se com o convívio destes amáveis companheiros, mergulhando inadvertidamente em boa parte da noite.

Normalmente os pássaros possuem ciclos anuais. Os de cativeiro talvez artificialmente forçados pelo homem através dos tempos, obedecem a um ciclo de aproximadamente 6 meses de cria x 6 meses de recuperação, podendo apresentar pequenas variações de calendário, de espécies para espécie. O fiel cumprimento desses ciclos por parte dos pássaros é indispensável à obtenção da máxima produtividade.

No caso dos canários, a partir de janeiro quando os dias começam gradativamente a encurtarem sua duração até junho, cria-se o estimulo à muda, numa sábia determinação da natureza de prover um “casaco novo” para melhor suportar o frio que se aproxima.

A partir de fins de abril e começo de maio inicia-se um processo lento de excitação que culminará dentro de 2 ou 3 meses em cio absoluto. Embora ainda sob a ação de um frio intenso, os canários, dispõem-se, avidamente à procriação sob a perspectiva do alongamento dos dias que se sucederão o que possibilitará melhores condições de busca de alimentação aos filhotes (não só para maior tempo com a luz, mas também pela maior oferta de sementes da primavera e verão) e melhores condições de amadurecimento e vida própria destes ao desmamarem.

É evidente que o cativeiro cerceia tais desenvolvimentos naturais. Contudo, não podemos deixar de raciocinar em termos de seus instintos naturais, sob pena de maculá-los e sofrermos as conseqüências.

As maiores decepções que pude constatar em termos de entrada em muda de quase todo o plantel, abandono de crias, etc., foram sempre de criadores que dispunham de uma eficiente iluminação artificial, mas que fizeram mau uso.

Não raramente, em criadores sombrios, que contavam apenas com a luz natural de uma ou duas acanhadas aberturas, obteve-se melhor média de filhotes por casal, do que naqueles super-iluminados mas sem qualquer respeito a ordem natural dos ciclos.

Pense Bem: Se um pássaro está procriando com luz artificial que é acionada diariamente até as 21:00 h, por exemplo, e, se por qualquer motivo deixar de recebe-la (imposição de viagens, esquecimentos, etc), achará que os dias passaram drasticamente a se encurtarem. Mais do que depressa, ele entrará em processo de muda de penas, tentando recuperar o tempo perdido (pois já deveria ter começado a faze-lo gradativamente).

Por outro lado, a manutenção de iluminação artificial por períodos avançados durante o ciclo de descanso, impedirá o pássaro de realizar uma muda de penas sadia, por má percepção do que se passa realmente em seu meio ambiente. Exigir-se deste mesmo pássaro, saúde, vitalidade e disposição para criação, é muita ingenuidade.

Diante do exposto, sugiro o emprego da iluminação artificial como complemento à natureza (que deverá ser explorada ao máximo), porém de forma proporcional às estações do ano.

Ao final da época da criação (no caso de canários DEZ) suspenda a iluminação artificial completamente, já que os dias são extremamente longos. Apenas nos dias nublados e chuvosos, faça a complementação. A partir de então, deixe a possibilidade de nortearem-se pela redução gradativa dos dias (o que dá-se muito sutilmente). O resultado é uma muda lenta e gradual, sem desgastes excessivo, portanto.

A partir de maio, comece a estender lenta e gradativamente iluminação artificial (primeiro deixando-a disponível durante o dia todo, mas sem diferença do comprimento do dia; depois a estendendo). Procura-se com isto, amenizar o impacto das exposições que se aproximam, bem como predispô-los ao ciclo reprodutivo que se inicia.

Tenho lutado para que os horários das exposições sejam reduzidos, bem como se observem a duração dos eventos, para evitar que os nossos melhores pássaros se tornem improdutivos pelo “stress” oriundo da maratona: Sociedade x Estadual x Nacional e seus respectivos descontroles de iluminação.

fonte: http://www.omundodasaves.com.br/iluminacao_criadouros.html

Fator de Diluição nos Agapornes

O FACTOR DILUIDO E A SUA INTERACÇÃO COM O FACTOR INO EM AGAPORNIS PERSONATUS

Havia, no entanto, aves com uma cor muito semelhante, estas tinham um tom amarelo esverdeado com uma máscara de um castanho muito ténue (enquanto as aves lutinas tem uma máscara vermelho alaranjada ), havia contudo outro tom nessas aves diluídas que era mais comum do que o acima descrito, elas eram de um verde mais intenso. Na realidade o seu tom era intermédio entre as do primeiro tipo e as de cor normal.

Na altura, e com base nas minhas experiências com o factor de escurecimento, pensei que a forma mais clara seria a homozigótica e a mais escura a heterozigotica, sendo o factor diluído portanto um factor codominante, ou seja, as aves tinham cores diferentes conforme tivessem um ou dois genes para o factor diluído, sendo ambas as situações diferentes da cor normal. Nessa altura também presumi que, tal como nos A. roseicollis, o factor lutino era ligado ao sexo, tínhamos assim três genótipos correspondentes a três fenótipos:

homozigótico diluído——————-amarelo diluído
heterozigótico diluído—————–verde diluído
homozigótico ino———————–ino

Nota: não confundir os amarelos diluídos e os diluídos com os verdadeiros amarelos, que são iguais aos lutinos em cor mas com olhos pretos.

Comprei alguns verdes diluídos a um criador meu amigo e após as habituais dificuldades de arranjar machos e fêmeas comecei a criar. Fiz portanto os meus casais com base nestes pressupostos, tornou-se no entanto, óbvio com base tanto nos meus resultados como no de outros criadores que algo estava mal.

Na verdade ao acasalar um macho lutino com uma fêmea verde obtêm-se 100% de aves verdes, o que seria impossível se o factor ino fosse ligado ao sexo, por outro lado se cruzarmos dois verdes diluídos em vez de obtermos a proporção esperada de 25% normais, 50% verdes diluídos, 25% amarelos diluídos obtemos 100% verdes diluídos. Intrigado, comecei a fazer o que deveria ter feito no inicio ou seja, pesquisa na literatura especializada, o que fiquei a saber corresponde aos resultados por mim obtidos:

1º O factor ino nos A. personatus não é ligado ao sexo mas sim recessivo autossomico.
2º O factor diluído é também ele recessivo autossomico.
Sendo assim o que é na realidade o amarelo diluído?

Com efeito o amarelo diluído não é facilmente explicável, geneticamente falando é uma ave heterozigótica para o factor diluído e heterozigótica para o factor ino, ou seja, na prática é um diluído portador de ino com a particularidade de ser visualmente reconhecível, isto é devido ao facto de os dois factores serem alelos, são ambos mutações do mesmo gene, e embora sejam ambos recessivos em relação ao alelo normal entre eles são codominantes.

Assim, o ino faz com que praticamente nenhuma melanina seja produzida e o diluido com que uma determinada percentagem seja produzida, se a ave tiver as duas mutações produz um quantidade de melanina intermédia , não é no entanto possível a ave ser homozigótica para as duas mutações, mas apenas heterozigótica.

Dado que actualmente muitos dos inos são híbridos A. personatus x A. fischeri, é do interesse dos criadores usarem esta característica para melhorarem a sua linha de inos. Nota: este artigo só faz referencia à linha verde do A. personatus é, no entanto, válido, com as devidas correcções para a linha azul e para o A. fischeri.

fonte: http://www.omundodasaves.com.br/diluicao_agapornes.html

MANEJO E REPRODUÇÃO DE AVES EM CATIVEIRO 2º ENCONTRO ZOOTEC DE CRIADORES DE AVES 22 DE JULHO DE 2017 – MARINGÁ – PR

MANEJO E REPRODUÇÃO DE AVES EM CATIVEIRO 2º ENCONTRO ZOOTEC DE CRIADORES DE AVES 22 DE JULHO DE 2017 – MARINGÁ – PR
PÚBLICO ALVO: criadores, profissionais e estudantes de biologia, medicina-veterinária, zootecnia e potenciais empreendedores.

PROGRAMAÇÃO
09:00 – PALESTRA – CRIAÇÃO DE AVES EM CATIVEIRO
M.Sc. Luiz Roberto Francisco, Biólogo, ZOOTEC Projetos

MANEJO
Legislação
Projetos de criadouros comerciais no Paraná
Cuidados em cativeiro
Instalações/Projetos de recintos

NUTRIÇÃO
Uso de rações comerciais x alimentos naturais
Rações extrusadas, farinhadas e papas para filhotes

INCUBAÇÃO ARTIFICIAL
Manejo e reprodução de aves
Métodos de incubação – aumento de posturas
Equipamentos

CUIDADOS COM FILHOTES
Nutrição – preparo de papinhas
Higiene – Controle de peso

IDENTIFICAÇÃO/SEXAGEM
Anilhas/Microchips/Nanochips
Sexagem por DNA
Certificação de plantel – Laboratórios/Exames

12:00 – INTERVALO PARA ALMOÇO
14: 00 – 18:00 – MESA-REDONDA

Situação atual e perspectivas da criação de
aves ornamentais
Legislação – criação amadora – criação comercial
Técnicas de criação: reprodução/nutrição/controle de plantel
INFORMAÇÕES: 41 99984.7715 Email: [email protected]

SUGESTÃO DE HOSPEDAGEM
KING KONFORT HOTEL – Fone: 44 4009-7000 (Adriana Marques)
www.kingkonforthotel.com.br

fonte: https://www.eventbrite.com.br/e/manejo-e-reproducao-de-aves-em-cativeiro-2o-encontro-zootec-de-criadores-de-aves-maringa-pr-tickets-34783389053