Distinguir uma ave saudável

Sinais de saúde:
Olhos: Brilhantes, vivos, limpos, sem secreção nem nebulosidade;
Cera: Limpa e seca, sem secreções;
Respiração: A ave deve inspirar e expirar sem dificuldades;
Bico: Deve ter aparência forte, livre de resíduos de alimentos, secreções e saliva;
Pele: Limpa (também em baixo das penas);
Pés: Limpos e secos, com pele limpa;
Evacuações: Normais, sem mudanças;
Peso: Normal, sem ossos à vista, nem muito leve nem muito pesado;
Comportamento: Alerta, observador e pronto para explorar coisas novas;
Energia: Depende do tipo e da idade; disposto a deslocar-se, cantar, falar e brincar.

Sinais de doença:
Olhos: Com secreção, nebulosos, fechados ou semi-fechados;
Cera: Com secreção ou crosta;
Respiração: Ofegante, difícil, que permite ouvir a inspiração e expiração;
Bico: Ferido, quebrado, com resíduos presos nele ou saliva;
Pele: Vermelhidão, irritação, com crosta ou escamas;
Penas: Dispostas de modo irregular, com formações muito visíveis, penas sem aparência saudável e partes sem penas;
Pés: Vermelhidão, irritação, com crosta ou feridas;
Evacuações: Qualquer anormalidade, presença de sangue nas fezes, mucosa, fezes e penas ao redor da cloaca;
Peso: Perda brusca de peso, falta de apetite, aumento no consumo de “alimentos sólidos”;
Comportamento: Mudança de ânimo, cabeça baixada, ou encolhida, penas arrancadas, descaso pelo ambiente e desinteresse em sair da gaiola;
Energia: Qualquer mudança em relação ao nível normal, sonolência, passividade.

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Saúde das aves


CACATUA DAS MOLUCAS (CACATUA MOLUCCENSIS) | FOTOGRAFIA: FREDERICO LISBOA
Para que as suas aves se mantenham saudáveis, são necessários cuidados específicos com a alimentação, higiene, ventilação, lazer e protecção contra intempéries.
Deve ser evitado contacto com factores que predispõe a ocorrência de patologias tais como traumas físicos, inalação de substâncias tóxicas (poeira, fumo de cigarro e incenso, gases emitidos pelos automóveis e vapores de cozinha).
Evite manter a gaiola em locais pouco ventilados como, por exemplo, na garagem ou na cozinha. O vapor da fervura dos alimentos deixa as penas engorduradas, fazendo com que a ave necessite limpá-las excessivamente, podendo desencadear o arranque das mesmas. Além disso, os vapores das panelas com “teflon” são tóxicos para as aves podendo causar a sua morte.
Uma ave doente apresenta sinais clínicos que devem ser observados e relatados o mais breve possível ao médico veterinário, tais como:
Apatia;
Emagrecimento (peito facão);
Diarreia;
Vómitos / regurgitações;
Diminuição do apetite;
Espirros;
Tosse;
Secreção nasal e /ou ocular;
Dificuldade respiratória;
Arranque das penas…
… entre outras ocorrências, assim qualquer alteração observada no comportamento da ave deve ser cuidadosamente avaliada.
Alguns proprietários demoram a procurar auxílio veterinário e, quando o fazem, na maioria das vezes a ave já está muito debilitada, impossibilitando o sucesso do tratamento.
Entre as patologias mais comuns encontramos:
Doenças respiratórias;
Alterações gastrointestinais;
Ectoparasitas (parasitas externos) e endoparasitas (parasitas internos);
Problemas de pele;
Hepatopatias;
Intoxicações por chumbo e zinco.
É importante lembrar que uma nutrição adequada aliada ao controlo de factores ambientais predisponentes a doenças é de extrema importância na manutenção da saúde da ave.

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Psitacídeos: Horas de sono e o Sol

Um horário regular de sono de 10 horas é crucial para o bem-estar da sua ave.
Durante a noite, ponha a gaiola num local calmo sem barulho e movimento constante. O banho de sol também é imprescindível para sua ave, coloque-a ao sol antes das 11h da manhã e após as 16h da tarde.

Galho de chorão (vimes)
Uma dica interessante e que qualquer papagaio adora, são os galhos de chorão.
Retire as folhas e dê-lhe os talinhos flexíveis, é ideal para as suas brincadeiras, bem como para os ajudar a construir os seus ninhos inclusive os agapornis e calopsitas. Não é tóxico, não faz mal e como é amargo, ajuda na digestão.

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Psitacídeos: Aparar as asas (contenção do vôo)

O aparar de algumas penas alares é rotineiramente realizado nos psitacídeos. Os benefícios incluem a prevenção de lesões decorrentes do voo, prevenção de uma fuga acidental e como auxílio no seu treino e domesticação.
Com as asas aparadas, a ave não deve ser capaz de voar ou ganhar impulso, mas planará suavemente para o solo por uma pequena distância. O proprietário deve estar ciente que algumas aves ainda podem voar, especialmente quando expostas ao vento.
Um corte inapropriado das penas alares pode resultar em irritação e fazer com que algumas aves se limpem excessivamente, ou comecem a bicar as penas.
O corte de penas hemorrágicas resultará em hemorragia, podendo causar a morte da ave se a mesma não for socorrida imediatamente. Se está inseguro em como cortar as penas da sua ave, peça auxílio ao seu veterinário.
A ave deve estar imobilizada com segurança na hora do corte das penas, porque os cortes excessivos impossibilitam as aves de planarem, propiciando a ocorrência de quedas que podem resultar em fracturas nas asas ou nas pernas ou a ponta do bico pode lascar-se.
As aves jovens devem aprender a voar para desenvolverem habilidade de aterragens antes do seu primeiro corte, isso permite que elas desenvolvam equilíbrio e agilidade. As aves necessitarão de um corte adicional de 3 meses após o início de uma muda.

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