Canários Brancos: Preparação dos canários para as exposições

Todos os canários brancos (brancos recessivos, brancos dominantes, albinos e albinos dominantes) são aves que requerem cuidados especiais na sua preparação para os concursos.
Pode ser um excelente pássaro, mas se não se apresentar totalmente limpo na altura do julgamento, nunca será um campeão. Estas aves necessitam de muito banho, para que a sua plumagem se apresente em óptimas condições na altura dos julgamentos.
A sua preparação deve ser feita em gaiolas individuais, se possível com grades, e estas devem estar sempre bem limpas, tal como a gaiola. Caso não haja esse cuidado, é difícil manter o canário limpo.
Este artigo foi publicado na Revista nº5 do Mundo dos Animais, em Fevereiro de 2008, com o título “O Canário Branco”.

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/canario-branco/

Canários Brancos: Alguns dos aspectos que deve ter em conta para o sucesso na criação de canários

Instalações
Deve ser um local espaçoso, com um bom arejamento (sem correntes de ar), boa iluminação. Um local onde não haja grandes oscilações de temperatura e humidade. Além destas condições todas, manter o canaril com uma boa higiene.
Gaiolas
Estas devem ser limpas regularmente, assim como todos os acessórios utilizados nas mesmas, tais como bebedouros, comedouros, poleiros, grades de fundo e tabuleiros.
Todos estes apetrechos devem ser limpos de oito em oito dias.
Nota: Não esquecer que a melhor higiene nas nossas instalações, assim como nos acessórios, evitará muitas doenças nas nossas aves.
Alimentação e água
Deve-se fornecer às nossas aves uma mistura de boa qualidade, isenta de poeiras.
Evitar dar uma mistura que contenha muitas sementes negras, pois estas são muito prejudiciais à saúde dos nossos passarinhos (eu por exemplo, num saco de mistura para canários, junto-lhe um saco de alpista).
Devemos ter à disposição das nossas aves, grite ou osso de choco, de vez em quando por à sua disposição papas e vitaminas, quando se achar necessário.
Mais uma vez lembro que todos estes produtos devem ser de boa qualidade.
A água é um elemento importante na alimentação dos nossos passarinhos, deve ser trocada todos os dias. Muita atenção à qualidade da água fornecida às suas aves.

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Canários Brancos: Acasalamentos que eu mais aconselho

Branco x Branco:
Todos os descendentes são brancos. Os descendentes deste casal, cruzo-os no segundo ano com amarelo portador de branco.
Branco x Amarelo portador de branco:
Descendentes amarelos portadores de branco e brancos recessivos.
Branco x Amarelo normal:
Todos os descendentes são amarelos, alguns são portadores de branco.
Atenção – Nunca devemos cruzar duas aves com excesso de plumagem, pois os descendentes terão problemas de plumagem (como o aparecimento de quistos).

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Canários Brancos: Ciclo reprodutivo, nascimento e anilhamento

Acasalamento
Após cinco dias de juntar o casal, devemos por à sua disposição o ninho e o material para a construção do mesmo. Não esquecer acrescentar à água de bebida o AD3E, durante cinco dias.
Depois do ninho feito, a fêmea começa a postura, é conveniente que o ovo verdadeiro seja substituído por um ovo falso (plástico). Quando esta põe o quarto ovo, então devemos retirar os ovos de plástico e por os ovos verdadeiros.
Nascimento
Após treze a catorze dias de incubação, dá-se a eclosão, mas caso não nasçam todos, poderá aguardar-se mais um a dois dias.
Alimentação
Dois a três dias antes do nascimento, colocar à disposição dos pais, todo o material necessário para uma correcta alimentação.
A mãe é atenciosa, pelo menos na primeira semana para alimentar os filhotes, da sua alimentação dependerá o sucesso das jovens aves. A fêmea encarregar-se-á da limpeza do ninho, isso deverá acontecer até ao décimo segundo dia. Após esta data as jovens aves deverão ser capazes de expelir as suas necessidades para fora do ninho.
Deverá ter-se em conta que alguns casais não alimentam bem, aí o criador terá que ter relativa importância, pois tem que alimentar as jovens aves, com papas próprias que há à venda nas lojas da especialidade (ex. Papa baby papex, entre outras), ou terá que colocar as jovens aves noutros casais que tenham filhotes com a mesma idade.
Por experiência própria, um casal que não alimenta bem na primeira postura, raramente alimenta bem nas seguintes posturas. Terá o criador que ter o redobrado cuidado.
Anilhamento
Normalmente efetua-se entre o quinto e o sexto dia, no entanto deverá ter-se em conta a alimentação dos pais, pois há excelentes pais a alimentar e outros que nem por isso.
A anilha é o bilhete de identidade da ave, pois nela consta o ano de nascimento, numero de ave e nº stam, a sigla do clube a que pertence. A anilha é fechada e não permite a falsificação da identidade do pássaro.
O anilhamento é feito da seguinte forma: Colocam-se os três dedos da frente dentro da anilha, depois fazendo subir a anilha pela pata passará o outro dedo, estando aí a anilha colocada.
Anilhamento de canários
Pegue na ave com a mão esquerda e segure na mão direita a anilha;
Procure deixar o dedo de trás no mesmo sentido da perna;
A seguir introduza os dedos da frente, fazendo com que o anilha passe para a perna;
Por fim liberte o dedo de trás.
Separação das jovens aves
Normalmente as jovens aves separam-se por volta do 30º dia após o nascimento. Mas o mais aconselhável é verificar se eles já se alimentam sozinhos. Após esta operação, colocar as aves em viveiros não muito grandes.
Pôr à disposição das jovens aves água, sementes, papas, papa de criação, vitaminas e sais minerais.
Entretanto os pais continuam o seu ciclo de reprodução.

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Criação de Canários Brancos

O canário branco subdivide-se em quatro tipos:
Brancos dominantes: Não é uma ave totalmente branca, apresenta uma incidência de lipócromo (pigmentos que definem as cores amarela e vermelha) nas bordas das penas das asas, cauda e encontros;
Albinos dominantes: As mesmas características dos brancos dominantes, só que têm olhos vermelhos;
Albino: As mesmas características dos brancos recessivos, só que estas aves têm os olhos vermelhos;
Branco recessivo: Ave com uma brancura imaculada, normalmente é uma raça de canários que cria facilmente, logo que lhe sejam dadas as condições necessárias.
Escolha dos reprodutores:
Em relação a esta característica, devemos ter o máximo cuidado em relação: plumagem, forma, brilho, cabeça, bico e olhos.
Plumagem:
Evitar comprar aves com excesso de plumagem, devem comprar aves, com uma plumagem bem aderente ao corpo.
Forma:
Evitar comprar aves muito grandes, tentar comprar aves com uma boa forma no poleiro.
Brilho:
Sabendo que o lipócromo é o item que corresponde a 55% da pontuação numa ficha de julgamento, temos de ter em conta este item. Logo quando adquirimos um canário branco, este convêm ser o mais branco possível.
Cabeça, bico e olhos:
Evitar comprar uma ave que tenha a cabeça pequena e achatada, bico comprido, olhos mal centrados e pequenos.

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Arara Canindé

Comprimento: 86 centímetros
Peso: 1.040 a 1.286 gramas
Longevidade: + 60 anos
Maturidade: 5 a 6 anos
Incubação: 28 dias
Postura: 1 a 3 ovos
Distribuição: Presente desde a Amazónia até o Paraná, sendo que antigamente chegava até Santa Catarina. Encontrada também do Panamá à Bolívia e Paraguai. É localmente comum na copa de florestas de galeria, várzeas com palmeiras (buritizais, babaçuais, etc.), interior e bordas de florestas altas. Migra em certas épocas do ano, em busca de alimento.
Não existe dimorfismo sexual. A fronte e a parte anterior da coroa têm cor esverdeada; a garganta e o bico têm cor negra; as auriculares, o peito e a parte inferior das asas são amarelas; o restante da plumagem tem cor azul-viva. Apresentam pele nua, nas faces, de cor branca e com pequenas penas negras, que formam riscas paralelas.
Vivem em casais ou em bandos de cerca de 20 indivíduos, nos quais os elementos de cada casal voam muito juntos. São aves muito ruidosas, o que pode ser uma fonte de irritação para a vizinhança. Durante os meses de Inverno, a maior parte das araras gosta de tomar banhos de chuveiro ou borrifador de plantas, certifique-se que as borrifa com água morna.
As araras não são as melhores imitadoras. É uma característica mais usual entre os papagaios cinzentos. No entanto, podem aprender a imitar muito bem a voz humana. Para que isso aconteça é necessária que estas aves tenham contacto com os seres humanos desde uma idade precoce. Embora as araras sejam excelentes voadoras, preferem frequentemente trepar e fazer acrobacias.
Proporcione a estas aves alimento especial para araras e papagaios. Dê-lhes regularmente frutos e bagas silvestres. Dê diariamente às aves algo para roer, como galhos de salgueiros frescos ou outros galhos de árvores de fruto.

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/arara-ararauna/

Criação de Periquitos


De algum modo os criadores de aves ou de outros animais são de um modo geral discriminados, por experiência própria sei que há muitos activistas que não gostam que usemos animais para exploração e lucro, mas nós criadores gostamos de aves, tentamos ao máximo que qualquer casal reprodutor ou cria tenham as melhores condições de vida, claro que também sabemos que não é a mesma coisa que estarem livres na Natureza.
É muito importante que se mantenham criadores de aves pois, se pensarmos bem, existem dezenas senão centenas de animais em vias de extinção e se por algum motivo acelerar a extinção de uma espécie de ave, esta existirá em cativeiro para reprodução e repovoamento do local da extinção.
Um criador como eu tem uma sensação de grande felicidade quando vemos num dos ninhos aves recém nascidas. Essa sensação torna o nosso trabalho recompensado.
Sou um criador com 17 anos que tem um sonho; sonho com um dia poder construir um park de reprodução e reabilitação de aves, em vias de extinção, doentes, abandonadas, etc. …
Sou criador federado na Associação Amiaves de Vale Figueira, Stam nº CZ37, crio Canários de cor vermelhos, hibridação de Canária (vermelha e amarela) com Pintassilgo, Roseicollers, Caturras, Periquitos australianos, Pardais de java, Rolas Diamante e Diamantes Mandarim. Vou aumentando o plantel de criações assim que o orçamento for dando.
Vou começar por vos falar do Periquito, fazer uma breve descrição ao Periquito australiano ou Periquito comum, Melopsittacus undulatus que pertence há família dos Psitacideos ou mais conhecidos por aves de bico curvo.
Esta ave em estado natural é verde, existem mais cores mas são fruto do trabalho de criadores que fizeram mutações das várias cores existentes. É uma ave pequena que vai dos 15 aos 20 centímetros de envergadura, sendo os maiores já considerados outra mutação que é o Periquito Inglês; tem uma esperança de vida entre os 10 e os 15 anos, a sua alimentação é essencialmente sementes que se compram numa loja da especialidade mas podemos e devemos completa-la com verduras como chicória e espinafres, e fruta como bananas e laranjas, e pontualmente maçã mas sem a parte do caroço pois é nocivo para a pequena ave; algumas vitaminas que completam a alimentação, e um pouco de casca de ostra ou osso de choco para dar cálcio e manter o bico saudável.
No caso do alojamento de um só ave, uma gaiola com 70 x 40 x 40 centímetros chega perfeitamente. Se quisermos criar um casal esta gaiola não será o mais indicado, pois é pequena e apertada. Eu opto por criar em viveiro comunitário, é mais natural.
Cada fêmea põe até 6 ovos e choca durante 18 a 22 dias. Para quem está a iniciar não deve manusear os ovos ou ir muitas vezes aos ninhos. Deixem acontecer naturalmente e nunca deixem acabar a comida e a água para umas boas criações.

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/criacao-de-periquitos/

Agapornis

Comprimento: 13 a 17 centímetros
Peso: 47 a 52 gramas
Longevidade: 10 a 15 anos
Maturidade: 8 meses
Incubação: 24 dias
Postura: 4 a 7 ovos
Os seus encantos na aparência e temperamento levam a que estes sejam um verdadeiro pássaro de estimação.
É das aves mais populares no mundo pela facilidade de criar em cativeiro, têm um carácter muito dócil, adoram subir ao nosso ombro e dormir no nosso colo e deslumbram-nos com grande diversidade de cores, exibidas nas 43 mutações existentes.
Habitam o continente Africano. A espécie Agapornis canus vive na Ilha de Madagascar e outros ao redor. Foram descobertos em 1793 e trazidos à Europa em torno de 1860, na sua cor selvagem verde. Hoje, graças aos criadores, encontram-se muitas colorações, como cara laranja, branca, vermelha, amarela, e corpo canela, azul-pastel, malva, violeta, arlequim (pintas aleatórias), branco, amarelo, verde-dourado (golden cherry) e várias nuances dessas cores.
Trata-se de um pássaro pequeno, que atinge por volta de 15 centímetros (variando pouco de espécie para espécie). Possui 9 espécies: Agapornis canus, A. taranta, A. pullarius, A. swindernianus, A. roseicollis e as de aro branco ao redor dos olhos – Agapornis fischeri, A. personatus, A. lilianae e A. nigrigenis.
Entre elas, a mais popular é a Roseicollis que cria melhor em cativeiro e tem mais cores. Originalmente é verde, com a testa e metade do peito em vermelho “degradé”. O Fischeri, verde com testa e peito laranja avermelhado, é também muito procurado. As suas mutações, no total de 10, são relativamente recentes. Ameaçado de extinção, só pode ser comercializado anilhado. O Pullaria é verde com testa e pescoço vermelho forte com bordas amarelas e, debaixo das asas, cinza (fêmea) ou preto (macho). É o mais sensível e é difícil de procriar em cativeiro. Já o Swinderiana, de cor verde intenso, não é criado em cativeiro por só comer um tipo de figo nativo. O Cana é o menor, com cerca de 14 cm e tem apenas uma mutação. A cor selvagem do macho é verde com cinza no pescoço, cabeça e papo e na fêmea tudo é verde com um sombreado preto na cabeça. O Taranta, originalmente verde-garrafa com máscara e só o macho com testa vermelha, é o maior alcançando 17 cm.
Depois de acasalado, dificilmente um casal se separa, permanecendo unidos até à morte. São sempre vistos na natureza, voando aos pares dentro do bando. Carinhosos, trocam “beijos” e alimentos dentro do bico com o parceiro.
Comem geralmente do chão, sementes, cereais, milho e frutas silvestres.
Muito mansos, activos, cheios de energia e curiosos são excelentes animais de estimação, especialmente quando alimentados na mão desde filhotes. Assobiam para chamarem por nós, respondem ao nome e podem aprender uma série de truques. Adoram passar horas com brinquedos e fazem mil acrobacias.
No que se trata de alojamento tanto pode ser uma gaiola como um viveiro, embora estas aves sejam excelentes voadoras, também adoram fazer acrobacias e de trepar. Por conseguinte, podemos ter numa gaiola mais alta do que propriamente larga. Uma gaiola deve ter pelo menos 60 cm de comprimento para albergar um casal destas aves, excepto algumas espécies que têm necessidades específicas.
Os materiais utilizados para o alojamento devem ser suficientemente resistentes, uma vez que são um pouco agressivos e destruidores, podendo destruir um gradeamento de arame fino em menos de um ápice.

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/agapornis/

Calopsita

Comprimento: 30 a 32 centímetros
Peso: 85 a 120 gramas
Longevidade: 25 anos
Incubação: 18 a 23 dias
Maturidade: 12 meses
Postura: 3 a 9 ovos
Distribuição: São nativos da Austrália, aonde podem ser vistos na natureza, vivem em regiões áridas e semi-áridas do país.
Ave nómada, costuma voar em bandos acompanhando o ciclo das chuvas, em busca de alimentos. A reprodução ocorre no período das chuvas, pois a criação de filhotes fica ajustada à disponibilidade de grãos e frutos justamente nessa época.
A calopsita é um pássaro que vem conquistando cada vez mais as pessoas pelo seu jeito amigável e interactivo, principalmente quando domesticado. Apegam-se facilmente aos seus donos e reconhecem-nos de longe. Muito participativas e brincalhonas, são alegres e divertidas.
É considerada uma ave sociável, pois convivem bem com algumas espécies menores, desde que instalados em espaço adequado. Podem aprender a imitar a voz humana, mas não são muito exímias nesse aspecto.
A diferença entre os sexos é a intensidade de cores da sua plumagem. Os machos têm a cabeça e as faces predominantemente amarelas, enquanto que as fêmeas quase não apresentam cor amarela. São aves muito resistentes. Pode deixa-las no viveiro ao ar livre, durante o Inverno, desde que disponha de refúgio num abrigo nocturno, protegido das correntes de ar e da geada.
Existem actualmente numerosas mutações cromáticas atraentes das espécies selvagens originais (cinzentos), a branca e amarela, calopsitas com tonalidades pastel, malhadas e nacaradas.

fonte: https://www.mundodosanimais.pt/aves/calopsita/