Economize – faça ração de codornas você mesmo

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Com ração de codornas feita pelo próprio coturnicultor, ele pode economizar de 20 a 30% com a produção – sem perder eficiência e qualidade

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Todo criador de codornas quer o melhor para as suas aves. Para isso, o bom manejo alimentar é fator imprescindível para aumentar a produtividade e obter êxito na criação. Com a nutrição adequada, proporcionada por uma boa ração de codornas, as aves alcançam o peso ideal em pouco tempo, permanecem saudáveis e geram crias saudáveis. Mas como fornecer alimento de qualidade às codornas com baixos custos? Com ração feita pelo próprio produtor. Dessa forma, o coturnicultor pode economizar de 20 a 30% com a produção – sem perder eficiência e qualidade.

Segundo Joji Ariki e Vera Maria Barbosa de Moraes, professores do Curso a Distância CPT Codornas – Iniciando a Criação, disponível nos formatos em Livro+DVD e Online, para iniciar a criação de codornas, o coturnicultor deve definir qual a finalidade da produção – ovos ou carne. Após esta definição, ele deve escolher qual a espécie mais indicada a determinado propósito, para seguir o manejo nutricional mais adequado.

Entretanto, para um bom manejo alimentar das codornas, a ração deve ser preparada com produtos de qualidade e em quantidade certa. Todos podem ser adquiridos em lojas agropecuárias a preços bem acessíveis ao bolso. Além disso, a ração feita pelo produtor é isenta de ingredientes industrializados – que retardam o desenvolvimento das aves e prejudicam sua reprodução.

Cuidados essenciais no preparo da ração para codornas:

->Os ingredientes devem ser pesados – com critério e precisão;
->Todos os ingredientes devem ser bem agregados à mistura;
->Para fazer 100 kg de ração, não há necessidade de misturador;
->Acima de 100 kg, o misturador torna-se necessário – devido ao volume de ingredientes secos;
->No misturador vertical de uma rosca – misture de 12 a 15 minutos;
->No misturador vertical de duas roscas – misture de 6 a 9 minutos;
->No misturador horizontal – misture de 4 a 5 minutos;
->O armazenamento da ração não pode ultrapassar 30 dias;
->Recomenda-se o preparo da ração para durar uma semana – quando terminar, faça uma nova ração – isso impede a oxidação dos nutrientes.

Quantidade exata de ingredientes para fazer 100 kg de ração:

->55 kg de fubá – passado em peneira de 3 mm;
->34 kg de farelo de soja tostado;
->7 kg de calcário calcítico moído;
->4 kg de farinha de carne;
->400 g de premix (vitaminas e aminoácidos);
->300 g de sal.

Em média, cada codorna come entre 25 e 30 g de ração por dia.

Conheça os Cursos a Distância CPT da Área Avicultura.

Fontes: Globo Rural e Codornas Blog.

Ovo com 2 gemas mais 1 ovo com casca! Por que isso acontece?

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Alguns fatores ambientais e fisiológicos podem influenciar no tipo de ovo produzido pela galinha2016112403

Alguns fatores ambientais e fisiológicos podem influenciar no tipo de ovo produzido pela galinha. Ovos com duas gemas, ovos um dentro do outro, ovos com manchas de sangue, ovos com pedaços de carne, ovos com casca mole ou ovos sem gema – podem resultar de alterações internas no organismo da ave, de doenças ou anormalidades no aparelho reprodutor da galinha, ou ainda de condições de estresse.

No caso de um único ovo com 2 gemas mais 1 ovo com casca, ocorreram duas situações simultâneas e pouco comuns em uma galinha poedeira saudável.

Primeira Situação

Quando se forma outro ovo dentro de um ovo já formado, ocorre o que chamamos de peristaltismo reverso. Em outras palavras, se a galinha é submetida a situações estressantes, isso poderá fazer com que o ovo já formado volte. Ao entrar em contato com a gema – que desce do oviduto, ele será coberto com uma nova casca.

Segunda situação

Quando um ovo possui duas gemas, ocorreu um desequilíbrio hormonal na ave – principalmente se for franga (ave jovem). Em geral, da 18ª até a 26ª semana de vida da franga, seus hormônios ainda não estão plenamente equilibrados. Sendo assim, ela pode produzir dois folículos simultaneamente (dupla ovulação).

Por tais motivos, é importante que o avicultor acompanhe todas as fases de criação das galinhas poedeiras. Da mesma forma, as aves devem ser manejadas de acordo com os princípios de bem-estar e conforto animal. Além disso, é essencial que:

->as galinhas sejam saudáveis e de boa linhagem;
->as aves sejam compatíveis com o sistema de produção escolhido;
->a nutrição das aves seja de alta qualidade e de acordo com a fase de desenvolvimento da ave;
->não haja superlotação no aviário.

Conheça o Curso a Distância CPT Galinhas Poedeiras – Produção e Comercialização de Ovos, disponível nos formatos em Livro+DVD e Online – elaborado pelo professor Júlio Maria Ribeiro Pupa, Médico Veterinário – Universidade Federal de Viçosa e Doutor em Zootecnia – Universidade Federal de Viçosa.

Fontes: Globo Rural e Ceplac.

Aves ornamentais – mercado promissor, negócio lucrativo

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A cada ano, o número de criadores de aves ornamentais tem crescido em todo território nacional

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Criar aves ornamentais tornou-se um negócio lucrativo, onde o mercado é promissor – com crescimento de 10% ao ano. De fato, o número de criadores de aves – como calopsitas, pavões e galinhas exóticas, tem crescido em todo território nacional. Talvez porque a criação requer custos relativamente baixos – em especial, quando falamos na criação de galinhas ornamentais. Entretanto, os gastos podem variar conforme o tamanho da estrutura pretendida, o número de aves no criatório, as espécies escolhidas e a mão de obra necessária para o bom manejo das aves.

Mas em quais locais as aves ornamentais são comercializadas? Em geral, quem tiver interesse em adquirir essas belas aves deve procurá-las em aviários, lojas agropecuárias e até mesmo pet shops. Feiras e exposições também são um meio infalível de encontrar galinhas ornamentais belíssimas ou calopsitas e pavões. Mas é imprescindível que a comercialização siga as normas estabelecidas pelo IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

De acordo com dados da Abinpet – Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, no Brasil, já são mais de 39 milhões de aves domesticadas. E a calopsita é a ave ornamental preferida dos brasileiros por ser doméstica e de fácil manejo. Mas não podemos nos esquecer das galinhas ornamentais e exóticas – com plumagens belíssimas e porte altivo. Não é à toa que muitos empreendedores as têm ornamentando sítios e fazendas.

Dentre as espécies mais procuradas, temos as galinhas europeias. Dentre elas, a Espanhola ou Cara de Palhaço – com cara branca e plumagem negro-azulada, a Pedrês Portuguesa – com plumagem mosqueada em cinza e branco, e a Yokihama – embora com nome japonês, essa ave é originária da Alemanha, com plumagem vermelha ou branca e cauda preta.

Há também as galinhas exóticas japonesas e chinesas. Temos a galinha chinesa Brahma – com plumagem dourada, prata, perolada, preta, azul ou branca e pés cobertos por plumas (lembrando uma saia), e a japonesa Galinha de Pelo – com volumoso penacho na cabeça e plumagem azul ou branca (lembrando pelo), além de apresentar bico e pés azulados.

Por fim, destacamos as inglesas e americanas. As principais são a Gigante de Jersey – ave de grande porte e altiva beleza, é originaria de Nova Jersey (EUA) – apresenta plumagem em tonalidade verde e ardósia, além do bico negro azulado, e a galinha inglesa Sebright – com porte pequeno (miniatura) e plumagem dourada ou prateada.

Independentemente da espécie de ave ornamental escolhida, além do prazer em criá-las, todas podem gerar um bom faturamento – na criação para fins comerciais. Entretanto, elas precisam de cuidados desde o nascimento – tanto sanitários como nutricionais. Além disso, é preciso primar pelo bem-estar e conforto das aves para que sempre permaneçam saudáveis e viçosas.

Dicas fáceis para criar curió

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A característica mais peculiar do curió é seu canto corrido, em escala descendente de assobios, que compõem uma vocalização única entre os pássaros conhecidos no Brasil

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Ave de canto inigualável, o curió (Oryzoborus angolensis), conhecido popularmente como papa-arroz e avinhado, é originário do Brasil. Seu tamanho vai de 10 a 15 cm e seu peso até 16g. Apresenta bico preto, curto e robusto, utilizado para triturar sementes. Quando filhote, possui cor marrom, mas assim que chega à fase adulta, adquire cor preta, com peito e barriga no tom vinho, e mancha branca nas asas.

Em cativeiro, a expectativa de vida do curió chega aos 30 anos, já em habitat natural, vive de 8 a 10 anos. É um pássaro irrequieto, ágil e vivaz, que gosta de dar piruetas no ar. Consegue voar longas distâncias a uma altura relativa.

Segundo os professores Fábio M. Hosken e Paulo Augusto Machado, do Curso CPT Criação Comercial de Curiós e Bicudos, a característica mais peculiar do curió é seu canto corrido, em escala descendente de assobios, que compõem uma vocalização única entre os pássaros conhecidos no Brasil. Em especial, quando não interrompem com chilreios a fluência de suas melodias.

Raio-x da ave:

Período fértil da fêmea: 6 meses a 1 ano;
Acasalamento: agosto a março;
Incubação dos ovos: 12 dias;
Quantia de ovos/ninhada: até 3 ovos;
Muda das penas: março a junho.

Dicas para iniciar a criação:

->Para iniciar a criação de curiós, compre as aves de criatórios com registro no Ibama e na Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). Preocupe-se também em saber a procedência de cada curió (descendentes de linhagens com canto de alta performance).

->As gaiolas devem ser instaladas em local levemente arejado e bastante tranquilo, com boa insolação durante um período curto do dia. Para evitar inimigos naturais da ave, use telas de metal de 4 milímetros ao redor do criatório.

->As gaiolas devem ser feitas de arame galvanizado, com espaçamento da grade de 12 milímetros, e dimensões de 50 x 28 x 36 m. Recomenda-se que tenham piso para facilitar a limpeza e divisórias removíveis.

->No acasalamento, disponha a gaiola do macho entre as gaiolas de duas fêmeas. Elas devem ser unidas com divisórias abertas de forma lenta. Após os 35 dias de vida dos filhotes, separe-os dos pais, pois eles já serão capazes de se alimentarem sozinhos.

->Os curiós comem painço, alpiste, milho, ração balanceada e ovo cozido. Lembre-se também de fornecer às aves grit mineral com pedra canga, farinha de ostra, areia de rio e calcário calcítico.

Por Andréa Oliveira.

ANAS FALCATA

fonte: http://www.encantodasaves.com.br/aves.php?c=19&t=anas_falcata

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DESCRIÇÃO

Pato-Falcato (ANAS FALCATA)

O pato-falcado ou (Anas falcata) tem um tamanho próximo da frisada e é um pato de água doce.

Taxonomia

O parente mais próximo desta espécie é a Frisada, seguido pelos wigeons.

Reprodução

O pato-falcado tem um ritual de acasalamento muito complicado. As fêmeas realizam uma série de chamadas para incitar e outros movimentos enquanto pavoneiam-se atrás das asas do seu macho alvejado. Os machos usam um método de cortejo similar a outros do género Anas, incluindo uma vibração introdutória, uma chamada de esticar o pescoço similar a um arroto, um apito grunhido, e uma exibição de cabeça e cauda para cima. Durante a época de acasalamento, o pato-falcado forma pares monógamos, que duram toda a época de acasalamento. Atualmente, não se sabe qual é a esperança média de vida do pato-falcado. Também não existe muita informação sobre o tamanho do seu território, porque estes patos não foram estudados tão proximamente como outras espécies mais populares, como é o caso dos cisnes ou gansos.

Hibridização

Um estudo de campo no Hyo-ko Waterfowl Park, uma reserva natural em Niigata, Japão, encontrou o que se presumiu ser um híbrido do sexo masculino de um pato-falcado e de um wigeon da Eurásia. Eles encontraram esses híbridos “selvagens” em vários casos ao longo dos últimos anos. Estas aves compartilham características morfológicas com ambas as espécies. Ainda assim, a maioria das características favorecem o pato-falcado. Foi reportado que estas aves híbridas tinham-se juntado a outros grupos cortejantes de wigeons da Eurásia e até tentar competir com os machos wigeon. Assobios como grunhidos e chamadas tipo arrotos como métodos de incitação do cortejo assemelham-se ao pato-falcado e não ao wigeon da Eurásia. A ave híbrida observada era bastante ativa sexualmente, contudo, ainda não se sabe se conseguem se reproduzir como quaisquer das espécies femininas.

A hibridização entre as duas espécies diferentes geralmente deixa a descendência estéril, mas este género mostra uma quantidade surpreendente de fertilidade híbrida. Esta espécie híbrida realizou rituais de cortejo mais próximos do pato-falcado, todavia socialmente era ativa nos grupos de wigeon da Eurásia. A reprodução com sucesso não foi vista entre a espécie híbrida e um wigeon fêmea puro da Eurásia durante o estudo de campo. Mais estudos sobre as espécies aviárias híbridas pode ajudar a trazer luz à reprodução aviária e à sua biologia evolucionária.

Distribuição e habitat

O pato-falcado procria no leste da Ásia. Aninha-se no leste da Rússia, em Khabarovsk, Primorskiy, Amur, Chita, Buryatia, Irkutsk, Tuva, oriental Krasnoyarsk, centro-sul de Sakha Sakhalin, extremo nordeste da Coréia do Norte e do norte da China, no nordeste da Mongólia Interior, e norte de Heilongjiang, e no norte do Japão, Hokkaido, Aomori, e nas Ilhas Curilas. É amplamente registado bem fora de sua escala normal, mas a popularidade deste belo pato em cativeiro obscurece as origens dessas aves extralimitais.

Este pato intrometido é fortemente migratório e passa o inverno em grande parte do Sudeste Asiático. Na Índia: Uttar Pradesh, Bihar, Assam, Haryana oriental. Também no norte do Bangladesh, do norte e centro de Mianmar, Laos do norte ao Rio Mekong, Vietnam do norte (desde o norte de Hanoi), e China: Hainan, Taiwan, Yunnan, Guangxi Zhuang, Guangdong, Fujian, Jiangxi, Hunan norte, Hubei, Zhejiang , Anhui, Jiangsu, Shandong, Hebei sul, Shanxi, norte de Shaanxi. É sociável fora da época de reprodução e irá então formar grandes bandos.
Estima-se que existam cerca de 89,000 patos-falcados no total; o que é muito mais do que a estimativa anterior da população, a qual se situava em somente 35,000 no mundo inteiro.
Durante um inquérito realizado na China Cental, um área migratória no inverno para o pato-falcado, os números de animais avistados foi mínimo. Em 2004, apenas 4 foram registados e em 2005 apenas 10.

Esta é uma espécie de zonas húmidas de baixa altitude, tais como várzeas ou lagos, e normalmente se alimenta intrometendo-se e bicando para recolher alimentos nas plantas ou pastagem. Aninha-se no chão, perto da água e sob a cobertura de vegetação mais alta. A ninhada é 6-10 ovos.

A Reserva Natural Nacional suportou grandes proporções de populações da China Oriental em termos de espécies ameaçadas, nomeadamente a espécie Anatidae (IUCN, 2009): 30% da população do quase ameaçado pato-falcado (Anasfalcata). Existe cerca de 27% da espécie de pato-falcado na
Reserva Natural Nacional.

Existem muitas espécies que têm linhagens de ADN mitocondrial que são filogeneticamente misturadas com outras espécies, mas estudos raramente testaram a causa de tal parafilia. Em um estudo que foi realizado, foram testadas duas hipóteses que poderiam explicar a parafilia mitocondrial da frisada (Anas strepera) com relação ao patos-falcados asiáticos (A. falcata). Em primeiro lugar, a hibridização poderia ter resultado no DNA mitocondrial (mtDNA) do pato-falcado, causando a introgressão na piscina de genes da frisada. Em segundo lugar, as frisadas e os patos-falcado podiam ter divergido tão recentemente que as linhagens de DNA mitocondrial não resultaram em monofilia recíproca. Eles usaram três análises coalescentes independentes para distinguir de três entre essas duas hipóteses. Duas linhas de evidências suportavam a introgressão. Primeiro, a análise de três loci combinados mostrou que alguma introgressão é necessária para explicar a diversidade genética atual nas frisadas. Segundo, eles geraram previsões alternativas em relação ao tempo devido a divergências estimadas do DNA mitocondrial: os patos-falcado e as frisadas teriam divergido entre 65.000 e 700.000 anos antes do presente (YBP) ao abrigo da hipótese de introgressão e entre 11.000 e 76.000 YBP ao abrigo da hipótese da realização incompleta da linhagem. Os dois intrões nucleares independentes indicaram que estas espécies divergem entre 210.000 e 5.200.000 YBP, que não se sobrepõem ao tempo previsto para triagem incompleta de linhagem. Estas análises também sugeriram que uma introgressão antiga (semelhante a 14.000 YBP) resultou na distribuição generalizada e com alta frequência de DNA mitocondrial característico do pato-falcado (5,5% de haplótipos) na América do Norte. Este é o primeiro estudo a usar uma estrutura quantitativa rigorosa para rejeitar uma classificação de linhagem incompleta como a causa de parafilia mitocondrial.

Migração

Como uma das muitas espécies de aves, o pato-falcado migra através do Oceano Atlântico. Ele tem um grande espaço de ação, com uma extensão global estimada de ocorrência de 1,000,000-10,000,000 km2. Como 32 outras espécies dessa ave, voam da Eurásia para o leste dos Estados Unidos entre os meses de agosto e setembro. No entanto, 32 espécies de aves é uma pequena percentagem da população que realmente migra entre os hemisférios. Essas migrações de país para país podem causar algumas doenças (vírus) de insetos, como mosquitos, distribuídos da Europa para a América do Norte. A infeção acontece quando o mosquito pica um dos membros dos patos, enquanto num lugar, por exemplo, do Nilo Ocidental, e carregam o sangue contagiante para o Novo Mundo.

Deve notar-se que o pato-falcado é essencialmente nativo da Ásia. A faixa de Anas alcata, em termos mais coloquiais, é do leste da Sibéria e da Mongólia para o norte do Japão com territórios de inverno no sudeste da Ásia a leste da Índia. Também tem havido avistamentos na América, Polónia e Tailândia. No entanto, estes avistamentos têm sido atribuídos a patos errantes e patos que escaparam do cativeiro, e enquanto o pato-falcado tem a capacidade de imigrar do extremo leste para o oeste, é raro encontrar a ave fora da Ásia e da Eurásia.

Identificação

Os machos e as fêmeas têm comprimentos semelhantes em 46-53 cm. O seu peso pode variar entre 422-770 gramas, com os machos a pesarem mais do que os seus homólogos do sexo feminino. Em termos de envergadura, podem variar entre 79-91 cm. O macho reprodutor é inconfundível. A maior parte da plumagem do corpo é finamente cinza, com as penas de voo em formas de longas foices, que conferem o seu nome a esta espécie, penduradas nas suas costas. A cabeça grande é verde escura com uma garganta branca, um colcar verde escuro e uma coroa bronzeada. A zona da ventilação é padronizada com amarelo, preto e branco.

O pato-falcado fêmea é marrom escuro, com plumagem muito parecida com uma frisada feminina. O seu bico cinza e longo é uma ajuda na identificação. O macho eclipse é como a fêmea, mas mais escuro nas costas e na cabeça. No voo ambos os sexos mostram uma asa posterior cinza pálida. O espéculo enegrecido faz fronteira com uma barra branca na borda interna. As aves jovens são mais pequenas do que a fêmea e têm penas curtas.

Os juvenis têm a plumagem semelhante às fêmeas da espécie.

Estes patos são geralmente tranquilos, exceto no território de reprodução. O pato macho tem um apito estridente tyu tyu–vit … tyu-vit … tyu tyu–vit (Dementiev e Gladkov 1952) e um apito tranquilo terminando com um vacilante uit-trr (Flint et al. 1984). O pato fêmea tem um rouco quack, de duas sílabas, com uma chamada curta para incitar, e um agudo, de duas a quatro sílabas, decrescentes (Lorenz e Von de Wall 1960). A Anas falcata é conhecida por ter umas impressionantes e belas penas. Isto é em comparação com muitas outras aves como cisnes e gansos.

Influência humana e população

O pato-falcado precisa de terras húmidas costeiras para a sua sobrevivência. Uma das áreas ecológicas mais sensíveis no mundo é o extremo leste de Nanhuicounty, China, um local para o pato-falcado durante a estação migratória. Esta área é crucial para o pato-falcado devido a sua população ser extremamente baixa. A urbanização, bem como o crescimento econômico desta área levou a uma perturbação ambiental significativa na mesma. Contudo, um projeto de recuperação para criar zonas húmidas artificiais foi iniciado em 1999 e terminado em 2005. Posteriormente, estudos foram feitos para ver se as zonas húmidas artificiais foram tão eficientes como as naturais, e, embora as zonas húmidas artificiais fizessem ver aves marinhas migratórias, a sua população não foi tão alta como a verificada nas zonas húmidas naturais. Muito mais pesquisa precisa ser feita antes que as zonas húmidas artificiais possam coincidir com as zonas húmidas naturais, e fornecer um habitat aceitável para o pato-falcado.
Por volta da época das colheitas, durante o Festival da Primavera chinês, de inverno, em Nanhui, condado de Shangai, China, os gestores da lagoa drenam a água na mesma, a fim de capturarem peixe para fins comerciais. Nessa altura, a lagoa é dominada por patos-falcado empoleirados lá. Depois da lagoa ser escoada, ela permanece seca até a primavera seguinte, quando a água é reabastecida para o cultivo fresco. A altura em que a água é reabastecida é muito importante para as aves aquáticas migrantes na primavera. Se a água é reabastecida tarde demais, então a lagoa seca é inadequada para aves marinhas e garças

Dieta e papel no ecossistema

Os patos-falcado têm hábitos alimentares que geralmente consistem de pequenos invertebrados e outros insetos, bem como alimentos de origem vegetal. Comem principalmente insetos e vegetação perto da água, consumindo animais, tais como larvas, crustáceos e moluscos. Eles também comem alimentos de origem vegetal: folhas, bem como sementes, grãos e nozes. Muitos acreditam que o pato-falcado ajuda a dispersar sementes em grandes áreas por causa de sua dieta. Estes patos são principalmente herbívoros. Estes patos são hospedeiros para uma série de diferentes parasitas (carrapatos, pulgas, piolhos) e, portanto, são portadores de doenças, tais como: o vírus do Nilo Ocidental, Gripe das Aves, Varicela Aviária, Salmonelose, Staphylococcosis, e E. coli. Além disso, eles carregam vírus, bactérias, fungos e protozoários que podem ser transferidos para outras criaturas, como os vertebrados e até mesmo seres humanos.

Procriação e ciclo de vida

Os ovos são geralmente colocados no final de maio. Eles têm seus ninhos no chão em gramíneas grossas, tufos, arbustos inundados, ou escondidos em madeira morta. Normalmente os ovos são aninhados perto da água, mas também têm sido vistos em pequenos arbustos a cerca de 80 metros da água. Os ovos tem uma cor branca com uma tonalidade amarela e rosada. As fêmeas incubam os ovos sozinhas, durante 24-25 dias em cativeiro. Os machos vão deixar a fêmea durante a incubação.

Ameaças

A principal ameaça ao pato-falcado é a caça, uma vez que as pessoas querem esses patos pela comida e pelas penas. A perda do seu habitat é causada pela drenagem de áreas húmidas. Apesar da população geral do pato-falcado ser maior do que antes se acreditava e já não estar classificada como uma espécie em perigo de extinção, é ainda considerada “quase ameaçada” na lista vermelha do ICUN (International Union for the Conservation of Nature).

Ações de conservação a decorrer

As populações de pato-falcado estão presentes num leque abrangente de preservadores da vida selvagem, parques nacionais, jardins zoológicos, e outras áreas de proteção como o Refúgio Nacional da Vida Selvagem de Colusa, em Sacramento, Califórnia.

Ações de conservação propostas

Existem vários planos de ação propostos para a proteção do pato-falcado. Os conservacionistas estão ansiosos para continuar a acompanhar as populações que, infelizmente, pararam de se reproduzir, e pretendem apresentar uma petição para a regulamentação da caça e abate, tanto a nível local como nacional, respectivamente. Os conservadores também estão conscientes quanto à grande falta de educação no que diz respeito à extinção das aves aquáticas. Para os caçadores que ganham a vida da caça de pato-falcado como fonte de alimento ou simplesmente como desporto de caça, os conservacionistas estão à procura de oportunidades de emprego alternativas. Finalmente, os conservacionistas esperam melhorar a gestão e coordenação de reservas naturais já existentes, onde o pato-falcado está presente.

Estado de conservação

O pato-falcado atualmente está num estado de “quase ameaçado” na Lista Vermelha do IUCN. A espécie está protegida ao abrigo da Lei do Tratado de Aves Migratórias, e a sua população geral parece estar (na sua maior parte) estável e em crescimento.

TADORNA PARAISO

fonte: http://www.encantodasaves.com.br/aves.php?c=15&t=tadorna_paraiso

2016111404

DESCRIÇÃO

Tadorna Paraíso

A Tadorna Paraíso (Tadorna variegata) é um pato endêmico com feições de ganso da Nova Zelândia. A tadorna é um grupo de aves semelhantes a um ganso, que são parte da família Anatidae. O nome do gênero, Tadorna, tem raízes celtas e significa “ave aquática malhada”. Conhecida pelos Māori como pūtangitangi, mas agora normalmente chamado de “tadorna paraíso”, é uma ave de caça disputada. Tanto o macho quanto a fêmea têm uma plumagem incrível: o macho tem a cabeça preta e um corpo preto listrado, enquanto a fêmea tem a cabeça branca e um corpo castanho.
As tadornas paraíso geralmente vivem em duplas, roçando a grama e ervas daninhas, e irão invadir colheitas, principalmente quando estão na fase de mudança da plumagem.

Reprodução

As tadornas paraíso formam pares de longa data, que geralmente duram a vida toda, e defendem os seus territórios. Elas têm uma longa temporada de reprodução, que dura de agosto até dezembro. Elas atingem a maturidade sexual após dois anos, e constroem ninhos com grama e penas escondidas na grama alta, em buracos nas árvores, em galhos de árvores habitáveis (ex: cipreste-da-califórnia), ou embaixo de madeiras podres. O tamanho médio das ninhadas é cerca de nove ovos. Os filhotes se empenam após oito semanas.

História

Antes que os europeus colonizassem a Nova Zelândia, os Māori caçaram as tadornas paraíso em distritos protegidos. A caça era feita fora da temporada de reprodução, quando as aves estavam na fase da mudança de plumagem e não podiam voar. Durante a temporada de reprodução, a caça era proibida. Este sistema de conservação e caça seletiva garantiu bons suprimentos de comida.

As tadornas paraíso eram pouco comuns antes da colonização europeia. No entanto, mudanças no habitat causadas pela conversão da floresta em pasto e a provisão deliberada de alimentos em tanques por grupos de caça levaram a um grande aumento no número destes patos.

O Nome

O nome do gênero, Tadorna, vem de raízes celtas significa “ave aquática malhada”.

Referências

1.BirdLife International (2012). “Tadorna variegata”. IUCN Red List of Threatened Species. Version 2013.2. International Union for Conservation of Nature. Retrieved November 26, 2013.
2.Paradise Shelducks TheFeatherSite.com. Retrieved on January 2, 2008
3.”Paradise Shelduck”. Supporters of Tiritiri Matangi Inc. Archived from the original on September 7, 2008. Retrieved January 2, 2008.
4. Kear, Janet (2005). Ducks, Geese, and Swans. Oxford University Press. p. 420. ISBN 0-19-861008-4.

Anas Capensi

fonte: http://www.encantodasaves.com.br/aves.php?c=21&t=anas_capensi

2016111403

DESCRIÇÃO

Anas Capensi

A cerceta do Cabo (Anas capensis) é uma ave de água doce típica de terras húmidas na África sub-saariana.

Esta espécie é essencialmente não migratória, embora ela se mova de forma oportunista com as chuvas. Como muitos patos do sul, os sexos são semelhantes. É muito pálida e principalmente cinza, com umas costas mais acastanhadas e cor de rosa sobre o bico (aves jovens não têm o rosa). A cerceta do Cabo não pode ser confundida com qualquer outro pato no seu alcance.

É um pato escassamente distribuído, mas generalizado, raramente visto em grandes grupos, exceto os rebanhos numa fase de muda, que podem atingir um número até 2000.

Esta espécie alimenta-se de plantas aquáticas e criaturas pequenas (invertebrados, crustáceos e anfíbios) obtidos pelo bico. O ninho está no solo sob a vegetação e perto da água.

Esta é uma espécie geralmente tranquila, exceto durante rituais de acasalamento. O macho reprodutor tem um apito claro, ao passo que a fêmea tem um “quack” débil.

A cerceta do Cabo é uma das espécies a que se aplica o Acordo para a Conservação das Aves Aquáticas Migratórias Africo-euroasiáticas (AEWA).

ANAS CASTANHA

fonte: http://www.encantodasaves.com.br/aves.php?c=20&t=anas_castanha

2016111402

DESCRIÇÃO

Marreca-castanha (ANAS CASTANHA )

A marreca-castanha (Anas castanea) é um pato de água doce, encontrado no sul da Austrália. Ele é protegido sob Lei Nacional de Parques e Vida Selvagem de 1974.

Descrição

A marreca-castanha é mais escura e uma ave ligeiramente maior do que a cerceta cinzenta.
O macho tem uma cabeça com uma cor verde distintiva e um corpo acastanhado. A fêmea tem uma cabeça castanha, e o corpo com o mesmo tom do macho. A fêmea é quase idêntica em aparência à cerceta cinzenta.

A marreca-castanha fêmea tem um “riso” barulhento e penetrante, um “quack” repetido rapidamente por nove vezes ou mais.
Distribuição e habitat

A marreca-castanha é comumente distribuída no sudeste e sudoeste da Austrália, embora vadios possam ocorrer em outros lugares. Tasmânia e Victoria do sul são reduto da espécie, enquanto vadios podem também ser encontrados tão ao norte como Nova Guiné e Ilha de Lord Howe.
A marreca-castanha prefere estuários e zonas húmidas costeiras, e é indiferente à salinidade. Esta ave é onívora.

Reprodução

Esta espécie forma pares monógamos, que ficam juntos além da época de reprodução, defendem o local do ninho e olham pelos filhotes depois de eclodirem. Os ninhos estão normalmente localizados sobre a água, em zonas arborizadas. Por vezes, os ninhos são colocados no chão, em montes de grama perto da água. Os filhotes, após eclodirem, estão prontos a nadar e a andar dentro de um dia.

MARRECO CAROLINA

fonte: http://www.encantodasaves.com.br/aves.php?c=6&t=marreco_carolina

2016110805

DESCRIÇÃO

Pato-carolino / Marreco Carolina
O Pato-carolino (Aixsponsa) é uma espécie de pato empoleirado encontrado na América do Norte. É uma das aves aquáticas mais coloridas da América do Norte.

Descrição

O pato-carolino é um pato empoleirado de porte médio. Um adulto típico varia entre os 47 até aos 54 cm em comprimento, com uma envergadura de asa que fica entre os 66 até aos 73 cm. Isto representa cerca de três quartos do comprimento de um pato selvagem adulto. Partilha os seus genes com o pato mandarim asiático (Aixgalericulata).

O macho adulto tem a uma plumagem iridescente e multicolorida distinta, e olhos vermelhos, com um toque distintivo branco para baixo do pescoço. A fêmea, menos colorida, tem um olho-anel branco e uma garganta esbranquiçada. Ambos os adultos têm cabeças com crista.
O apelo do sexo masculino é um apito crescente, jeeeeee; as fêmeas proferem uma tirada prolongada, um guincho a subir de tom, fazem weepweep, quando em velocidade, bem como um forte cr-r-ek, cr-e-ek para uma chamada de alarme.

Comportamento

O seu habitat de reprodução consiste de pântanos arborizados ou não, lagos rasos, lagoas e riachos no leste da América do Norte, na costa oeste dos Estados Unidos e do México ocidental. Eles geralmente nidificam em cavidades em árvores próximas à água, embora eles possam tirar proveito de caixas de nidificação em zonas húmidas, se estiverem disponíveis. As fêmeas alinham os seus ninhos com penas e outros materiais suaves, e a elevação fornece alguma proteção dos predadores. Ao contrário da maior parte dos outros patos, o pato-carolino tem garras afiadas para empoleirar-se em árvores e pode, em regiões do sul, produzir duas ninhadas numa única estação – o único pato norte-americano que o pode fazer.
As fêmeas normalmente deitam entre 7 a 15 ovos que incubam por uma média de 30 dias. Contudo, se as caixas de nidificação forem colocadas demasiado próximas, as fêmeas podem deixar ovos nos ninhos dos seus vizinhos, o que pode levar a ninhos que contêm até 30 ovos e a uma incubação sem sucesso, um comportamento conhecido como “ninho de dumping”.
Após a eclosão, os patinhos saltam do ninho na árvore e percorrem o seu caminho até à água. A mãe chama-os até ela, mas não os ajuda de nenhuma forma. Eles preferem nidificar sobre a água para que os jovens tenham uma aterragem suave, mas podem nidificar até 140 m de distância em relação à costa. Um dia depois de eclodirem, os jovens sobem para a entrada do ninho e pulam para o chão Os patinhos podem nadar e encontrar a sua própria comida por esta altura.
Estas aves alimentam-se por gatinharem ou andarem na terra. Eles comem essencialmente bagas, bolotas e sementes, mas também insectos, os que os torna onívoros.

Distribuição

Estas aves são residentes anuais em partes da sua escala do sul, mas as populações do norte migram para sul, para o inverno. Eles passam o inverno no sul dos Estados Unidos, perto da costa do Atlântico. 75% dos patos-carolino na rota migratória do Pacífico são sedentários. Eles são também populares, devido à sua plumagem atrativa, em coleções aquáticas e, como tal, são frequentemente registadas na Grã-Bretanha, como populações em fuga ficaram temporariamente estabelecidas em Surrey no passado, mas não são considerados como auto-sustentáveis da mesma forma que o pato mandarim. Dada a sua distribuição nativa, a espécie é também uma potencial vagabunda natural para a Europa Ocidental e já houve registos em áreas como Cornwall, Escócia e as Ilhas Scilly, o que alguns observadores consideram poder ser relacionado com as aves selvagens; contudo, devido à popularidade do pato-carolino em cativeiro seria extremamente difícil provar a sua proveniência de uma forma ou de outra. Existe uma pequena população selvagem em Dublin.

Conservação

A população do pato-carolino estava em sério declínio no final do séc. XIX como resultado de uma severa perda de habitat e mercado da caça quer pela carne, quer pela plumagem para o mercado de chapéus para senhoras, na Europa. Pelo início do século 20, os patos-carolino tinham virtualmente desaparecido de grande parte da antiga escala. Em resposta do Tratado das Aves Migratórias estabelecido em 1916 e promulgação do Tratado de Aves Migratórias de 1918, nos Estados Unidos, as populações do pato-carolino começaram a recuperar lentamente. Ao acabar com a caça não regulamentada e através de medidas para proteger o habitat remanescente, as populações desta espécie começam a recuperar em 1920. O desenvolvimento da caixa de nidificação artificial na década de 30 deu um impulso adicional à produção do pato-carolino.
Os proprietários de terras, bem como administradores de parques, podem encorajar os patos-carolino através da construção de caixas de nidificação para os mesmos perto de lagos, lagoas e riachos. Fulda, no Minnesota, adotou o pato-carolino como a mascote não oficial, e um grande número de caixas de nidificação pode ser encontrado na área.
A expansão da população de castores norte-americanos ao longo da escala do pato-carolino também ajudou a população a recuperar, uma vez que os castores criam uma área húmida ideal como habitat para os patos-carolino.
A população do pato-carolino aumentou significativamente nos últimos anos. O aumento foi devido ao trabalho de muitas pessoas que construíram caixas para os mesmos e ao trabalho de conservação do habitat vital para os patos-carolino se reproduzirem. Durante a época das aves aquáticas, os caçadores americanos foram apenas permitidos a tomar dois patos-carolino por dia, nas rotas migratórias do Atlântico e Mississippi. Contudo, para a temporada de 2008-2009, o limite subiu para três. O limite do pato-carolino permanece em dois na rota migratória central e em sete na rota do Pacífico. É o segundo pato mais caçado na América do Norte, depois do pato selvagem.

Na cultura popular

Em 2013, a RoyalCanadianMint criou duas moedas para comemorar o pato-carolino. As duas moedas são cada uma parte de um conjunto de três para ajudar a promover a DucksUnlimited no Canadá, bem como para celebrar o seu 75º aniversário.

TADORNA CANA

fonte: http://www.encantodasaves.com.br/aves.php?c=17&t=tadorna_cana

2016110804

DESCRIÇÃO

Tadorna Cana

O shelduck Sul Africano ou shelduck do Cabo (Tadorna cana) é uma espécie de shelduck, um grupo de grandes pássaros como gansos, que são parte da família de aves Anatidae, que também inclui os cisnes, gansos e patos.

Esta é uma ave com 64 cm de comprimento, que se reproduz no sul de África, essencialmente na Namíbia e África do Sul. No inverno do sul, muitas aves movem-se norte-leste da área de reprodução para outros terrenos favoritos, onde ocorrem concentrações bastante significativas.
Esta espécie é essencialmente associada a lagos e rios em campo aberto, reproduzindo-se em buracos mamíferos abandonados, usualmente os do orictéropo.

O shelduck adulto da África do Sul tem um corpo rosado e asas notavelmente marcadas por preto, branco e verde. O macho tem uma cabeça cinzenta, e a fêmea tem uma face branca com coroa preta, nuca e lados dos pescoço.
O shelduck da África do Sul é uma das espécies às quais se aplica o Acordo para a Conservação das Aves Aquáticas Migratórias Africo-euroasiáticas (AEWA)

O nome de género Tadorna vem de raízes celtas e significa “aves aquáticas malhadas”, essencialmente o mesmo que o “shelduck” inglês.